Pacientes com suspeita de Covid-19 aguardam mais de cinco horas por atendimento na UPA

Prefeitura de Araranguá informou que duas ocorrências de urgência ocuparam o quadro de médicos do local

Por Dyessica Abadi

A segunda-feira começou com o centro de triagem para Covid-19 lotado na Unidade de Pronto Atendimento de Araranguá. Na tarde de hoje, 16, aproximadamente 30 pessoas aguardavam atendimento. A assessoria de imprensa da Prefeitura de Araranguá informou que houve duas ocorrências de urgência que ocuparam o quadro de médicos do local e que, por esse motivo, teria gerado a demora no atendimento.

A auxiliar contábil, Alessandra Mondo, de 44 anos, conta que chegou na UPA às 9:15 da manhã para a reconsulta. "Estou com todos os sintomas. Vim na última terça-feira e fiz a consulta bem rápido. Hoje eu voltei para fazer o teste e estou esperando na fila há mais de cinco horas", afirma.

O Portal W3 foi até o local para verificar a situação. A atendente da UPA informou à reportagem que a espera para atendimento leva entre 2 horas e meia até 3 horas. "O paciente passa para consulta com o médico e recebe atestado de 3 a 4 dias em caso de suspeita de Covid-19. Se os sintomas persistirem, ele volta para fazer o teste e, caso positivando, tira o restante dos 10 dias (a contar desde o primeiro dia com os sintomas) de atestado", explica.

Entretanto, os pacientes aguardando a consulta contam que a demora no atendimento é muito maior. A comerciante, Lena Freitas, de 47 anos, conta que está esperando desde às 10 horas da manhã para ser atendida e que está com todos os sintomas de Covid-19. "Estou de pé para não ter perigo de infectar os outros. Todo mundo parado aqui está exposto ao risco. Várias pessoas desistiram de esperar e foram embora", relata.

O Portal W3 procurou a assessoria de imprensa da Prefeitura de Araranguá para esclarecer a situação. Conforme relatado, houve dois atendimentos de urgência na tarde desta segunda-feira, 16, sendo um por volta do meio dia e o outro por volta das 15 horas. "Duas ocorrências de pacientes mais fragilizados aconteceram hoje e acabaram por ocupar o quadro médico do local, fazendo com que os pacientes com risco menor tivessem que aguardar o atendimento", esclarece a assessoria.

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A segunda-feira começou com o centro de triagem para Covid-19 lotado na Unidade de Pronto Atendimento de Araranguá. Na tarde de hoje, 16, aproximadamente 30 pessoas aguardavam atendimento. A assessoria de imprensa da Prefeitura de Araranguá informou que houve duas ocorrências de urgência que ocuparam o quadro de médicos do local e que, por esse motivo, teria gerado a demora no atendimento.

A auxiliar contábil, Alessandra Mondo, de 44 anos, conta que chegou na UPA às 9:15 da manhã para a reconsulta. “Estou com todos os sintomas. Vim na última terça-feira e fiz a consulta bem rápido. Hoje eu voltei para fazer o teste e estou esperando na fila há mais de cinco horas”, afirma.

O Portal W3 foi até o local para verificar a situação. A atendente da UPA informou à reportagem que a espera para atendimento leva entre 2 horas e meia até 3 horas. “O paciente passa para consulta com o médico e recebe atestado de 3 a 4 dias em caso de suspeita de Covid-19. Se os sintomas persistirem, ele volta para fazer o teste e, caso positivando, tira o restante dos 10 dias (a contar desde o primeiro dia com os sintomas) de atestado”, explica.

Entretanto, os pacientes aguardando a consulta contam que a demora no atendimento é muito maior. A comerciante, Lena Freitas, de 47 anos, conta que está esperando desde às 10 horas da manhã para ser atendida e que está com todos os sintomas de Covid-19. “Estou de pé para não ter perigo de infectar os outros. Todo mundo parado aqui está exposto ao risco. Várias pessoas desistiram de esperar e foram embora”, relata.

O Portal W3 procurou a assessoria de imprensa da Prefeitura de Araranguá para esclarecer a situação. Conforme relatado, houve dois atendimentos de urgência na tarde desta segunda-feira, 16, sendo um por volta do meio dia e o outro por volta das 15 horas. “Duas ocorrências de pacientes mais fragilizados aconteceram hoje e acabaram por ocupar o quadro médico do local, fazendo com que os pacientes com risco menor tivessem que aguardar o atendimento”, esclarece a assessoria.

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