Pesquisa do Procon verifica diferença de até 758% no valor de um mesmo produto da cesta básica

Exemplo é o caso da batata lavada que pode ser encontrada em alguns locais por R$ 0,50 o quilo e em outros por até R$ 4,29

Foto: Cristiano Estrela / Secom

Desde o começo do ano, o consumidor anda sentindo no bolso o peso da cesta básica. Em janeiro, ela aumentou em quase todo o país, e a maior alta foi registrada em Florianópolis, de 5,82%. O Procon realizou uma pesquisa para auxiliar a população na hora de realizar as compras e constatou diferenças entre um estabelecimento e outro, como é o caso da batata lavada, onde o preço variou 758%, podendo ser encontrada em alguns locais por R$ 0,50 o quilo, e em outros por até R$ 4,29.

Diante de tanta discrepância, o órgão do Estado notificou as empresas para que apresentassem as notas de compras, para verificar se não há cobrança abusiva.

“Não é comum que os fornecedores destes supermercados sejam tão diferentes nos seus preços. Por isso, queremos saber se o consumidor não está sendo lesado e se não há nada que infrinja o Código de Defesa do Consumidor”, explicou o diretor do órgão, Tiago Silva.

Os supermercados terão 10 dias para apresentar os documentos, sob pena de sofrer sanções administrativas.

Fonte: Governo do Estado

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Desde o começo do ano, o consumidor anda sentindo no bolso o peso da cesta básica. Em janeiro, ela aumentou em quase todo o país, e a maior alta foi registrada em Florianópolis, de 5,82%. O Procon realizou uma pesquisa para auxiliar a população na hora de realizar as compras e constatou diferenças entre um estabelecimento e outro, como é o caso da batata lavada, onde o preço variou 758%, podendo ser encontrada em alguns locais por R$ 0,50 o quilo, e em outros por até R$ 4,29.

Diante de tanta discrepância, o órgão do Estado notificou as empresas para que apresentassem as notas de compras, para verificar se não há cobrança abusiva.

“Não é comum que os fornecedores destes supermercados sejam tão diferentes nos seus preços. Por isso, queremos saber se o consumidor não está sendo lesado e se não há nada que infrinja o Código de Defesa do Consumidor”, explicou o diretor do órgão, Tiago Silva.

Os supermercados terão 10 dias para apresentar os documentos, sob pena de sofrer sanções administrativas.

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