Blog Rolando Christian Coelho: Uma eleição com quatro pólos em Araranguá

Rolando Christian Coelho, 17/12/2019

Pela primeira vez na história da Cidade das Avenidas, uma eleição poderá ter quatro candidatos a prefeito com chances de vitória. Em princípio, os nomes postos na mesa para a disputa executiva são o do prefeito Mariano Mazzuco Neto (PP), do vice-prefeito Primo Júnior (PL), do ex-vice-prefeito César Antônio Cesar (MDB), e do empresário Ricardo Ghellere (PSL). Outras siglas, a exemplo do PT, também devem oficializar suas intenções com vistas à disputa majoritária, mas, em princípio, a quádrupla polarização deverá prevalecer.


O jogo de xadrez que envolve as candidaturas do Progressistas, PL, MDB e PSL vai continuar sendo jogado no escuro por um bom tempo, por conta de circunstâncias paralelas. Uma dessas circunstâncias envolve a decisão do prefeito Mariano de disputar, ou não, à reeleição. Seu partido diz que ele é candidato. Ele, por sua vez, diz que não é. Outra circunstância diz respeito a situação que envolve Ricardo Ghellere e sua gestão frente ao CIS/Amesc, que foi objeto de uma auditoria por parte do Tribunal de Contas do Estado, com julgamento previsto para janeiro. Dependendo do resultado deste julgamento, Ricardo pode decolar, ou afundar em seu projeto político eleitoral.


A permanência de Ricardo no certame prejudica frontalmente o projeto de Primo Júnior. Por outro lado, sua saída é uma mão na roda para o vice-prefeito. É que os dois representam a esperança do novo na política araranguaense e, por conta disto, acabam transitando no mesmo perfil de eleitorado. Neste sentido, a permanência de Ricardo no certame é boa tanto para Mariano quanto para César, que possuem eleitores cativos, alheios as novidades da política, justamente por estarem filiados a partidos tradicionais.


Ricardo entrou no processo há pouco tempo, e, por conta disto, sua tendência é de crescimento. A manutenção deste crescimento, no entanto, está ligada diretamente a questão que envolve o CIS/Amesc. Se nada for provado, será natural que haja um embolamento entre aqueles que representam o tradicional, nas figuras de Mariano e César, e os que representam a novidade, nas figuras de Primo Júnior e Ricardo. Daí para frente, o diferencial virá com a militância e com o marketing político. Quem estiver melhor preparado se ressaltará e vencerá a batalha.


Nome de Jair Toreti repercutiu bem em Turvo


Repercutiu bem, em Turvo, citação do nome do Secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Jair Toreti, como possível substituto do prefeito Tiago Zilli (MDB) no embate eleitoral do ano que vem, com vistas à disputa majoritária. Tiago diz que irá oficializar sua decisão de disputar ou não a reeleição dia 15 de janeiro, e, no embalo, ressaltou que Toreti seria um bom nome para representar o MDB na disputa pela prefeitura ano que vem. O MDB, por óbvio, vai se esforçar para que Tiago aceite concorrer à reeleição, mas, de todo modo, o nome de Jair Toreti é familiar ao partido, e sua aceitação é muito boa nas internas da sigla.


Joaci abrirá mão de disputa em Balneário Gaivota


Empresário Joaci Silva de Oliveira deve anunciar, na próxima reunião do MDB de Balneário Gaivota, que está fora do certame eleitoral do ano que vem. Joaci, além do vereador Mano Godinho e do ex-presidente do partido, João Carlos Porto, colocaram seus nomes a disposição para a disputa majoritária do ano que vem. O empresário pretende se retirar do processo, apoiando o nome que restar para o embate de 2020. “Eu estava vendo um MDB dividido, com o risco até mesmo do partido se unir ao Progressistas, o que seria um grande erro e pelo qual nos arrependeríamos muito. Como o partido se realinhou, e está coeso na oposição, vou me retirar para facilitar o acerto entre o Mano e o João Carlos”, comenta Joaci. O MDB gaivotense é um dos cinco partidos que já se disseram opositores ao candidato que irá representar a atual administração municipal nas urnas ano que vem.


Progressista tem pressionado Fanica a assumir candidatura


Progressistas de Praia Grande está desenvolvendo força tarefa para tentar convencer o empresário Elizandro Machado, o Fanica, a concorrer ao executivo municipal ano que vem. Em 2016, ele chegou a ser lançado como pré-candidato do partido, mas optou por permanecer na iniciativa privada. Por conta disto o Progressistas acabou compondo com uma aliança que reuniu oito partidos, grupo que elegeu o atual prefeito Henrique Maciel (PSDB). A maioria do mesmo grupo, no entanto, não concorda com a reeleição de Henrique e tem solicitado que Fanica aceite disputar, num provável embate contra o MDB, que deverá ter como candidatura Luciano Lima.


MDB de Passo de Torres deve abrir vice para PSDB ou PSL


MDB de Passo de Torres já cogita abertamente possibilidade de não disputar próximo pleito municipal com chapa pura, como aconteceu em 2016. O partido manteria a candidatura à reeleição de Jonas Souza (MDB), mas substituiria o atual vice-prefeito, Áureo André Henrique (MDB), por um nome de outro partido. Áureo teria assimilado a ideia, até porque, além de ser vice atualmente, já foi duas vezes prefeito do município. Aberta a vaga de vice para outro partido, ela poderá ser endereçada ao PSDB, ou a uma outra sigla, como o PSL, que está sendo estruturado em Passo de Torres. Vale lembrar que o PSL é o partido do governador Carlos Moisés da Silva, o que acaba sendo bastante interessante para o MDB do prefeito Jonas, na medida em que o caminho com o Centro Administrativo do governo catarinense seria bastante estreitado a partir de 2021, em caso de vitória.


