Senhora pede por ajuda após ter casa invadida e ser espancada

Um dos supostos agressores teria sido seu próprio filho, e agora precisa da solidariedade para reconquistar o que perdeu

Segurando uma placa com a frase “Aceito doação para comprar geladeira e armário ou balcão de cozinha” no Centro de Araranguá, Merlania Marcelino, de 59 anos, pede ajuda para quem passa por ali.

Há duas semanas, Merlania teve sua casa invadida por homens e foi espancada brutalmente por eles. Entre os criminosos, estava um de seus filhos, que segundo ela, é usuário de drogas.

A mulher conta que ao entrarem em sua casa, os homens começaram a agredí-la. Merlania relata que após levar um tapa começou a ter uma crise de epilepsia. Todos os bens de valor foram levados e o restante das coisas foram quebradas. Antes de ir embora, os assaltantes espancaram a vítima com um cabo de vassoura.

O crime ocorreu há duas semanas, Merlania conta que registrou um Boletim de Ocorrência e que os responsáveis já foram pegos, mas o que foi levado pelos assaltantes ainda não foi recuperado. Desde então, ela vem às ruas pedir através de doações o que foi roubado. “Estou aqui pedindo ajudinha para comprar uma geladeira, um fogão e um armário. Também preciso de roupa de frio e calçados, pois eles levaram tudo o que eu tinha”.

Ao ser questionada como faz para sobreviver, ela respondeu que os papéis para a aposentaria já foram enviados, mas que o benefício junto ao INSS ainda não foi concedido. Atualmente, ela depende da ajuda de outras pessoas, além de receber uma cesta básica mensalmente do CRAS do município. E mesmo com problemas de saúde, quando surge a oportunidade, Merlania conta que faz faxinas.

O contato para ajudar Merlania é (48) 9 9936-0797 - por se tratar de um celular simples, não há WhatsApp. Ao ser questionada sobre o seu endereço, ela relatou de maneira confusa, que mora entre os bairros Lagoão e Mato Alto em um conjunto habitacional dado pela prefeitura. Segundo ela, o local é conhecido como “Canguru”. Pela descrição dada, Merlania é possivelmente moradora do Residencial Flor de Campo, na “rua do meio ou segunda rua”, no bloco 5, apartamento 6. Quem quiser ajudá-la, também é possível ver ela pelo Centro.

Segurando uma placa com a frase “Aceito doação para comprar geladeira e armário ou balcão de cozinha” no Centro de Araranguá, Merlania Marcelino, de 59 anos, pede ajuda para quem passa por ali.

Há duas semanas, Merlania teve sua casa invadida por homens e foi espancada brutalmente por eles. Entre os criminosos, estava um de seus filhos, que segundo ela, é usuário de drogas.

A mulher conta que ao entrarem em sua casa, os homens começaram a agredí-la. Merlania relata que após levar um tapa começou a ter uma crise de epilepsia. Todos os bens de valor foram levados e o restante das coisas foram quebradas. Antes de ir embora, os assaltantes espancaram a vítima com um cabo de vassoura.

O crime ocorreu há duas semanas, Merlania conta que registrou um Boletim de Ocorrência e que os responsáveis já foram pegos, mas o que foi levado pelos assaltantes ainda não foi recuperado. Desde então, ela vem às ruas pedir através de doações o que foi roubado. “Estou aqui pedindo ajudinha para comprar uma geladeira, um fogão e um armário. Também preciso de roupa de frio e calçados, pois eles levaram tudo o que eu tinha”.

Ao ser questionada como faz para sobreviver, ela respondeu que os papéis para a aposentaria já foram enviados, mas que o benefício junto ao INSS ainda não foi concedido. Atualmente, ela depende da ajuda de outras pessoas, além de receber uma cesta básica mensalmente do CRAS do município. E mesmo com problemas de saúde, quando surge a oportunidade, Merlania conta que faz faxinas.

O contato para ajudar Merlania é (48) 9 9936-0797 – por se tratar de um celular simples, não há WhatsApp. Ao ser questionada sobre o seu endereço, ela relatou de maneira confusa, que mora entre os bairros Lagoão e Mato Alto em um conjunto habitacional dado pela prefeitura. Segundo ela, o local é conhecido como “Canguru”. Pela descrição dada, Merlania é possivelmente moradora do Residencial Flor de Campo, na “rua do meio ou segunda rua”, no bloco 5, apartamento 6. Quem quiser ajudá-la, também é possível ver ela pelo Centro.

Compartilhe

Voltar às notícias