Prefeitos decidem fazer auditoria própria para esclarecer rombo no Cis/Amesc

Em reunião na associação ontem, 20, também decidiram que vão cobrar do Governo Federal o repasse do apoio financeiro prometido para a pandemia

Assuntos delicados e importantes foram temas da reunião de ontem, 20, na Amesc, entre os prefeitos da região. Um se referiu a situação do supostos desvios de recursos do Consórcio de Saúde, o Cis/Amesc, que vem movimentando o meio político nos últimos meses. Alguns dos municípios deixaram de participar do consórcio por temer as consequências do que vem sendo apurado e já levantado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que constatou em auditoria que recursos do serviço eram usados para fins particulares de seus dirigentes, e também a contratação de serviços de empresas terceirizadas que tinham relações pessoais com estes mesmos envolvidos. As denúncias atribuem à prefeitos e também os gestores do consórcio até 2017, um verdadeiro rombo aos cofres públicos que chegam a cifras milionárias.

Mas enquanto o TCE mantém seu trabalho apurando a situação que deve também ser analisada pelo Ministério Público, os prefeitos definiram que nos próximos dias vão iniciar  uma auditoria própria, sob a responsabilidade da associação.

O presidente da Amesc, prefeito de Baln. Gaivota, Ronaldo Pereira, disse à reportagem que a importância do Cis/Amesc não pode ser ignorada, já que muitos dos serviços que oferece saem 70% mais barato para os municípios, mas a verdade deve ser apurada com a devida punição dos culpados. “Tem coisa errada sim, mas a maioria dos prefeitos quer manter o consórcio, então decidimos fazer uma auditoria que deve começar nos próximos dias com nossos próprios recursos na associação”, afirmou.

Ainda na pauta de demandas, os prefeitos discutiram ontem, o apoio financeiro que a União daria aos municípios em razão da emergência de saúde pública (pandemia). A ajuda foi anunciada pelo Governo Federal em abril e chegaria a quase R$28 milhões para os municípios da Amesc. Na época, o Portal W3 apurou qual o valor que cada um receberia https://portalw3.com.br/amesc-tera-cerca-de-r-28-milhoes-de-recomposicao-do-fpm-de-abril/.

De acordo com o prefeito, Ronaldo, infelizmente até agora nenhum dos 15 municípios viu a cor deste dinheiro e/ou ajuda. “Vamos oficiar a Confederação dos Municípios cobrando respostas. Também vamos nos posicionar junto a Casa Civil do Estado e a do Governo Federal. Os municípios estão operando com receita menor e por enquanto estamos contornando a situação, mas daqui a pouco prevemos cortes de serviços conforme a necessidade”.

Para o presidente da associação muita coisa acontece na teoria, porém longe da prática. “Este seria um reforço para o nosso caixa. Não temos nos municípios da Amesc grandes problemas neste momento, mas todos trabalham com restrições a despesa aumentou e a arrecadação não”, lamentou.

Assuntos delicados e importantes foram temas da reunião de ontem, 20, na Amesc, entre os prefeitos da região. Um se referiu a situação do supostos desvios de recursos do Consórcio de Saúde, o Cis/Amesc, que vem movimentando o meio político nos últimos meses. Alguns dos municípios deixaram de participar do consórcio por temer as consequências do que vem sendo apurado e já levantado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que constatou em auditoria que recursos do serviço eram usados para fins particulares de seus dirigentes, e também a contratação de serviços de empresas terceirizadas que tinham relações pessoais com estes mesmos envolvidos. As denúncias atribuem à prefeitos e também os gestores do consórcio até 2017, um verdadeiro rombo aos cofres públicos que chegam a cifras milionárias.

Mas enquanto o TCE mantém seu trabalho apurando a situação que deve também ser analisada pelo Ministério Público, os prefeitos definiram que nos próximos dias vão iniciar  uma auditoria própria, sob a responsabilidade da associação.

O presidente da Amesc, prefeito de Baln. Gaivota, Ronaldo Pereira, disse à reportagem que a importância do Cis/Amesc não pode ser ignorada, já que muitos dos serviços que oferece saem 70% mais barato para os municípios, mas a verdade deve ser apurada com a devida punição dos culpados. “Tem coisa errada sim, mas a maioria dos prefeitos quer manter o consórcio, então decidimos fazer uma auditoria que deve começar nos próximos dias com nossos próprios recursos na associação”, afirmou.

Ainda na pauta de demandas, os prefeitos discutiram ontem, o apoio financeiro que a União daria aos municípios em razão da emergência de saúde pública (pandemia). A ajuda foi anunciada pelo Governo Federal em abril e chegaria a quase R$28 milhões para os municípios da Amesc. Na época, o Portal W3 apurou qual o valor que cada um receberia https://portalw3.com.br/amesc-tera-cerca-de-r-28-milhoes-de-recomposicao-do-fpm-de-abril/.

De acordo com o prefeito, Ronaldo, infelizmente até agora nenhum dos 15 municípios viu a cor deste dinheiro e/ou ajuda. “Vamos oficiar a Confederação dos Municípios cobrando respostas. Também vamos nos posicionar junto a Casa Civil do Estado e a do Governo Federal. Os municípios estão operando com receita menor e por enquanto estamos contornando a situação, mas daqui a pouco prevemos cortes de serviços conforme a necessidade”.

Para o presidente da associação muita coisa acontece na teoria, porém longe da prática. “Este seria um reforço para o nosso caixa. Não temos nos municípios da Amesc grandes problemas neste momento, mas todos trabalham com restrições a despesa aumentou e a arrecadação não”, lamentou.

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