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Pela primeira vez na história da Cidade das Avenidas, uma eleição poderá ter quatro candidatos a prefeito com chances de vitória. Em princípio, os nomes postos na mesa para a disputa executiva são o do prefeito Mariano Mazzuco Neto (PP), do vice-prefeito Primo Júnior (PL), do ex-vice-prefeito César Antônio Cesar (MDB), e do empresário Ricardo Ghellere (PSL). Outras siglas, a exemplo do PT, também devem oficializar suas intenções com vistas à disputa majoritária, mas, em princípio, a quádrupla polarização deverá prevalecer.

O jogo de xadrez que envolve as candidaturas do Progressistas, PL, MDB e PSL vai continuar sendo jogado no escuro por um bom tempo, por conta de circunstâncias paralelas. Uma dessas circunstâncias envolve a decisão do prefeito Mariano de disputar, ou não, à reeleição. Seu partido diz que ele é candidato. Ele, por sua vez, diz que não é. Outra circunstância diz respeito a situação que envolve Ricardo Ghellere e sua gestão frente ao CIS/Amesc, que foi objeto de uma auditoria por parte do Tribunal de Contas do Estado, com julgamento previsto para janeiro. Dependendo do resultado deste julgamento, Ricardo pode decolar, ou afundar em seu projeto político eleitoral.

A permanência de Ricardo no certame prejudica frontalmente o projeto de Primo Júnior. Por outro lado, sua saída é uma mão na roda para o vice-prefeito. É que os dois representam a esperança do novo na política araranguaense e, por conta disto, acabam transitando no mesmo perfil de eleitorado. Neste sentido, a permanência de Ricardo no certame é boa tanto para Mariano quanto para César, que possuem eleitores cativos, alheios as novidades da política, justamente por estarem filiados a partidos tradicionais.

Ricardo entrou no processo há pouco tempo, e, por conta disto, sua tendência é de crescimento. A manutenção deste crescimento, no entanto, está ligada diretamente a questão que envolve o CIS/Amesc. Se nada for provado, será natural que haja um embolamento entre aqueles que representam o tradicional, nas figuras de Mariano e César, e os que representam a novidade, nas figuras de Primo Júnior e Ricardo. Daí para frente, o diferencial virá com a militância e com o marketing político. Quem estiver melhor preparado se ressaltará e vencerá a batalha.

Nome de Jair Toreti repercutiu bem em Turvo

Repercutiu bem, em Turvo, citação do nome do Secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Jair Toreti, como possível substituto do prefeito Tiago Zilli (MDB) no embate eleitoral do ano que vem, com vistas à disputa majoritária. Tiago diz que irá oficializar sua decisão de disputar ou não a reeleição dia 15 de janeiro, e, no embalo, ressaltou que Toreti seria um bom nome para representar o MDB na disputa pela prefeitura ano que vem. O MDB, por óbvio, vai se esforçar para que Tiago aceite concorrer à reeleição, mas, de todo modo, o nome de Jair Toreti é familiar ao partido, e sua aceitação é muito boa nas internas da sigla.

Joaci abrirá mão de disputa em Balneário Gaivota

Empresário Joaci Silva de Oliveira deve anunciar, na próxima reunião do MDB de Balneário Gaivota, que está fora do certame eleitoral do ano que vem. Joaci, além do vereador Mano Godinho e do ex-presidente do partido, João Carlos Porto, colocaram seus nomes a disposição para a disputa majoritária do ano que vem. O empresário pretende se retirar do processo, apoiando o nome que restar para o embate de 2020. “Eu estava vendo um MDB dividido, com o risco até mesmo do partido se unir ao Progressistas, o que seria um grande erro e pelo qual nos arrependeríamos muito. Como o partido se realinhou, e está coeso na oposição, vou me retirar para facilitar o acerto entre o Mano e o João Carlos”, comenta Joaci. O MDB gaivotense é um dos cinco partidos que já se disseram opositores ao candidato que irá representar a atual administração municipal nas urnas ano que vem.

Progressista tem pressionado Fanica a assumir candidatura

Progressistas de Praia Grande está desenvolvendo força tarefa para tentar convencer o empresário Elizandro Machado, o Fanica, a concorrer ao executivo municipal ano que vem. Em 2016, ele chegou a ser lançado como pré-candidato do partido, mas optou por permanecer na iniciativa privada. Por conta disto o Progressistas acabou compondo com uma aliança que reuniu oito partidos, grupo que elegeu o atual prefeito Henrique Maciel (PSDB). A maioria do mesmo grupo, no entanto, não concorda com a reeleição de Henrique e tem solicitado que Fanica aceite disputar, num provável embate contra o MDB, que deverá ter como candidatura Luciano Lima.

MDB de Passo de Torres deve abrir vice para PSDB ou PSL

MDB de Passo de Torres já cogita abertamente possibilidade de não disputar próximo pleito municipal com chapa pura, como aconteceu em 2016. O partido manteria a candidatura à reeleição de Jonas Souza (MDB), mas substituiria o atual vice-prefeito, Áureo André Henrique (MDB), por um nome de outro partido. Áureo teria assimilado a ideia, até porque, além de ser vice atualmente, já foi duas vezes prefeito do município. Aberta a vaga de vice para outro partido, ela poderá ser endereçada ao PSDB, ou a uma outra sigla, como o PSL, que está sendo estruturado em Passo de Torres. Vale lembrar que o PSL é o partido do governador Carlos Moisés da Silva, o que acaba sendo bastante interessante para o MDB do prefeito Jonas, na medida em que o caminho com o Centro Administrativo do governo catarinense seria bastante estreitado a partir de 2021, em caso de vitória.

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