PF investiga fraude em licitações em Sombrio e Turvo

Cerca de 50 policiais cumpriram mandado de busca e apreensão

A Polícia Federal, em conjunto com a Seção de Auditoria do Ministério da Saúde, deflagrou na manhã desta quinta, 05, a Operação Fuscus, tendo por finalidade apurar suposta fraude na aquisição de materiais para o enfrentamento da situação de pandemia da COVID-19 em municípios do Vale do Araranguá

A apuração dos fatos, segundo nota da PF, teve início em setembro de 2020, a partir de denúncia que apontava excesso no volume de aquisições e sobre preço em produtos adquiridos por uma Secretaria de Saúde.

Cerca de 50 policiais federais cumprem 12 (doze) mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Federal de Criciúma/SC nos municípios de Sombrio e Turvo/SC, cujos endereços são de órgãos públicos, empresas, servidores públicos e empresários.

A investigação visa uma apuração completa dos fatos e também identificar o destino dos recursos envolvidos, que são de aproximadamente R$ 1.700.000,00 (um milhão e setecentos mil reais).

Os investigados poderão ser indiciados pela prática dos crimes de organização criminosa (art. 2º da Lei nº 12.850/13), peculato (art. 312 do Código Penal) e fraude ao caráter competitivo de licitações (art. 90 da Lei nº 8.666/93).

A Polícia Federal, em conjunto com a Seção de Auditoria do Ministério da Saúde, deflagrou na manhã desta quinta, 05, a Operação Fuscus, tendo por finalidade apurar suposta fraude na aquisição de materiais para o enfrentamento da situação de pandemia da COVID-19 em municípios do Vale do Araranguá

A apuração dos fatos, segundo nota da PF, teve início em setembro de 2020, a partir de denúncia que apontava excesso no volume de aquisições e sobre preço em produtos adquiridos por uma Secretaria de Saúde.

Cerca de 50 policiais federais cumprem 12 (doze) mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Federal de Criciúma/SC nos municípios de Sombrio e Turvo/SC, cujos endereços são de órgãos públicos, empresas, servidores públicos e empresários.

A investigação visa uma apuração completa dos fatos e também identificar o destino dos recursos envolvidos, que são de aproximadamente R$ 1.700.000,00 (um milhão e setecentos mil reais).

Os investigados poderão ser indiciados pela prática dos crimes de organização criminosa (art. 2º da Lei nº 12.850/13), peculato (art. 312 do Código Penal) e fraude ao caráter competitivo de licitações (art. 90 da Lei nº 8.666/93).

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