Três projetos sociais dependem de uma única instituição em Araranguá

Em tempos difíceis saiba como ajudar as ações da Casa do Oleiro que atua em duas frentes importantes

fotos: Portal W3

Em torno de 50 pessoas dependem diretamente dos trabalhos desenvolvidos pela Casa do Oleiro. Entre elas, os funcionários e o público alvo das ações realizadas pela causa abraçada pela assistente social, Marcia Freitas, que ajuda dependentes químicos e também recebe pessoas na única casa de passagem de Araranguá.

[caption id="attachment_62930" align="alignnone" width="400"] Márcia Freitas - fundadora das instituições[/caption]

Tudo começou em 2013 quando Marcia e sua equipe fundou no bairro, Operária, a Casa do Oleiro uma comunidade terapêutica para ajudar no tratamento de dependentes químicos. No local que tem capacidade para receber mensalmente 30 homens com problemas com drogas e álcool, o foco é o acompanhamento espiritual e atividades voltadas para vencer o vício. Mais de dois mil internos já receberam os cuidados da unidade da Casa do Oleiro no bairro, que também oferece tratamento clínico em parceria com a secretaria de Saúde do município que disponibiliza o atendimento especializado com médico psiquiatra, enfermeiros e psicólogos através de um convênio com a entidade.

As necessidades vivenciadas com as pessoas atendidas pela casa e seus familiares – na maioria de classes sociais mais baixas, despertou em Márcia, o desejo de fundar também uma Casa de Passagem, a qual recebeu o mesmo nome: Casa do Oleiro. Sediada no bairro, Mato Alto, a casa tem capacidade de receber 15 pessoas por dia para pernoite sem custo algum. Atualmente oito pessoas estão alojadas na Casa de Passagem. Esta unidade também recebe apoio através de um convênio com a secretaria de Assistência Social, único recurso fixo mensal.

“Em contato com pessoas que tanto precisavam na comunidade terapêutica, vimos que o município necessitava de uma Casa de Passagem, que é diferente de um albergue. Na nossa casa, recebemos acompanhantes de pacientes internados no hospital regional e que não tem onde ficar e como pagar um hotel, recebemos também pessoas que os familiares não podem cuidar por um período, mães que tiveram problemas em casa e precisam passar uma ou duas noites com os filhos em lugar seguro. Todos estes acolhimentos são feitos de graça para pessoas necessitadas”, contou, Marcia.

[caption id="attachment_62931" align="alignnone" width="400"] Casa de Passagem no bairro, Mato Alto[/caption]

Tanto a Comunidade Terapêutica quanto a Casa de Passagem sobrevivem de doações para a manutenção dos projetos. O custo mensal é de R$5 mil cada uma para manter a estrutura. “Graças a Deus mesmo em tempos tão difíceis nunca ficamos sem ter o que estas pessoas comer. Temos muitos voluntários de bom coração. Recebemos ajuda também através de doações, mas sempre é preciso mais porque a demanda de quem precisa de atendimento e apoio está crescendo”, descreve a assistente social que tem mais projetos em mente.

Além das duas instituições, Marcia planeja em breve abrir outra comunidade terapêutica voltada para o público feminino. De acordo com ela, é crescente o número de mulheres que necessitam de tratamento para se livrar do vício da droga, principalmente o crack. “Muitas delas procuram ajuda na nossa unidade na Operária, mas como não temos vagas para mulher não temos como recebê-las. A maioria não tem como custear um tratamento, mas tem vontade de receber ajuda e acompanhamento”.

Para a comunidade terapêutica feminina - que também receberá o nome de Casa do Oleiro integrando o projeto, Marcia já tem um local: uma área de sítio no bairro, Caverazinho. “Já vimos a área, temos a demanda de quinze mulheres para começar, só falta a ajuda financeira para colocar os móveis e deixar a casa ajeitada para recebermos as internas”. Marcia pretende implementar com as internas um trabalho com cultivo de flores e hortaliças, além, é claro, do acompanhamento espiritual e o clínico dado através da parceria com o município.

