Padre Evair Michels é condenado por posse e distribuição de pornografia infantil

A Justiça do Rio Grande do Sul condenou o padre Evair Heerdt Michels, da congregação Josefinos de Murialdo, por armazenar e compartilhar pornografia infantil. Michels já foi diretor do Colégio Murialdo em Araranguá.

A sentença de oito anos, seis meses e 16 dias de reclusão, além de 150 dias-multa, foi dada pela 6ª Vara Criminal de Porto Alegre e ainda cabe recurso.

Entenda o caso

Em 2017, Michels começou a ser investigado após uma ONG dos Estados Unidos identificar e notificar a Policia Federal brasileira que no endereço eletrônico do pároco, estava sendo feita a distribuição de imagens de abusos de crianças e adolescentes para vários países.

Após ser notificada, a Polícia Federal iniciou as investigações contra Michels. Através de um mandado de busca e apreensão na casa paroquial em que o religioso vivia, foram encontrados uma grande quantidade de conteúdo pornográfico infantil, incluindo imagens de duas ex-alunas.

Na época, o padre afirmou à polícia que os arquivos faziam parte de uma investigação pessoal sobre grupos de pedófilos, e que todo o material serviria para ajudar a denunciar a rede criminosa.

Após as acusações se tornarem públicas, Michels foi afastado de suas funções religiosas e chegou a manifestar o desejo de não voltar ao trabalho. A Justiça determinou que ele estava proibido de se aproximar de escolas e crianças.

Em 2018, o Grupo de Investigação da RBS (GDI), divulgou imagens de Michels abençoando crianças em uma missa em Caxias do Sul. Na época, ele já era investigado e estava usando tornozeleira eletrônica.

Advogado irá recorrer

O advogado do padre, Juarez Aloysio Schmitz, afirmou ao jornal Pleno que irá recorrer da decisão. “Ainda não fui intimado da decisão, mas continuo acreditando na inocência do meu cliente. Nós vamos recorrer. Importante destacar que não existe prova cabal de que nas fotos aparecem menores de idade”, concluiu.

 

 

 

A Justiça do Rio Grande do Sul condenou o padre Evair Heerdt Michels, da congregação Josefinos de Murialdo, por armazenar e compartilhar pornografia infantil. Michels já foi diretor do Colégio Murialdo em Araranguá.

A sentença de oito anos, seis meses e 16 dias de reclusão, além de 150 dias-multa, foi dada pela 6ª Vara Criminal de Porto Alegre e ainda cabe recurso.

Entenda o caso

Em 2017, Michels começou a ser investigado após uma ONG dos Estados Unidos identificar e notificar a Policia Federal brasileira que no endereço eletrônico do pároco, estava sendo feita a distribuição de imagens de abusos de crianças e adolescentes para vários países.

Após ser notificada, a Polícia Federal iniciou as investigações contra Michels. Através de um mandado de busca e apreensão na casa paroquial em que o religioso vivia, foram encontrados uma grande quantidade de conteúdo pornográfico infantil, incluindo imagens de duas ex-alunas.

Na época, o padre afirmou à polícia que os arquivos faziam parte de uma investigação pessoal sobre grupos de pedófilos, e que todo o material serviria para ajudar a denunciar a rede criminosa.

Após as acusações se tornarem públicas, Michels foi afastado de suas funções religiosas e chegou a manifestar o desejo de não voltar ao trabalho. A Justiça determinou que ele estava proibido de se aproximar de escolas e crianças.

Em 2018, o Grupo de Investigação da RBS (GDI), divulgou imagens de Michels abençoando crianças em uma missa em Caxias do Sul. Na época, ele já era investigado e estava usando tornozeleira eletrônica.

Advogado irá recorrer

O advogado do padre, Juarez Aloysio Schmitz, afirmou ao jornal Pleno que irá recorrer da decisão. “Ainda não fui intimado da decisão, mas continuo acreditando na inocência do meu cliente. Nós vamos recorrer. Importante destacar que não existe prova cabal de que nas fotos aparecem menores de idade”, concluiu.

 

 

 

Compartilhe

Voltar às notícias