Vítima de erro médico em UPA é indenizada no sul do Estado

Devido à má aplicação de injeção, a paciente passou por duas cirurgias; Ela irá receber indenização no total de R$ 11,1 mil, com acréscimos

Por Dyessica Abadi


No sul do Estado, uma mulher apresentou sinais de necrose após procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para tratar de uma lesão na mão. O erro médico aconteceu devido à má aplicação de injeção intramuscular em região não usual por uma enfermeira do local.

A 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), confirmou o direito da mulher em receber indenização pelos danos moral e material no total de R$ 11,1 mil, acrescidos de juros e correção monetária. A vítima passou por duas cirurgias: uma para retirar a necrose e a outra para fazer correções estéticas no local.

A mulher, uma esteticista, ajuizou a ação de indenização que teve a demanda deferida parcialmente no 1º grau. A sentença determinou o pagamento de R$ 6,1 mil pelo dano material, que foi o custo com a cirurgia de reparação, e mais R$ 10 mil pelo abalo anímico.

Tanto o município quanto a esteticista recorreram ao TJSC — o primeiro pediu a redução do dano moral para R$ 3 mil; a segunda, o reajuste para R$ 15 mil. A perícia apurou que a esteticista ficou com uma mancha escura de três centímetros de diâmetro e não houve redução da capacidade laboral.

Conforme a assessoria de Comunicação da Comarca de Criciúma, o relator do caso pontuou que o réu, um município catarinense de médio porte, tem um orçamento anual considerável (R$ 30.000.000,00), mas que é incomparável com o do Estado de Santa Catarina (parte ré do precedente mais similar ao caso concreto).

A sessão foi presidida pelo desembargador Luiz Fernando Boller e contou também com a participação dos desembargadores Pedro Manoel Abreu e Jorge Luiz de Borba. A decisão foi unânime.

 

Por Dyessica Abadi

No sul do Estado, uma mulher apresentou sinais de necrose após procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para tratar de uma lesão na mão. O erro médico aconteceu devido à má aplicação de injeção intramuscular em região não usual por uma enfermeira do local.

A 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), confirmou o direito da mulher em receber indenização pelos danos moral e material no total de R$ 11,1 mil, acrescidos de juros e correção monetária. A vítima passou por duas cirurgias: uma para retirar a necrose e a outra para fazer correções estéticas no local.

A mulher, uma esteticista, ajuizou a ação de indenização que teve a demanda deferida parcialmente no 1º grau. A sentença determinou o pagamento de R$ 6,1 mil pelo dano material, que foi o custo com a cirurgia de reparação, e mais R$ 10 mil pelo abalo anímico.

Tanto o município quanto a esteticista recorreram ao TJSC — o primeiro pediu a redução do dano moral para R$ 3 mil; a segunda, o reajuste para R$ 15 mil. A perícia apurou que a esteticista ficou com uma mancha escura de três centímetros de diâmetro e não houve redução da capacidade laboral.

Conforme a assessoria de Comunicação da Comarca de Criciúma, o relator do caso pontuou que o réu, um município catarinense de médio porte, tem um orçamento anual considerável (R$ 30.000.000,00), mas que é incomparável com o do Estado de Santa Catarina (parte ré do precedente mais similar ao caso concreto).

A sessão foi presidida pelo desembargador Luiz Fernando Boller e contou também com a participação dos desembargadores Pedro Manoel Abreu e Jorge Luiz de Borba. A decisão foi unânime.

 

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