Pequenas e médias empresas de Araranguá poderão ser beneficiadas por financiamento do Governo Federal

Linha de crédito emergencial foi anunciada na sexta-feira, 27, e contemplará empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões

Na manhã de ontem, sexta-feira, 27, o Governo Federal anunciou o financiamento de uma linha de crédito emergencial, pelo período de dois meses, exclusivamente para a folha de pagamento de pequenas e médias empresas. A medida irá contemplar empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. Contudo, para utilizar esse benefício, os empregadores não poderão demitir os funcionários durante o período de vigência da proposta: dois meses.

A empresa que aderir à medida, ficará apenas com a dívida com a União, uma vez que o salário dos funcionários será depositado diretamente para o trabalhador, sem passar pelo empregador. Para o vice-presidente do Sindicato dos Contabilistas do Vale de Araranguá (SINDICONT), Édio Silveira, a proposta irá auxiliar sim as empresas, mas não evitará o déficit do caixa. “Tanto as Empresas quanto os funcionários serão atingidos diretamente, exceto poucos segmentos que não paralisaram suas atividades. Porém, mesmo assim, os que mantiveram as atividades diminuíram muito o percentual de vendas e isso gera um reflexo negativo nas operações das empresas”, avalia.

No total, serão R$ 40 bilhões investidos pelo Governo Federal (R$ 20 bilhões por mês). Ao todo, são R$ 17 bilhões financiados pelo Tesouro e R$ 3 bilhões dos bancos. O benefício alcançará 1,4 milhão de empresas no Brasil. “É um período de muita incerteza, ninguém passou por esta experiência. Esperamos muita sabedoria para enfrentar os desafios. Em momentos de crise, essa medida poderá resolver parcialmente os problemas das pequenas e médias empresas, tendo grandes repercussões”, considera o vice-presidente do SINDICONT, Édio Silveira.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano, com seis meses de carência e 36 meses para pagamento.

Na manhã de ontem, sexta-feira, 27, o Governo Federal anunciou o financiamento de uma linha de crédito emergencial, pelo período de dois meses, exclusivamente para a folha de pagamento de pequenas e médias empresas. A medida irá contemplar empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. Contudo, para utilizar esse benefício, os empregadores não poderão demitir os funcionários durante o período de vigência da proposta: dois meses.

A empresa que aderir à medida, ficará apenas com a dívida com a União, uma vez que o salário dos funcionários será depositado diretamente para o trabalhador, sem passar pelo empregador. Para o vice-presidente do Sindicato dos Contabilistas do Vale de Araranguá (SINDICONT), Édio Silveira, a proposta irá auxiliar sim as empresas, mas não evitará o déficit do caixa. “Tanto as Empresas quanto os funcionários serão atingidos diretamente, exceto poucos segmentos que não paralisaram suas atividades. Porém, mesmo assim, os que mantiveram as atividades diminuíram muito o percentual de vendas e isso gera um reflexo negativo nas operações das empresas”, avalia.

No total, serão R$ 40 bilhões investidos pelo Governo Federal (R$ 20 bilhões por mês). Ao todo, são R$ 17 bilhões financiados pelo Tesouro e R$ 3 bilhões dos bancos. O benefício alcançará 1,4 milhão de empresas no Brasil. “É um período de muita incerteza, ninguém passou por esta experiência. Esperamos muita sabedoria para enfrentar os desafios. Em momentos de crise, essa medida poderá resolver parcialmente os problemas das pequenas e médias empresas, tendo grandes repercussões”, considera o vice-presidente do SINDICONT, Édio Silveira.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano, com seis meses de carência e 36 meses para pagamento.

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