Participação do ex-ministro Mandetta em evento virtual da Unesc reúne 15 mil expectadores

O evento voltado para os alunos da Saúde contou com público diverso que interagiu. O assunto principal foi a pandemia

Neste ano o tema principal da Jornada Integrada da Saúde da Unesc contou com uma participação ilustre: o ex-ministro, Luiz Henique Mandetta, que participou na quinta, 21, de uma palestra virtual transmitida gratuitamente pela universidade através do Youtube. O assunto principal do evento, que em 2020 ganhou destaque por ser totalmente online, foi a pandemia do Covid-19.

Intermediada pela a reitora, Luciane Ceretta com a participação da deputada catarinense, Carmem Zanotto, o bate-papo contou com cerca de 15 mil expectadores.

Em sua fala, Mandetta defendeu três pilares principais: a defesa intransigente pela vida, o respeito e reforço ao Sistema Único de Saúde (SUS) e, completando, a ciência. “É preciso trabalhar com a luz das universidades, com aqueles que estudam, que pesquisam, que publicam, que estão debatendo e indo atrás da verdade. Esse vírus não negocia com ninguém, dos mais humildes aos poderosos, é avassalador”, afirmou.

As medidas necessárias a serem adotadas daqui para frente, para o ex-ministro, não podem fugir do reforço cada vez maior do sistema para atender a comunidade. “Entendo que estamos falando aqui de vidas e mortes, não números. A morte faz parte da vida, são desígnios de Deus, mas o que não podemos admitir é a morte sem assistência, não dar a chance de lutar pela vida”, acrescentou.

A experiência adquirida com o preocupante cenário, conforme Mandetta, precisa mostrar que o Brasil tem graves problemas na sociedade e paga um preço alto por isso. “Neste momento pagaremos um preço por nossa falta de liderança, pela dicotomia que diz que é preciso fazer uma opção sobre saúde ou economia. Todas as epidemias da história terminaram em crises econômicas. Não existe uma epidemia que acometa um povo e ele consiga sair sem profundas cicatrizes”, opinou.

Por fim, o desejo diante do cenário, de acordo com o ex-ministro, é de que ao menos o país saia da situação com aprendizados. “Nós passaremos por isso tudo e espero que saiamos melhores, com mais reflexão, mais amor à vida e as pessoas. Porque, se não aprendermos, corremos o risco de chegar ao final como um país pior, com pessoas mesquinhas que não vão ter o alcance suficiente para entender que precisamos construir um sistema de saúde melhor, apostar em educação, acabar com essa quantidade enorme de locais sem saneamento, desigualdades, entre outras necessidades”, completou.

Neste ano o tema principal da Jornada Integrada da Saúde da Unesc contou com uma participação ilustre: o ex-ministro, Luiz Henique Mandetta, que participou na quinta, 21, de uma palestra virtual transmitida gratuitamente pela universidade através do Youtube. O assunto principal do evento, que em 2020 ganhou destaque por ser totalmente online, foi a pandemia do Covid-19.

Intermediada pela a reitora, Luciane Ceretta com a participação da deputada catarinense, Carmem Zanotto, o bate-papo contou com cerca de 15 mil expectadores.

Em sua fala, Mandetta defendeu três pilares principais: a defesa intransigente pela vida, o respeito e reforço ao Sistema Único de Saúde (SUS) e, completando, a ciência. “É preciso trabalhar com a luz das universidades, com aqueles que estudam, que pesquisam, que publicam, que estão debatendo e indo atrás da verdade. Esse vírus não negocia com ninguém, dos mais humildes aos poderosos, é avassalador”, afirmou.

As medidas necessárias a serem adotadas daqui para frente, para o ex-ministro, não podem fugir do reforço cada vez maior do sistema para atender a comunidade. “Entendo que estamos falando aqui de vidas e mortes, não números. A morte faz parte da vida, são desígnios de Deus, mas o que não podemos admitir é a morte sem assistência, não dar a chance de lutar pela vida”, acrescentou.

A experiência adquirida com o preocupante cenário, conforme Mandetta, precisa mostrar que o Brasil tem graves problemas na sociedade e paga um preço alto por isso. “Neste momento pagaremos um preço por nossa falta de liderança, pela dicotomia que diz que é preciso fazer uma opção sobre saúde ou economia. Todas as epidemias da história terminaram em crises econômicas. Não existe uma epidemia que acometa um povo e ele consiga sair sem profundas cicatrizes”, opinou.

Por fim, o desejo diante do cenário, de acordo com o ex-ministro, é de que ao menos o país saia da situação com aprendizados. “Nós passaremos por isso tudo e espero que saiamos melhores, com mais reflexão, mais amor à vida e as pessoas. Porque, se não aprendermos, corremos o risco de chegar ao final como um país pior, com pessoas mesquinhas que não vão ter o alcance suficiente para entender que precisamos construir um sistema de saúde melhor, apostar em educação, acabar com essa quantidade enorme de locais sem saneamento, desigualdades, entre outras necessidades”, completou.

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