Plantão Coronavírus: Decisões do Governo do Estado definirão situação nas regiões

Municípios aguardam decisões da governadora para endurecer medidas de isolamento ou não na região Sul

O crescente número de pacientes positivos para o Covid-19 nos últimos dias, e a determinação do nova matriz de potencial de risco que coloca o Sul Catarinense em estado gravíssimo e de alta capacidade de transmissão, tem gerado questionamentos quanto ao retorno do isolamento total e a edição de novas medidas restritivas para conter a proliferação do vírus.

De fato, março, quando o lockdown foi decretado em SC, muitos setores foram impactados, mas com a nova onda registrada nesta semana, algumas pessoas e autoridades começaram a discutir a possibilidade de decretar a medida novamente como forma de conter o novo vírus, pelo menos enquanto os hospitais registrem alto índice de internações.

Ocorre que a tanto a Amesc - que contabiliza nos dados de ontem, 24, mais de 8800 casos, e a Amrec - que na mesma data conta com 21.365 casos da doença, não tem posicionamento a respeito das medidas a serem tomadas. O que estes municípios estão seguindo conforme as páginas da associação na internet, são os decretos estaduais em vigor.

Segundo a assessoria de imprensa da Amesc, o endurecimento das medidas depende do posicionamento do próprio governo do Estado. “As medidas impostas são preventivas, e não há sinalização da governadora em sentido contrário. Provavelmente seguiremos as recomendações do estado também”, garantiu a assessora, Renata Angeloni.

O último documento conjunto da Amrec – que abrange os municípios da região de Criciúma, é de 16 de novembro. Ele determina quais atividades serão proibidas dependendo da situação que a região estiver, e como entrou em gravíssima de novo, festas, eventos fechados com aglomerações, eventos eportivos, provas de roupas em lojas, por exemplo, ficam proibidas. Outras atividades, ilustradas nas recomendações passam a ser permitidas com capacidade reduzida e horário limitado, como é o caso dos restaurantes.

 

 

O crescente número de pacientes positivos para o Covid-19 nos últimos dias, e a determinação do nova matriz de potencial de risco que coloca o Sul Catarinense em estado gravíssimo e de alta capacidade de transmissão, tem gerado questionamentos quanto ao retorno do isolamento total e a edição de novas medidas restritivas para conter a proliferação do vírus.

De fato, março, quando o lockdown foi decretado em SC, muitos setores foram impactados, mas com a nova onda registrada nesta semana, algumas pessoas e autoridades começaram a discutir a possibilidade de decretar a medida novamente como forma de conter o novo vírus, pelo menos enquanto os hospitais registrem alto índice de internações.

Ocorre que a tanto a Amesc – que contabiliza nos dados de ontem, 24, mais de 8800 casos, e a Amrec – que na mesma data conta com 21.365 casos da doença, não tem posicionamento a respeito das medidas a serem tomadas. O que estes municípios estão seguindo conforme as páginas da associação na internet, são os decretos estaduais em vigor.

Segundo a assessoria de imprensa da Amesc, o endurecimento das medidas depende do posicionamento do próprio governo do Estado. “As medidas impostas são preventivas, e não há sinalização da governadora em sentido contrário. Provavelmente seguiremos as recomendações do estado também”, garantiu a assessora, Renata Angeloni.

O último documento conjunto da Amrec – que abrange os municípios da região de Criciúma, é de 16 de novembro. Ele determina quais atividades serão proibidas dependendo da situação que a região estiver, e como entrou em gravíssima de novo, festas, eventos fechados com aglomerações, eventos eportivos, provas de roupas em lojas, por exemplo, ficam proibidas. Outras atividades, ilustradas nas recomendações passam a ser permitidas com capacidade reduzida e horário limitado, como é o caso dos restaurantes.

 

 

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