VÍDEO: ato contra o Governo Federal reúne cerca de 200 pessoas em Araranguá

"Carreata pela Vida" aconteceu neste domingo, 21

O movimento "Carreata pela Vida" contra o Governo Federal aconteceu neste domingo, 21, e reuniu cerca de 200 pessoas em Araranguá. O objetivo da ação foi reivindicar a vacinação gratuita contra o Covid-19 para toda a população e o retorno do auxílio emergencial. Segundo a organização, o movimento também denuncia a reforma administrativa do atual Governo Federal e pede a saída presidente Jair Bolsonaro do comando do país.

O grupo concentrou-se em frente à sede da AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense) às 09 horas e percorreu as ruas da cidade. O movimento foi organizado por entidades sindicais, como a Apufsc, Sinasefe, Sintespe e o Sindireceita, além de movimentos populares e militantes de partidos políticos.

Segundo um dos organizadores, professor Felipe Damásio, a ação faz parte de um grande movimento nacional das frentes populares e fóruns que reúnem o serviço público. "Reconhecemos um governo que não se preocupa com as pessoas, pois negou o quanto pode, os efeitos danosos da pandemia, ignorou as mortes, o desemprego e o fechamento das pequenas empresas", destaca.

Durante esta semana, as entidades nacionais irão avaliar a repercussão do ato. Entidades como a Fonasefe, as Centrais Sindicais e os fóruns estaduais de sindicatos de servidores irão decidir amanhã, terça-feira, 23, durante plenária, a alteração no calendário de lutas.

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O movimento “Carreata pela Vida” contra o Governo Federal aconteceu neste domingo, 21, e reuniu cerca de 200 pessoas em Araranguá. O objetivo da ação foi reivindicar a vacinação gratuita contra o Covid-19 para toda a população e o retorno do auxílio emergencial. Segundo a organização, o movimento também denuncia a reforma administrativa do atual Governo Federal e pede a saída presidente Jair Bolsonaro do comando do país.

O grupo concentrou-se em frente à sede da AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense) às 09 horas e percorreu as ruas da cidade. O movimento foi organizado por entidades sindicais, como a Apufsc, Sinasefe, Sintespe e o Sindireceita, além de movimentos populares e militantes de partidos políticos.

Segundo um dos organizadores, professor Felipe Damásio, a ação faz parte de um grande movimento nacional das frentes populares e fóruns que reúnem o serviço público. “Reconhecemos um governo que não se preocupa com as pessoas, pois negou o quanto pode, os efeitos danosos da pandemia, ignorou as mortes, o desemprego e o fechamento das pequenas empresas”, destaca.

Durante esta semana, as entidades nacionais irão avaliar a repercussão do ato. Entidades como a Fonasefe, as Centrais Sindicais e os fóruns estaduais de sindicatos de servidores irão decidir amanhã, terça-feira, 23, durante plenária, a alteração no calendário de lutas.

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