Processo seletivo de Maracajá não tem candidatos aprovados no teste físico

A administração municipal de Maracajá espera ter solução nos próximos dias para resolver como contratar funcionários para exercer atividades para as quais não foram aprovados candidatos na prova de esforço físico aplicada pela Unesc, em processo seletivo realizado pela universidade, contratada pela Prefeitura de Maracajá.

"Estamos estudando as alternativas jurídicas possíveis e temos urgência em contratar pessoal para atividades temporárias, especialmente nas de manutenção da cidade, das escolas e de outros órgãos públicos do município", informa a secretária de Administração, Marluci Vitali.

Conforme a secretária de Administração de Maracajá,  um total de 22 pessoas passaram pelo teste aplicado pela Unesc, no qual foram avaliados, fisicamente, candidatos para funções como garis, agentes de limpeza, agentes de saúde, monitores de ônibus e merendeiras. Nenhum foi classificado.

"A experiência do ano anterior, quando o teste físico foi menos exigente, nos resultou em contratações de pessoas que não tinham condições físicas de executar as tarefas para as quais foram contratadas e registramos excesso de atestados médicos em consequência disto, mas não esperávamos que todos os candidatos fossem desclassificados ".

O prefeito Arlindo Rocha conversou com candidatas que foram à prefeitura  e salientou que a situação prejudica a administração, que tem vagas que precisam ser preenchidas e serviços que têm urgência de ser executados.

"Nosso objetivo é sempre incluir, não o contrário, mas cada atividade exige algum tipo de esforço físico", afirmou o prefeito. A secretária Marluci observa, ainda, que as exigências do teste estavam previamente previstas no edital do processo seletivo. A principal queixa foi a exigência de correr 2.700 metros para homens e 2.100 para mulheres, em 12 minutos.

Arlindo e Marluci informaram, também, que a assessoria jurídica avalia a situação e deve ser manifestar nos próximos dias, dando parâmetros para solução legal, inclusive em consonância com um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público Estadual.


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A administração municipal de Maracajá espera ter solução nos próximos dias para resolver como contratar funcionários para exercer atividades para as quais não foram aprovados candidatos na prova de esforço físico aplicada pela Unesc, em processo seletivo realizado pela universidade, contratada pela Prefeitura de Maracajá.

“Estamos estudando as alternativas jurídicas possíveis e temos urgência em contratar pessoal para atividades temporárias, especialmente nas de manutenção da cidade, das escolas e de outros órgãos públicos do município”, informa a secretária de Administração, Marluci Vitali.

Conforme a secretária de Administração de Maracajá,  um total de 22 pessoas passaram pelo teste aplicado pela Unesc, no qual foram avaliados, fisicamente, candidatos para funções como garis, agentes de limpeza, agentes de saúde, monitores de ônibus e merendeiras. Nenhum foi classificado.

“A experiência do ano anterior, quando o teste físico foi menos exigente, nos resultou em contratações de pessoas que não tinham condições físicas de executar as tarefas para as quais foram contratadas e registramos excesso de atestados médicos em consequência disto, mas não esperávamos que todos os candidatos fossem desclassificados “.

O prefeito Arlindo Rocha conversou com candidatas que foram à prefeitura  e salientou que a situação prejudica a administração, que tem vagas que precisam ser preenchidas e serviços que têm urgência de ser executados.

“Nosso objetivo é sempre incluir, não o contrário, mas cada atividade exige algum tipo de esforço físico”, afirmou o prefeito. A secretária Marluci observa, ainda, que as exigências do teste estavam previamente previstas no edital do processo seletivo. A principal queixa foi a exigência de correr 2.700 metros para homens e 2.100 para mulheres, em 12 minutos.

Arlindo e Marluci informaram, também, que a assessoria jurídica avalia a situação e deve ser manifestar nos próximos dias, dando parâmetros para solução legal, inclusive em consonância com um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público Estadual.

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