Os interessados em conhecer os projetos da Casa do Oleiro e conversar com Marcia para saber detalhes de como tudo funciona, bem como ajudar, podem entrar em contato através do telefone (48) 9 9628-7082.

 
fotos: Portal W3

Em torno de 50 pessoas dependem diretamente dos trabalhos desenvolvidos pela Casa do Oleiro. Entre elas, os funcionários e o público alvo das ações realizadas pela causa abraçada pela assistente social, Marcia Freitas, que ajuda dependentes químicos e também recebe pessoas na única casa de passagem de Araranguá.

Márcia Freitas – fundadora das instituições

Tudo começou em 2013 quando Marcia e sua equipe fundou no bairro, Operária, a Casa do Oleiro uma comunidade terapêutica para ajudar no tratamento de dependentes químicos. No local que tem capacidade para receber mensalmente 30 homens com problemas com drogas e álcool, o foco é o acompanhamento espiritual e atividades voltadas para vencer o vício. Mais de dois mil internos já receberam os cuidados da unidade da Casa do Oleiro no bairro, que também oferece tratamento clínico em parceria com a secretaria de Saúde do município que disponibiliza o atendimento especializado com médico psiquiatra, enfermeiros e psicólogos através de um convênio com a entidade.

As necessidades vivenciadas com as pessoas atendidas pela casa e seus familiares – na maioria de classes sociais mais baixas, despertou em Márcia, o desejo de fundar também uma Casa de Passagem, a qual recebeu o mesmo nome: Casa do Oleiro. Sediada no bairro, Mato Alto, a casa tem capacidade de receber 15 pessoas por dia para pernoite sem custo algum. Atualmente oito pessoas estão alojadas na Casa de Passagem. Esta unidade também recebe apoio através de um convênio com a secretaria de Assistência Social, único recurso fixo mensal.

“Em contato com pessoas que tanto precisavam na comunidade terapêutica, vimos que o município necessitava de uma Casa de Passagem, que é diferente de um albergue. Na nossa casa, recebemos acompanhantes de pacientes internados no hospital regional e que não tem onde ficar e como pagar um hotel, recebemos também pessoas que os familiares não podem cuidar por um período, mães que tiveram problemas em casa e precisam passar uma ou duas noites com os filhos em lugar seguro. Todos estes acolhimentos são feitos de graça para pessoas necessitadas”, contou, Marcia.

Casa de Passagem no bairro, Mato Alto

Tanto a Comunidade Terapêutica quanto a Casa de Passagem sobrevivem de doações para a manutenção dos projetos. O custo mensal é de R$5 mil cada uma para manter a estrutura. “Graças a Deus mesmo em tempos tão difíceis nunca ficamos sem ter o que estas pessoas comer. Temos muitos voluntários de bom coração. Recebemos ajuda também através de doações, mas sempre é preciso mais porque a demanda de quem precisa de atendimento e apoio está crescendo”, descreve a assistente social que tem mais projetos em mente.

Além das duas instituições, Marcia planeja em breve abrir outra comunidade terapêutica voltada para o público feminino. De acordo com ela, é crescente o número de mulheres que necessitam de tratamento para se livrar do vício da droga, principalmente o crack. “Muitas delas procuram ajuda na nossa unidade na Operária, mas como não temos vagas para mulher não temos como recebê-las. A maioria não tem como custear um tratamento, mas tem vontade de receber ajuda e acompanhamento”.

Para a comunidade terapêutica feminina – que também receberá o nome de Casa do Oleiro integrando o projeto, Marcia já tem um local: uma área de sítio no bairro, Caverazinho. “Já vimos a área, temos a demanda de quinze mulheres para começar, só falta a ajuda financeira para colocar os móveis e deixar a casa ajeitada para recebermos as internas”. Marcia pretende implementar com as internas um trabalho com cultivo de flores e hortaliças, além, é claro, do acompanhamento espiritual e o clínico dado através da parceria com o município.

Os interessados em conhecer os projetos da Casa do Oleiro e conversar com Marcia para saber detalhes de como tudo funciona, bem como ajudar, podem entrar em contato através do telefone (48) 9 9628-7082.

 

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