Segundo semestre começa com menos 47 empresas em Araranguá

Apesar das baixas a situação não é considerada grave. Aciva se mobiliza com ações para ajudar empresários

Desde março quando iniciou a pandemia de Covid-19 e todos os setores econômicos começaram a discutir os efeitos que ela causaria em suas atividades, não se imaginava como seria conduzir a situação e contornar os problemas gerados.

Em quatro meses de crise, o município de Araranguá registra a baixa de 47 empresas. Estes dados foram solicitados ao diretor de Indústria e Comércio do município na última semana de junho. Uma das empresas do ramo comercial que fechou, foi a Taqi, do grupo gaúcho Herval. A loja situada na Av. Sete de Setembro deixou a cidade há mais de um mês e até o fechamento desta edição, nossa reportagem não obteve resposta da gerência para saber os reais motivos.

De acordo com o levantamento apresentado por Fabrício Santos Segundo, que responde pela pasta no município, o resultado leva em conta todas as empresas que deixaram de funcionar no período. “Apesar das baixas ainda estamos com saldo positivo, porque de março a maio foram abertas cem novas empresas no município mesmo com a insegurança do que viria pela frente com a pandemia. A grande maioria deste quarenta e sete casos tem relação direta com a crise do Coronavírus, mas pelo que acompanhamos em outras regiões e municípios, a situação em Araranguá não é grave, basta analisarmos a proporção das novas empresas e as que deram baixa. Mas estamos monitorando a situação e os dados para buscar soluções caso a crise se agrave”, avaliou.

Em maio, inclusive, o Portal W3, tratou em uma matéria o número de empresas abertas nos primeiros meses da pandemia, comparando a situação e proporção com Sombrio e Criciúma. Confira em: https://bit.ly/2ZJM0iX.

 

Aciva se mobiliza

A associação empresarial, Aciva, sentiu na própria pele os efeitos da crise com algumas desfiliações. Mas a entidade entende que a região Sul Catarinense não vai ter consequências tão drásticas, já que tem comportamento cultural diferente de outras regiões do estado, por exemplo. “Na nossa região a agricultura é forte, por isso, acredito que não sentiremos tanto. Algumas empresas estão fechando, mas será possível nos reerguer em breve”, analisou o cenário o presidente da associação, Beto Sasso.

A Aciva planejou para este segundo semestre uma série de ações gratuitas para ajudar o empresariado. “Disponibilizaremos consultorias gratuitas com alguns diretores da associação de forma voluntária. Esperamos um bom resultado. Vamos focar nas empresas que estão  iniciando suas atividades, mas não descartamos receber também aquelas que precisam se reinventar, todos podem participar”, afirmou.

De acordo com Sasso, será fornecido um programa de consultoria em algumas áreas com palestras e o chamado “primeiros passos de uma empresa”. “Temos que mudar forma de vender e trabalhar”, considerou.

Desde março quando iniciou a pandemia de Covid-19 e todos os setores econômicos começaram a discutir os efeitos que ela causaria em suas atividades, não se imaginava como seria conduzir a situação e contornar os problemas gerados.

Em quatro meses de crise, o município de Araranguá registra a baixa de 47 empresas. Estes dados foram solicitados ao diretor de Indústria e Comércio do município na última semana de junho. Uma das empresas do ramo comercial que fechou, foi a Taqi, do grupo gaúcho Herval. A loja situada na Av. Sete de Setembro deixou a cidade há mais de um mês e até o fechamento desta edição, nossa reportagem não obteve resposta da gerência para saber os reais motivos.

De acordo com o levantamento apresentado por Fabrício Santos Segundo, que responde pela pasta no município, o resultado leva em conta todas as empresas que deixaram de funcionar no período. “Apesar das baixas ainda estamos com saldo positivo, porque de março a maio foram abertas cem novas empresas no município mesmo com a insegurança do que viria pela frente com a pandemia. A grande maioria deste quarenta e sete casos tem relação direta com a crise do Coronavírus, mas pelo que acompanhamos em outras regiões e municípios, a situação em Araranguá não é grave, basta analisarmos a proporção das novas empresas e as que deram baixa. Mas estamos monitorando a situação e os dados para buscar soluções caso a crise se agrave”, avaliou.

Em maio, inclusive, o Portal W3, tratou em uma matéria o número de empresas abertas nos primeiros meses da pandemia, comparando a situação e proporção com Sombrio e Criciúma. Confira em: https://bit.ly/2ZJM0iX.

 

Aciva se mobiliza

A associação empresarial, Aciva, sentiu na própria pele os efeitos da crise com algumas desfiliações. Mas a entidade entende que a região Sul Catarinense não vai ter consequências tão drásticas, já que tem comportamento cultural diferente de outras regiões do estado, por exemplo. “Na nossa região a agricultura é forte, por isso, acredito que não sentiremos tanto. Algumas empresas estão fechando, mas será possível nos reerguer em breve”, analisou o cenário o presidente da associação, Beto Sasso.

A Aciva planejou para este segundo semestre uma série de ações gratuitas para ajudar o empresariado. “Disponibilizaremos consultorias gratuitas com alguns diretores da associação de forma voluntária. Esperamos um bom resultado. Vamos focar nas empresas que estão  iniciando suas atividades, mas não descartamos receber também aquelas que precisam se reinventar, todos podem participar”, afirmou.

De acordo com Sasso, será fornecido um programa de consultoria em algumas áreas com palestras e o chamado “primeiros passos de uma empresa”. “Temos que mudar forma de vender e trabalhar”, considerou.

Compartilhe

Voltar às notícias