Rolando Christian Coelho: PTB de Araranguá deve se dividir entre Ricardo e César  

Líderes políticos ligados ao PTB, solicitando o devido sigilo da fonte, entraram em contato para dizer que partido “até poderá estar oficialmente dentro da campanha de Ricardo Ghellere (PRTB), mas não estará na sua essência”. O PTB vinha sendo anunciado como uma das cinco legendas de apoio à candidatura do empresário César Cesa (MDB) ao executivo municipal. No final de semana, no entanto, o partido oficializou seu ingresso na aliança que é encabeçada pelo PRTB de Ghellere. Ao que tudo levar a crer, se trata de mais uma daquelas situações em que a legenda está dividida em relação a seu futuro, e, por conta disto, não traça um caminho único. Pelo andar da carruagem, é provável que parte do PTB fique com Ricardo e outra parte com César Cesa.


Moisés está tendo mais sorte que juízo 


Governador Carlos Moisés da Silva (PSL) está tendo mais sorte do que juízo. Inexperiente, acreditou que pudesse governar sem apoio da Assembleia Legislativa. Como resultado, além de não aprovar nenhum projeto de relevância do parlamento, já acumula quase dez pedidos de impeachment nas gavetas da Mesa Diretora da Assembleia, além de um, que está em tramitação.


Para sorte do governador, ele conseguiu expediente judicial que congelou a tramitação de seu pedido de impeachment em tramitação, quando este estava prestes a decolar. Foi o tempo necessário para que, com moral, conversasse com líderes do MDB e Progressistas, propondo um governo de coalisão. Revigorado com a possibilidade, emendou sua sorte com o início das discussões mais acaloradas em torno da eleição municipal deste ano. Por óbvio, os deputados estão muito mais preocupados com suas bases eleitorais neste momento, do que com o impeachment de Carlos Moisés. Ele que espere. Em sendo assim, enquanto espera, articula, amarra, faz trocas. Quando o tema voltar à tona, voltará moribundo, quase sepultado. Para quem não tem juízo, sorte é fundamental.


Situação em Balneário Gaivota ainda não se definiu  


Partidos de situação ainda não bateram martelo quanto a candidatura majoritária que os irá representar no pleito municipal deste ano. Grande problema é que não se chega a um consenso quanto a qual sigla deva ocupar a cabeça de chapa, qual deva ser a vice, e quais irão meramente apoiar a dobradinha. Em princípio, PSD, MDB, Progressistas, PT e PL estão nesta aliança. Num primeiro momento, havia sido lançada as pré-candidaturas do atual vice-prefeito, Evânio Machado, o Machadinho (PSD), a prefeito, e do vereador Guidi Matos (MDB) a vice. A dupla, no entanto, desistiu da corrida sucessória, e agora outros dois nomes precisam ser lançados. Todavia, não há, por ora, consenso sobre quais partidos estariam na majoritária, e quais nomes os representariam. Vale lembrar que as convenções não começaram ainda, e que, por conta disto, ainda há tempo para a escolha.


PDT de Sombrio não tem consenso quanto a indicação do vice 


Em nota à imprensa, PDT de Sombrio diz que partido não tem um nome oficial, definitivo, para indicar para a vaga de vice da candidata à prefeita Gislaine Cunha (MDB). Em princípio, a sigla diz que quer ser vice, mas que a escolha do indicado será feita de forma consensual dentro do partido, e, em seguida, dentro da coligação que orbita a candidatura emedebista. Dentre os que são citados para compor como vice, estão os vereadores Cacai Amorim e João Roseno, o ex-vereador Celso Rogério de Souza, e o funcionário público Sandoval Ferreira, que era o pré-candidato a prefeito pelo PDT, antes da sigla se irmanar ao MDB. Dentre eles, Cacai prega a ideia de que a indicação se dê através de pesquisa eleitoral, indicando-se, por óbvio, aquele que se sair melhor nela.


Convenções começar na próxima segunda-feira  


Convenções municipais começam a ser realizadas na próxima segunda-feira, 31. A partir de então, elas se estendem até o dia 16 de setembro. Este é o período em que os partidos e coligações têm para oficializar seus candidatos a prefeito e a vice. No mesmo período, as candidaturas de vereadores também precisam ser oficializadas, lembrando que, neste caso, não há mais possibilidade de coligações. A partir do dia 17 as candidaturas já estarão aptas a ter seus registros expedidos pela Justiça Eleitoral. O prazo da Justiça para oficializar todos os registros vai até dia 26 de setembro. A partir do dia 27 começa a campanha propriamente dita, que se estende até o dia 14 de novembro. No dia 15 acontece a eleição. Em nossa região, por enquanto, apenas a dobradinha PSDB/MDB, de Santa Rosa do Sul, já marcou sua convenção. Ela deve acontecer no dia 1º de setembro.


