Sombrio tem mais empresas abertas que Araranguá e Criciúma neste período de pandemia

Em meio ao caos provocado pelo Coronavírus, e o temor das consequências na economia, empreendedores continuam se arriscando e tentando um espaço no concorrido mercado de negócios.

Os números seguem otimistas em alguns aspectos e muitos CNPJ’s foram registrados entre março e maio nos municípios catarineses com a criação de novas empresas como é o caso de Sombrio, que tem 147 novas empresas cadastradas entre março e maio deste ano. Em 2019, no mesmo período, foram 100 novos CNPJ’s.

De acordo com o secretário de Administração e Finanças, José Januário, os empreendedores exergam Sombrio como uma oportunidade. Apesar do município não oferecer incentivos fiscais para a instalação de novas empresas, outros atrativos são considerados. “Sombrio é bem centralizado, tem um futuro promissor. O prefeito criou mecanismos para mostrar que estamos crescendo com uma estrutura muito boa”, argumentou.

Já em Araranguá os números são diferentes. De acordo com a diretoria de Indústria e Comércio, houve queda no registro de novas empresas neste período de crise. Em 2019, entre março e maio foram castradas 170 novas empresas, enquanto que em 2020 - nos últimos três meses - 100 novos CNPJ’s. São setenta empresas a menos neste ano.

Para o diretor da pasta em Araranguá, Fabrício dos Santos Segundo, apesar dos números, a situação ainda é otimista considerando dados anteriores que devem influenciar na economia deste ano. “Quero pontuar que em 2019 ficamos na 20° posição do ranking das 295 cidades do Estado que mais abriram empresas, com 927 novos CNPJ’s, segundo dados da Jucesc. Também ficamos em 22° no ranking das 50 cidades com mais empresas ativas em todo o Estado, registrando 7.958 empresas”, mencionou.

Mesma situação se encontra em Criciúma que divulgou recentemente um levantamento da Diretoria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação apurando que neste ano houve queda de 23% na criação de novas empresas entre março e maio. Os dados mostram que em 2020 somam-se 274 novos CNPJ’s na cidade. "Muitos destes que abriram os seus negócios, foram pessoas que perderam os seus empregos e que perceberam, na abertura, uma possibilidade de sobrevivência", avaliou o diretor da pasta, Claiton Pacheco.

Em meio ao caos provocado pelo Coronavírus, e o temor das consequências na economia, empreendedores continuam se arriscando e tentando um espaço no concorrido mercado de negócios.

Os números seguem otimistas em alguns aspectos e muitos CNPJ’s foram registrados entre março e maio nos municípios catarineses com a criação de novas empresas como é o caso de Sombrio, que tem 147 novas empresas cadastradas entre março e maio deste ano. Em 2019, no mesmo período, foram 100 novos CNPJ’s.

De acordo com o secretário de Administração e Finanças, José Januário, os empreendedores exergam Sombrio como uma oportunidade. Apesar do município não oferecer incentivos fiscais para a instalação de novas empresas, outros atrativos são considerados. “Sombrio é bem centralizado, tem um futuro promissor. O prefeito criou mecanismos para mostrar que estamos crescendo com uma estrutura muito boa”, argumentou.

Já em Araranguá os números são diferentes. De acordo com a diretoria de Indústria e Comércio, houve queda no registro de novas empresas neste período de crise. Em 2019, entre março e maio foram castradas 170 novas empresas, enquanto que em 2020 – nos últimos três meses – 100 novos CNPJ’s. São setenta empresas a menos neste ano.

Para o diretor da pasta em Araranguá, Fabrício dos Santos Segundo, apesar dos números, a situação ainda é otimista considerando dados anteriores que devem influenciar na economia deste ano. “Quero pontuar que em 2019 ficamos na 20° posição do ranking das 295 cidades do Estado que mais abriram empresas, com 927 novos CNPJ’s, segundo dados da Jucesc. Também ficamos em 22° no ranking das 50 cidades com mais empresas ativas em todo o Estado, registrando 7.958 empresas”, mencionou.

Mesma situação se encontra em Criciúma que divulgou recentemente um levantamento da Diretoria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação apurando que neste ano houve queda de 23% na criação de novas empresas entre março e maio. Os dados mostram que em 2020 somam-se 274 novos CNPJ’s na cidade. “Muitos destes que abriram os seus negócios, foram pessoas que perderam os seus empregos e que perceberam, na abertura, uma possibilidade de sobrevivência”, avaliou o diretor da pasta, Claiton Pacheco.

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