Prefeito de Criciúma decreta lockdown voluntário e sem remuneração para servidores municipais

Prefeito Clésio Salvaro anunciou medida que prevê lockdown para servidores, desde que abram mão do salário

Os servidores da prefeitura de Criciúma vão poder cumprir lockdown e se afastar das atividades, desde que abram mão de parte do salário. O anúncio foi feito na tarde desta quarta-feira, 17, pelo prefeito Clésio Salvaro, que anunciou a medida voluntária e não remunerada em um vídeo publicado nas redes sociais.

"Estou assinando o decreto de lockdown na prefeitura de Criciúma. Lembrando só um detalhe: lockdown sem remuneração. Não quer vir trabalhar? Não tem problema. Quer se cuidar? Ótimo. Vai ficar em casa, mas não vai receber salário", disse o prefeito.

Salvaro ainda criticou os vários pedidos que diz ter recebido para tomar a medida nos últimos dias. "É muito fácil pedir lockdown, lockdown, lockdown quando a geladeira está cheia e o salário garantido", concluiu.

O prefeito de Criciúma também afirmou que, se dependesse dele, não haveria lockdown, pois entende que todas as atividades são essenciais e as pessoas precisam continuar trabalhando. Ele defendeu que com cuidados sanitários respeitados não haveria necessidade de paralisar as atividades.

Confira o vídeo na íntegra:

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Segundo a atualização mais recente do governo do Estado, Criciúma tem 1.167 casos ativos de coronavírus e 295 mortes causadas pela doença. São 25,2 mil casos confirmados de Covid-19 na cidade desde o começo da pandemia, há um ano.

Fonte: NSC Total

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Os servidores da prefeitura de Criciúma vão poder cumprir lockdown e se afastar das atividades, desde que abram mão de parte do salário. O anúncio foi feito na tarde desta quarta-feira, 17, pelo prefeito Clésio Salvaro, que anunciou a medida voluntária e não remunerada em um vídeo publicado nas redes sociais.

“Estou assinando o decreto de lockdown na prefeitura de Criciúma. Lembrando só um detalhe: lockdown sem remuneração. Não quer vir trabalhar? Não tem problema. Quer se cuidar? Ótimo. Vai ficar em casa, mas não vai receber salário”, disse o prefeito.

Salvaro ainda criticou os vários pedidos que diz ter recebido para tomar a medida nos últimos dias. “É muito fácil pedir lockdown, lockdown, lockdown quando a geladeira está cheia e o salário garantido”, concluiu.

O prefeito de Criciúma também afirmou que, se dependesse dele, não haveria lockdown, pois entende que todas as atividades são essenciais e as pessoas precisam continuar trabalhando. Ele defendeu que com cuidados sanitários respeitados não haveria necessidade de paralisar as atividades.

Confira o vídeo na íntegra:

Segundo a atualização mais recente do governo do Estado, Criciúma tem 1.167 casos ativos de coronavírus e 295 mortes causadas pela doença. São 25,2 mil casos confirmados de Covid-19 na cidade desde o começo da pandemia, há um ano.

Fonte: NSC Total

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