Reunião com prefeitos e caminhoneiros vai debater proibição de tráfego pesado em rodovias

Na segunda-feira, 17, às 14 horas, os prefeitos de Maracajá, Arlindo Rocha, e de Araranguá, Mariano Mazzuco, se reúnem com representantes de motoristas de caminhão que transportam minérios do distrito de Hercílio Luz. O encontro tem como pauta o decreto municipal que proíbe o tráfego de veículos de grande porte em três rodovia maracajaenses. A agenda resultou da manifestação de caminhoneiros na manhã de sábado, 15.

A reunião da próxima segunda-feira foi definida pelo prefeito de Maracajá e lideranças que organizaram a manifestação deste sábado, quando em torno de 30 caminhões, 95% deles om placas de Araranguá, liderados por um trio elétrico chegaram ao Paço Municipal Astir Demétrio da Rocha, no Centro Histórico de Maracajá, onde o prefeito Arlindo Rocha aguardava os manifestantes. O prefeito ouviu os discursos de lideranças e apesar de inicialmente acordado, Arlindo não teve direito de falar aos manifestantes.

“Só temos a lamentar, nos dispusemos a receber os manifestantes em respeito a organização e manifestação popular, que consideramos da mais alta importância, mas não nos foi dado o direito de fazer o contraditório, de expor nossas razões e, sobretudo, de consolidar nossa disposição de dialogar, debater e encontrar uma solução que contente a todos”, disse o prefeito. Segundo ele, com o decreto proibindo tráfego de veículos com mais de 10 toneladas atende interesses de mais de 300 famílias que moram ao longo das três rodovias.

“Baixamos o decreto depois de reuniões com as comunidades do Encruzo do Barro  Vermelho e Espigão da Toca, que há anos sofrem com o impacto de poeira, barro, poluição sonora e insegurança provocada pelo tráfego de centenas de caminhões todos os dias, além disso, temos obrigação de proteger o patrimônio público do município, no caso, a pavimentação asfáltica que está sendo realizada e que será paga pelos maracajaenses”, acrescentou o prefeito Arlindo Rocha.

O prefeito maracajaense entende que é possível manter a atividade econômica no distrito de Araranguá, o transporte destes minérios transitar pelas rodovias de Maracajá. Mas, para isso é necessário que existam compensações e ajustamentos e os interesses de algumas empresas não só impactem no cotidiano de centenas de famílias, apenas para atender interesses econômicos. “Esperamos encontrar alternativas e soluções que atendam necessidades de todos e todos os participantes da reunião terão direito de se manifestar”, finaliza Arlindo.

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Fonte: Assessoria de Imprensa

Na segunda-feira, 17, às 14 horas, os prefeitos de Maracajá, Arlindo Rocha, e de Araranguá, Mariano Mazzuco, se reúnem com representantes de motoristas de caminhão que transportam minérios do distrito de Hercílio Luz. O encontro tem como pauta o decreto municipal que proíbe o tráfego de veículos de grande porte em três rodovia maracajaenses. A agenda resultou da manifestação de caminhoneiros na manhã de sábado, 15.

A reunião da próxima segunda-feira foi definida pelo prefeito de Maracajá e lideranças que organizaram a manifestação deste sábado, quando em torno de 30 caminhões, 95% deles om placas de Araranguá, liderados por um trio elétrico chegaram ao Paço Municipal Astir Demétrio da Rocha, no Centro Histórico de Maracajá, onde o prefeito Arlindo Rocha aguardava os manifestantes. O prefeito ouviu os discursos de lideranças e apesar de inicialmente acordado, Arlindo não teve direito de falar aos manifestantes.

“Só temos a lamentar, nos dispusemos a receber os manifestantes em respeito a organização e manifestação popular, que consideramos da mais alta importância, mas não nos foi dado o direito de fazer o contraditório, de expor nossas razões e, sobretudo, de consolidar nossa disposição de dialogar, debater e encontrar uma solução que contente a todos”, disse o prefeito. Segundo ele, com o decreto proibindo tráfego de veículos com mais de 10 toneladas atende interesses de mais de 300 famílias que moram ao longo das três rodovias.

“Baixamos o decreto depois de reuniões com as comunidades do Encruzo do Barro  Vermelho e Espigão da Toca, que há anos sofrem com o impacto de poeira, barro, poluição sonora e insegurança provocada pelo tráfego de centenas de caminhões todos os dias, além disso, temos obrigação de proteger o patrimônio público do município, no caso, a pavimentação asfáltica que está sendo realizada e que será paga pelos maracajaenses”, acrescentou o prefeito Arlindo Rocha.

O prefeito maracajaense entende que é possível manter a atividade econômica no distrito de Araranguá, o transporte destes minérios transitar pelas rodovias de Maracajá. Mas, para isso é necessário que existam compensações e ajustamentos e os interesses de algumas empresas não só impactem no cotidiano de centenas de famílias, apenas para atender interesses econômicos. “Esperamos encontrar alternativas e soluções que atendam necessidades de todos e todos os participantes da reunião terão direito de se manifestar”, finaliza Arlindo.

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