São quase 1.300 casos positivos para Covid-19 na AMESC

Todos os leitos do setor Covid-19 e infectologia do HRA estão ocupados

Por Dyessica Abadi

A última semana de julho começa com o total de 1.290 casos confirmados de Covid-19 no Extremo Sul Catarinense, desde o início da pandemia. No último fim de semana, houve um aumento de 115 casos desde sexta-feira, 24 — sendo uma média de 38 novos positivados por dia na região.

Esses dados são superiores aos registrados no penúltimo final de semana. Saiba mais clicando aqui.

O Boletim Epidemiológico da Associação dos Municípios (AMESC) divulgado nesta segunda-feira, 27, revela que dos 1.290 positivados para o vírus, 795 estão recuperados — a taxa de curados na região da AMESC é de 62,6%. Atualmente, a taxa de letalidade é de 1,6%.

O gráfico abaixo é interativo e registra o crescimentos de casos no mês de Julho de 2020. A linha verde demonstra os casos confirmados com Covid-19 na AMESC; a amarela registra a quantidade de suspeitos; já a azul revela o total de recuperados pelo vírus; e a linha em preto apresenta o número de mortos.

Clique ou passe o cursor sobre os pontos das linhas — assim, você terá acesso aos números registrados pelos Boletins Epidemiológicos.



Todos os leitos do setor Covid-19 e infectologia do HRA estão ocupados


De acordo com o boletim da AMESC, a ocupação dos leitos do Hospital Regional de Araranguá (HRA) estava em 57% até quinta-feira, 16 de julho, às 17h. Entretanto, de acordo com a professora e pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Ione Schneider, responsável pela elaboração do boletim epidemiológico da AMESC, esse dado é referente à ocupação total do hospital, incluindo outras alas que não apenas a de Covid-19 e infectologia.

"Tem outras alas que não são descritas (no informativo), como a maternidade e a pediatria, por exemplo. Tudo isso entra na ocupação geral do hospital", explica a pesquisadora.

Logo, segundo os dados, a ocupação de leitos da UTI Covid-19 e do setor de infectologia é de 100% — dos 10 leitos da UTI Covid-19, todos estão ocupados; entre os 6 leitos do setor de infectologia,  todos estão ocupados.

Idade média das vítimas fatais de Covid-19 na AMESC é de 65 anos e com comorbidades


A reportagem especial do Portal W3 desta semana buscou avaliar os dados sobre as 21 mortes causadas por Covid-19 na região do Extremo Sul Catarinense com o objetivo de entender quem são as principais vítimas fatais do vírus. Foi realizada a coleta de dados divulgados pelas prefeituras municipais de sete municípios: Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Jacinto Machado, Meleiro, Santa Rosa do Sul e Sombrio.

A coleta de dados revelou que a idade média das vítimas fatais por Covid-19 na AMESC é de 65 anos. Das 21 mortes que ocorreram na região, 13 eram de pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos — ou seja, um percentual de 61,9% dos óbitos são de idosos. Além disso, 84,6% das vítimas fatais nessa faixa etária possuíam histórico de comorbidades (apenas 2 desses pacientes, em Sombrio e Meleiro cada, não tiveram seu histórico de saúde informados).

Para saber mais, leia a reportagem especial na íntegra clicando aqui.

 

Por Dyessica Abadi

A última semana de julho começa com o total de 1.290 casos confirmados de Covid-19 no Extremo Sul Catarinense, desde o início da pandemia. No último fim de semana, houve um aumento de 115 casos desde sexta-feira, 24 — sendo uma média de 38 novos positivados por dia na região.

Esses dados são superiores aos registrados no penúltimo final de semana. Saiba mais clicando aqui.

O Boletim Epidemiológico da Associação dos Municípios (AMESC) divulgado nesta segunda-feira, 27, revela que dos 1.290 positivados para o vírus, 795 estão recuperados — a taxa de curados na região da AMESC é de 62,6%. Atualmente, a taxa de letalidade é de 1,6%.

O gráfico abaixo é interativo e registra o crescimentos de casos no mês de Julho de 2020. A linha verde demonstra os casos confirmados com Covid-19 na AMESC; a amarela registra a quantidade de suspeitos; já a azul revela o total de recuperados pelo vírus; e a linha em preto apresenta o número de mortos.

Clique ou passe o cursor sobre os pontos das linhas — assim, você terá acesso aos números registrados pelos Boletins Epidemiológicos.

Todos os leitos do setor Covid-19 e infectologia do HRA estão ocupados

De acordo com o boletim da AMESC, a ocupação dos leitos do Hospital Regional de Araranguá (HRA) estava em 57% até quinta-feira, 16 de julho, às 17h. Entretanto, de acordo com a professora e pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Ione Schneider, responsável pela elaboração do boletim epidemiológico da AMESC, esse dado é referente à ocupação total do hospital, incluindo outras alas que não apenas a de Covid-19 e infectologia.

“Tem outras alas que não são descritas (no informativo), como a maternidade e a pediatria, por exemplo. Tudo isso entra na ocupação geral do hospital”, explica a pesquisadora.

Logo, segundo os dados, a ocupação de leitos da UTI Covid-19 e do setor de infectologia é de 100% — dos 10 leitos da UTI Covid-19, todos estão ocupados; entre os 6 leitos do setor de infectologia,  todos estão ocupados.

Idade média das vítimas fatais de Covid-19 na AMESC é de 65 anos e com comorbidades

A reportagem especial do Portal W3 desta semana buscou avaliar os dados sobre as 21 mortes causadas por Covid-19 na região do Extremo Sul Catarinense com o objetivo de entender quem são as principais vítimas fatais do vírus. Foi realizada a coleta de dados divulgados pelas prefeituras municipais de sete municípios: Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Jacinto Machado, Meleiro, Santa Rosa do Sul e Sombrio.

A coleta de dados revelou que a idade média das vítimas fatais por Covid-19 na AMESC é de 65 anos. Das 21 mortes que ocorreram na região, 13 eram de pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos — ou seja, um percentual de 61,9% dos óbitos são de idosos. Além disso, 84,6% das vítimas fatais nessa faixa etária possuíam histórico de comorbidades (apenas 2 desses pacientes, em Sombrio e Meleiro cada, não tiveram seu histórico de saúde informados).

Para saber mais, leia a reportagem especial na íntegra clicando aqui.

 

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