Polícia Civil identifica suposto autor do assassinato de jovem de 20 anos em Turvo

Josué, acusado de ser o autor do crime, está foragido

O delegado da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Araranguá, Thiago Reis, divulgou um vídeo na tarde desta quinta-feira, 30, falando sobre o andamento das investigações do crime de homicídio contra Maria Fernanda Anacleto, de 20 anos, que ocorreu no dia 14, às 23h30. A jovem foi baleada na cabeça e nos ombros dentro da própria casa.

A polícia foi acionada por volta da 1h da madrugada de quinta-feira, 15. Ao chegar no local, Maria Fernanda já estava sem vida. A vítima estava em cima da cama e, ao lado do seu corpo, estava seu filho de 2 anos dormindo. A criança não possuía ferimentos.

Segundo informações, um homem que possuía envolvimento com a vítima pediu ajuda para um amigo através do WhatsApp e disse que Maria Fernanda havia sido baleada. O amigo chamou a polícia e, desde então, as investigações iniciaram.

[caption id="attachment_63625" align="aligncenter" width="596"] Maria Fernanda Anacleto, de 20 anos, morta a tiros em Turvo[/caption]

Dois homens eram suspeitos do assassinato de Maria Fernanda. Um deles foi preso por porte de arma de fogo na manhã seguinte ao crime. O delegado Thiago Reis explica que o indivíduo foi levado à delegacia, porque, além de possuir uma arma, ele esteve presente no local do crime — foi ele quem pediu ajuda. Entretanto, o calibre da arma encontrado com o homem não correspondia com a arma usada no homicídio.

Através de testemunhas, a polícia encontrou o segundo suspeito. Ele foi ouvido pela polícia no dia seguinte ao crime, mas foi liberado. Segundo a polícia, as semelhanças entre os dois dificultaram as investigações: ambos possuíam relacionamento com a vítima e têm a mesma idade, 18 anos. O delegado também conta que, no dia do crime, os dois utilizaram motoristas de aplicativos para ir de Araranguá até Turvo.

Detalhes do caso

Josué, acusado de ser o autor do crime, teve acesso a casa de Maria Fernanda através de uma chave que ela tinha furtado alguns dias antes.

Na fuga, ele passou por um terreno baldio alagado, perdeu os tênis e continuou correndo de meias. Ele caiu em um riacho, se molhou, e foi aí que ele perdeu o contato com o motorista que o levaria para Araranguá de volta.

O delegado conta no vídeo, que o jovem — suposto autor do crime — decidiu ficar no local até a perícia acabar e a polícia sair. Foi possível observar nas câmeras de segurança, por volta das 4h17, Josué saindo de meia e se dirigindo a casa de alguma das testemunhas próximas.

Uma das casas deu abrigo para ele e Josué tomou banho, trocou de roupas, recarregou o celular e ligou para motorista do aplicativo para que ele pudesse fazer a viagem de volta à Araranguá.

“Toda esta dinâmica ficou comprovada através das evidências levantadas pela Polícia Civil e por todo o trabalho pericial realizado pelo Instituto Geral de Perícia (IGP). Com base nisto, a Polícia Civil representou pela prisão temporária do indivíduo e o poder judiciário junto com o Ministério Publico analisaram e foi decretada a medida restritiva de prisão. Só que ele está foragido no momento”, finaliza o delegado.

O delegado da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Araranguá, Thiago Reis, divulgou um vídeo na tarde desta quinta-feira, 30, falando sobre o andamento das investigações do crime de homicídio contra Maria Fernanda Anacleto, de 20 anos, que ocorreu no dia 14, às 23h30. A jovem foi baleada na cabeça e nos ombros dentro da própria casa.

A polícia foi acionada por volta da 1h da madrugada de quinta-feira, 15. Ao chegar no local, Maria Fernanda já estava sem vida. A vítima estava em cima da cama e, ao lado do seu corpo, estava seu filho de 2 anos dormindo. A criança não possuía ferimentos.

Segundo informações, um homem que possuía envolvimento com a vítima pediu ajuda para um amigo através do WhatsApp e disse que Maria Fernanda havia sido baleada. O amigo chamou a polícia e, desde então, as investigações iniciaram.

Maria Fernanda Anacleto, de 20 anos, morta a tiros em Turvo

Dois homens eram suspeitos do assassinato de Maria Fernanda. Um deles foi preso por porte de arma de fogo na manhã seguinte ao crime. O delegado Thiago Reis explica que o indivíduo foi levado à delegacia, porque, além de possuir uma arma, ele esteve presente no local do crime — foi ele quem pediu ajuda. Entretanto, o calibre da arma encontrado com o homem não correspondia com a arma usada no homicídio.

Através de testemunhas, a polícia encontrou o segundo suspeito. Ele foi ouvido pela polícia no dia seguinte ao crime, mas foi liberado. Segundo a polícia, as semelhanças entre os dois dificultaram as investigações: ambos possuíam relacionamento com a vítima e têm a mesma idade, 18 anos. O delegado também conta que, no dia do crime, os dois utilizaram motoristas de aplicativos para ir de Araranguá até Turvo.

Detalhes do caso

Josué, acusado de ser o autor do crime, teve acesso a casa de Maria Fernanda através de uma chave que ela tinha furtado alguns dias antes.

Na fuga, ele passou por um terreno baldio alagado, perdeu os tênis e continuou correndo de meias. Ele caiu em um riacho, se molhou, e foi aí que ele perdeu o contato com o motorista que o levaria para Araranguá de volta.

O delegado conta no vídeo, que o jovem — suposto autor do crime — decidiu ficar no local até a perícia acabar e a polícia sair. Foi possível observar nas câmeras de segurança, por volta das 4h17, Josué saindo de meia e se dirigindo a casa de alguma das testemunhas próximas.

Uma das casas deu abrigo para ele e Josué tomou banho, trocou de roupas, recarregou o celular e ligou para motorista do aplicativo para que ele pudesse fazer a viagem de volta à Araranguá.

“Toda esta dinâmica ficou comprovada através das evidências levantadas pela Polícia Civil e por todo o trabalho pericial realizado pelo Instituto Geral de Perícia (IGP). Com base nisto, a Polícia Civil representou pela prisão temporária do indivíduo e o poder judiciário junto com o Ministério Publico analisaram e foi decretada a medida restritiva de prisão. Só que ele está foragido no momento”, finaliza o delegado.

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