Profissões Resilientes: Bodega do Difendi e da Bida

“Se não tem no Difendi, não tem em lugar nenhum”, esse com certeza é um dos bordões mais antigos de Araranguá. A "Bodega do Difendi e da Bida" na rua Rui Barbosa, ultrapassa gerações e já é um marco para a história do município.



Difendi Gabriel Zanette, de 86 anos, é natural de Içara. Veio à Araranguá aos 19 anos, mas só abriu a bodega aos 32. Antes disso, quando menino, trabalhou na agricultura e no alambique com os pais. Geriu o hotel da família chamado Parise no Centro de Araranguá. Voltou para Içara e lá teve uma serraria e uma tafona de farinha na Lagoa dos Esteves e, até se arriscou a fazer sapatos artesanais.

A vinda definitiva para Araranguá, se deu pelo sonho de dar estudos as quatro filhas que teve com Guiomar Topanotti, carinhosamente conhecida como Dona Biba. Hoje, seu Difendi conta com todo orgulho do mundo que conseguiu realizá-lo. “Tenho uma engenheira, uma nutricionista, uma enfermeira e uma que fez o supletivo”.

No início, a bodega vendia apenas alimentos, mas com a chegada de outros comércios, seu Difendi percebeu a necessidade de mudar. “Comecei a vender mais que comida, principalmente porque era mais fácil de trabalhar". Ele explica que a validade dos itens de ferro e plástico é maior que a de alimentos.



Ao ser perguntado sobre o que é vendido hoje na bodega, seu Difendi responde com um sorriso simpático. “Minha filha, é mais fácil responder o que não vende aqui”.

Hoje, sua neta Juliana é quem cuida de lá. Ela conta que desde pequena queria trabalhar ali. “Eu era metida quando criança. Minha mãe trabalhou aqui e eu queria calcular as compras. Quando eu tinha 19 anos eles queriam informatizar e minha mãe não conseguiu se adaptar. Agora já faz 14 anos que estou aqui’, salienta.

Todos os dias, Difendi ainda vai dar uma olhadinha na bodega já que mora ali perto. Até porque, segundo ele “ficar só dentro de casa é estressante”.

“Se não tem no Difendi, não tem em lugar nenhum”, esse com certeza é um dos bordões mais antigos de Araranguá. A “Bodega do Difendi e da Bida” na rua Rui Barbosa, ultrapassa gerações e já é um marco para a história do município.

Difendi Gabriel Zanette, de 86 anos, é natural de Içara. Veio à Araranguá aos 19 anos, mas só abriu a bodega aos 32. Antes disso, quando menino, trabalhou na agricultura e no alambique com os pais. Geriu o hotel da família chamado Parise no Centro de Araranguá. Voltou para Içara e lá teve uma serraria e uma tafona de farinha na Lagoa dos Esteves e, até se arriscou a fazer sapatos artesanais.

A vinda definitiva para Araranguá, se deu pelo sonho de dar estudos as quatro filhas que teve com Guiomar Topanotti, carinhosamente conhecida como Dona Biba. Hoje, seu Difendi conta com todo orgulho do mundo que conseguiu realizá-lo. “Tenho uma engenheira, uma nutricionista, uma enfermeira e uma que fez o supletivo”.

No início, a bodega vendia apenas alimentos, mas com a chegada de outros comércios, seu Difendi percebeu a necessidade de mudar. “Comecei a vender mais que comida, principalmente porque era mais fácil de trabalhar”. Ele explica que a validade dos itens de ferro e plástico é maior que a de alimentos.

Ao ser perguntado sobre o que é vendido hoje na bodega, seu Difendi responde com um sorriso simpático. “Minha filha, é mais fácil responder o que não vende aqui”.

Hoje, sua neta Juliana é quem cuida de lá. Ela conta que desde pequena queria trabalhar ali. “Eu era metida quando criança. Minha mãe trabalhou aqui e eu queria calcular as compras. Quando eu tinha 19 anos eles queriam informatizar e minha mãe não conseguiu se adaptar. Agora já faz 14 anos que estou aqui’, salienta.

Todos os dias, Difendi ainda vai dar uma olhadinha na bodega já que mora ali perto. Até porque, segundo ele “ficar só dentro de casa é estressante”.

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