Quem é Amandio João da Silva Junior, o novo chefe da casa Civil

Decisões importantes saem da secretaria que é ligada diretamente ao governador, Carlos Moisés

Através de nota o Governo do Estado informou na noite de domingo, 10, que Amandio João da Silva Junior, ex-secretário adjunto do Desenvolvimento Econômico e Sustentável, será o novo Chefe da Casa Civil. Ele assume a função hoje, 11, e passa a compor a equipe de Governo no lugar de Douglas Borba, que pediu exoneração no final de semana em meio a crise que afronta o Executivo por conta da compra fraudulenta dos respiradores na quantia de R$33 milhões.

Borba foi mencionado no esquema da compra dos equipamentos e pediu a saída do governo para, segundo ele, cuidar de sua defesa e contribuir melhor nas investigações sem vínculo com a administração.

A nota quanto à nomeação de Amandio ainda diz que o trabalho segue constante sem maiores informações sobre as providências que estão sendo tomadas quanto a menção a um processo administrativo para investigar o fato dos respiradores. “A estrutura governamental segue ativa e atuante em todas as demais áreas, além da Saúde, garantindo a quem vive em nosso Estado a manutenção dos serviços essenciais e a continuidade dos projetos e ações de Governo. Unidos venceremos mais este desafio”, diz o comunicado.

O novo secretário é de Rio do Sul, ex-presidente da Facisc, tem ligação com o PSL, mesmo partido do governador, Carlos Moisés. É empresário do ramo de serviços, no segmento de telecomunicações.

Operação do Gaeco

As investigações para apurar a compra fraudulenta dos respiradores com a empresa Veigamed continuam. No final de semana, uma operação do Gaeco em 4 estados brasileiros recuperou R$11 milhões, mas os detalhes seguem em segredo de justiça para não atrapalhar o trabalho do grupo que considera a atuação de uma quadrilha organizada com o envolvimento de agentes públicos catarinenses. (https://portalw3.com.br/gaeco-confirma-sequestro-de-r11-milhoes-na-operacao-de-hoje/)



Depois que o caso tomou proporção e o governo vem recebendo inúmeras críticas, dois secretários declinaram, Douglas Borba (Casa Civil) e Helton Zeferino (Saúde). Seus nomes são alvo das investigações do Gaeco.

Na Assembleia Legislativa, o assunto da mudança na Casa Civil e o resultado da operação do sábado, 19, devem repercutir nesta segunda. Existe ainda, a expectativa de um movimento que pede o impeachment de Moisés.

Através de nota o Governo do Estado informou na noite de domingo, 10, que Amandio João da Silva Junior, ex-secretário adjunto do Desenvolvimento Econômico e Sustentável, será o novo Chefe da Casa Civil. Ele assume a função hoje, 11, e passa a compor a equipe de Governo no lugar de Douglas Borba, que pediu exoneração no final de semana em meio a crise que afronta o Executivo por conta da compra fraudulenta dos respiradores na quantia de R$33 milhões.

Borba foi mencionado no esquema da compra dos equipamentos e pediu a saída do governo para, segundo ele, cuidar de sua defesa e contribuir melhor nas investigações sem vínculo com a administração.

A nota quanto à nomeação de Amandio ainda diz que o trabalho segue constante sem maiores informações sobre as providências que estão sendo tomadas quanto a menção a um processo administrativo para investigar o fato dos respiradores. “A estrutura governamental segue ativa e atuante em todas as demais áreas, além da Saúde, garantindo a quem vive em nosso Estado a manutenção dos serviços essenciais e a continuidade dos projetos e ações de Governo. Unidos venceremos mais este desafio”, diz o comunicado.

O novo secretário é de Rio do Sul, ex-presidente da Facisc, tem ligação com o PSL, mesmo partido do governador, Carlos Moisés. É empresário do ramo de serviços, no segmento de telecomunicações.

Operação do Gaeco

As investigações para apurar a compra fraudulenta dos respiradores com a empresa Veigamed continuam. No final de semana, uma operação do Gaeco em 4 estados brasileiros recuperou R$11 milhões, mas os detalhes seguem em segredo de justiça para não atrapalhar o trabalho do grupo que considera a atuação de uma quadrilha organizada com o envolvimento de agentes públicos catarinenses. (https://portalw3.com.br/gaeco-confirma-sequestro-de-r11-milhoes-na-operacao-de-hoje/)

Depois que o caso tomou proporção e o governo vem recebendo inúmeras críticas, dois secretários declinaram, Douglas Borba (Casa Civil) e Helton Zeferino (Saúde). Seus nomes são alvo das investigações do Gaeco.

Na Assembleia Legislativa, o assunto da mudança na Casa Civil e o resultado da operação do sábado, 19, devem repercutir nesta segunda. Existe ainda, a expectativa de um movimento que pede o impeachment de Moisés.

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