W3 ao Vivo: Maria Cereja, a empresa araranguaense de renome nacional

Fundadoras da marca revelam segredo para driblar crises e vender a era de vendas digital

Os problemas do ano de 2020 poderiam ter gerado desastre para quem vive da moda, mas não foi o que aconteceu com a marca araranguaense, Maria Cereja, especializada em acessórios femininos e que está presente em todos os estados brasileiros. A receita deste sucesso foi assunto do W3 ao Vivo que foi ao ar na sexta, 18, com a participação das fundadoras da marca, as irmãs Alice e Aline Souza.

A transmissão foi simultânea nas redes sociais da Maria Cereja, e rendeu muitas visualizações e interações. As jovens empresárias apostaram neste nicho de mercado neste ano, já que os impactos da pandemia também afetaram o setor que elas atuam. “Não é a primeira crise que enfrentamos, mas aprendemos que temos que tirar proveito delas para com criatividade mantermos o nosso ritmo e vendas. Toda crise é um aprendizado”, disse, Alice.

A empresa criada há 13 anos emprega diretamente em torno de 30 pessoas. Outro aspecto que as empresárias destacaram no bate papo, foi a questão de setorizar o negócio, o que permite mais agilidade. Outra dica também foi relevada por Aline. “Muito importante o empreendedor estar em constante aprendizado. Estude! O que aprender aplique no seu negócio para ver os resultados. Nós somos aplicadas neste aspecto”, contou.

Elas também desenvolveram outro projeto que contribui com a vida de mulheres que pretendem viver da produção de bijuterias e acessórios. Acompanhe a entrevista e saiba mais:

Os problemas do ano de 2020 poderiam ter gerado desastre para quem vive da moda, mas não foi o que aconteceu com a marca araranguaense, Maria Cereja, especializada em acessórios femininos e que está presente em todos os estados brasileiros. A receita deste sucesso foi assunto do W3 ao Vivo que foi ao ar na sexta, 18, com a participação das fundadoras da marca, as irmãs Alice e Aline Souza.

A transmissão foi simultânea nas redes sociais da Maria Cereja, e rendeu muitas visualizações e interações. As jovens empresárias apostaram neste nicho de mercado neste ano, já que os impactos da pandemia também afetaram o setor que elas atuam. “Não é a primeira crise que enfrentamos, mas aprendemos que temos que tirar proveito delas para com criatividade mantermos o nosso ritmo e vendas. Toda crise é um aprendizado”, disse, Alice.

A empresa criada há 13 anos emprega diretamente em torno de 30 pessoas. Outro aspecto que as empresárias destacaram no bate papo, foi a questão de setorizar o negócio, o que permite mais agilidade. Outra dica também foi relevada por Aline. “Muito importante o empreendedor estar em constante aprendizado. Estude! O que aprender aplique no seu negócio para ver os resultados. Nós somos aplicadas neste aspecto”, contou.

Elas também desenvolveram outro projeto que contribui com a vida de mulheres que pretendem viver da produção de bijuterias e acessórios. Acompanhe a entrevista e saiba mais:

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