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Líderes políticos ligados ao PTB, solicitando o devido sigilo da fonte, entraram em contato para dizer que partido “até poderá estar oficialmente dentro da campanha de Ricardo Ghellere (PRTB), mas não estará na sua essência”. O PTB vinha sendo anunciado como uma das cinco legendas de apoio à candidatura do empresário César Cesa (MDB) ao executivo municipal. No final de semana, no entanto, o partido oficializou seu ingresso na aliança que é encabeçada pelo PRTB de Ghellere. Ao que tudo levar a crer, se trata de mais uma daquelas situações em que a legenda está dividida em relação a seu futuro, e, por conta disto, não traça um caminho único. Pelo andar da carruagem, é provável que parte do PTB fique com Ricardo e outra parte com César Cesa.

Moisés está tendo mais sorte que juízo 

Governador Carlos Moisés da Silva (PSL) está tendo mais sorte do que juízo. Inexperiente, acreditou que pudesse governar sem apoio da Assembleia Legislativa. Como resultado, além de não aprovar nenhum projeto de relevância do parlamento, já acumula quase dez pedidos de impeachment nas gavetas da Mesa Diretora da Assembleia, além de um, que está em tramitação.

Para sorte do governador, ele conseguiu expediente judicial que congelou a tramitação de seu pedido de impeachment em tramitação, quando este estava prestes a decolar. Foi o tempo necessário para que, com moral, conversasse com líderes do MDB e Progressistas, propondo um governo de coalisão. Revigorado com a possibilidade, emendou sua sorte com o início das discussões mais acaloradas em torno da eleição municipal deste ano. Por óbvio, os deputados estão muito mais preocupados com suas bases eleitorais neste momento, do que com o impeachment de Carlos Moisés. Ele que espere. Em sendo assim, enquanto espera, articula, amarra, faz trocas. Quando o tema voltar à tona, voltará moribundo, quase sepultado. Para quem não tem juízo, sorte é fundamental.

Situação em Balneário Gaivota ainda não se definiu  

Partidos de situação ainda não bateram martelo quanto a candidatura majoritária que os irá representar no pleito municipal deste ano. Grande problema é que não se chega a um consenso quanto a qual sigla deva ocupar a cabeça de chapa, qual deva ser a vice, e quais irão meramente apoiar a dobradinha. Em princípio, PSD, MDB, Progressistas, PT e PL estão nesta aliança. Num primeiro momento, havia sido lançada as pré-candidaturas do atual vice-prefeito, Evânio Machado, o Machadinho (PSD), a prefeito, e do vereador Guidi Matos (MDB) a vice. A dupla, no entanto, desistiu da corrida sucessória, e agora outros dois nomes precisam ser lançados. Todavia, não há, por ora, consenso sobre quais partidos estariam na majoritária, e quais nomes os representariam. Vale lembrar que as convenções não começaram ainda, e que, por conta disto, ainda há tempo para a escolha.

PDT de Sombrio não tem consenso quanto a indicação do vice 

Em nota à imprensa, PDT de Sombrio diz que partido não tem um nome oficial, definitivo, para indicar para a vaga de vice da candidata à prefeita Gislaine Cunha (MDB). Em princípio, a sigla diz que quer ser vice, mas que a escolha do indicado será feita de forma consensual dentro do partido, e, em seguida, dentro da coligação que orbita a candidatura emedebista. Dentre os que são citados para compor como vice, estão os vereadores Cacai Amorim e João Roseno, o ex-vereador Celso Rogério de Souza, e o funcionário público Sandoval Ferreira, que era o pré-candidato a prefeito pelo PDT, antes da sigla se irmanar ao MDB. Dentre eles, Cacai prega a ideia de que a indicação se dê através de pesquisa eleitoral, indicando-se, por óbvio, aquele que se sair melhor nela.

Convenções começar na próxima segunda-feira  

Convenções municipais começam a ser realizadas na próxima segunda-feira, 31. A partir de então, elas se estendem até o dia 16 de setembro. Este é o período em que os partidos e coligações têm para oficializar seus candidatos a prefeito e a vice. No mesmo período, as candidaturas de vereadores também precisam ser oficializadas, lembrando que, neste caso, não há mais possibilidade de coligações. A partir do dia 17 as candidaturas já estarão aptas a ter seus registros expedidos pela Justiça Eleitoral. O prazo da Justiça para oficializar todos os registros vai até dia 26 de setembro. A partir do dia 27 começa a campanha propriamente dita, que se estende até o dia 14 de novembro. No dia 15 acontece a eleição. Em nossa região, por enquanto, apenas a dobradinha PSDB/MDB, de Santa Rosa do Sul, já marcou sua convenção. Ela deve acontecer no dia 1º de setembro.

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