Triste realidade: Adolescentes de Araranguá sem expectativa de adoção

Assistente social destaca os perigos da "adoção à brasileira".

Em entrevista a W3 News, a assistente social do Fórum da Comarca de Araranguá, Ninive Degasperi, acompanhada da psicóloga Patrícia Maccari, falou sobre a popularmente chamada “adoção à brasileira”, uma forma informal de adoção, sendo a simples entrega de crianças de uma família para a outra. O processo é considerado ilegal, e se alerta para futuras complicações jurídicas para ambos os lados. A forma correta de adoção é feita através do Fórum da Comarca de Araranguá, envolvendo um pedido formal e registro de adoção.

Segundo a especialista, cerca de metade das adoções em Araranguá são feitas de forma direta, sem registro na comarca, e pede que aqueles que desejam adotar sempre recorram ao processo legal. Atualmente, há 18 crianças e adolescentes em processo de adoção na cidade, com cerca de 60 casais candidatos, porém, a expectativa de acolhimento para adolescentes de 13 anos ou mais é baixa, até mesmo considerando pretendentes de todo o país. Esses adolescentes permanecem sob cuidados do estado até seus 18 anos, após isso o poder publico não possui suporte para essas pessoas.

A entrevistada Ninive Degasperi pede que pessoas que pretendem adotar lembrem-se que o processo deve também incluir crianças mais velhas, além de grupos de irmãos e crianças com deficiência, todos perfis com baixa taxa de adoção. "A adoção não é para o casal, é para a criança, para o adolescente, eles vem para acolher a criança, não o contrário.", disse a assistente social. Assista a entrevista completa:

Em entrevista a W3 News, a assistente social do Fórum da Comarca de Araranguá, Ninive Degasperi, acompanhada da psicóloga Patrícia Maccari, falou sobre a popularmente chamada “adoção à brasileira”, uma forma informal de adoção, sendo a simples entrega de crianças de uma família para a outra. O processo é considerado ilegal, e se alerta para futuras complicações jurídicas para ambos os lados. A forma correta de adoção é feita através do Fórum da Comarca de Araranguá, envolvendo um pedido formal e registro de adoção.

Segundo a especialista, cerca de metade das adoções em Araranguá são feitas de forma direta, sem registro na comarca, e pede que aqueles que desejam adotar sempre recorram ao processo legal. Atualmente, há 18 crianças e adolescentes em processo de adoção na cidade, com cerca de 60 casais candidatos, porém, a expectativa de acolhimento para adolescentes de 13 anos ou mais é baixa, até mesmo considerando pretendentes de todo o país. Esses adolescentes permanecem sob cuidados do estado até seus 18 anos, após isso o poder publico não possui suporte para essas pessoas.

A entrevistada Ninive Degasperi pede que pessoas que pretendem adotar lembrem-se que o processo deve também incluir crianças mais velhas, além de grupos de irmãos e crianças com deficiência, todos perfis com baixa taxa de adoção. “A adoção não é para o casal, é para a criança, para o adolescente, eles vem para acolher a criança, não o contrário.”, disse a assistente social. Assista a entrevista completa:

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