Blog Luis Vicente: Olhar além do autismo!

Coluna Luis Vicente, 30/04/2019


Muitas vezes, durante nossa jornada na busca do conhecer sobre o autismo, fixamos tanto nossos olhares para identificar padrões de comportamento, sintomas, características, em buscar melhor qualidade de vida para nossos filhos, sobrinhos, parentes, enfim, que tudo o que identificamos neles é o Autismo.


Por quantas vezes você familiar de um autista não brincou ou brinca com seu anjo azul, seguindo o que se ensina nas terapias, ou em vídeos que viu na internet? Está errado? Não, não está, porém, não devemos olhar apenas para o autismo.


Uma criança por traz do autismo


Justamente pela busca em não perder tempo para ajudar na evolução deles, é que buscamos o possível e impossível para acelerar esta evolução, mas lhe faço alguns questionamentos:


Do que seu anjo azul gosta de brincar - por conta própria?


O que do seu filho é algo natural, ou seja, algo que não é condicionamento?


O que me refiro é que por mais que buscamos tudo possível sobre o autismo, não devemos esquecer que por traz do autismo de um indivíduo, existe também suas características, seus gostos, suas repulsas, assim como qualquer pessoa e isso também deve ser levado em consideração, obviamente se atentem que não me refiro em ser negligente e manter a frase “Ah! Ele é assim!” , claro que temos que ter sempre os dois olhos muito bem abertos para identificar algo sobre o autismo, mas as coisas devem correm em paralelo.


Estímulos naturais


A cerca de minha filha, autista de oito anos, um profissional me fez este questionamento e pela primeira vez e me vi sem resposta! “Do que minha filha gosta de brincar?!” Não sabia até então!


Este mesmo profissional disse “Os estímulos naturais de acordar, ouvir um som, uma porta bater, também é um estimulo”.


Sendo assim queridos leitores, por mais dificuldades que seu filho tenha, tente promover momentos livres de ações terapêuticas, deixe-o livre para expressar-se, mostrar o que gosta e o que não gosta, o que lhe dê prazer ou que lhe causa desconforto, isto também é uma forma de desenvolvimento, isto é saudável para todos nós!

Muitas vezes, durante nossa jornada na busca do conhecer sobre o autismo, fixamos tanto nossos olhares para identificar padrões de comportamento, sintomas, características, em buscar melhor qualidade de vida para nossos filhos, sobrinhos, parentes, enfim, que tudo o que identificamos neles é o Autismo.

Por quantas vezes você familiar de um autista não brincou ou brinca com seu anjo azul, seguindo o que se ensina nas terapias, ou em vídeos que viu na internet? Está errado? Não, não está, porém, não devemos olhar apenas para o autismo.

Uma criança por traz do autismo

Justamente pela busca em não perder tempo para ajudar na evolução deles, é que buscamos o possível e impossível para acelerar esta evolução, mas lhe faço alguns questionamentos:

Do que seu anjo azul gosta de brincar – por conta própria?

O que do seu filho é algo natural, ou seja, algo que não é condicionamento?

O que me refiro é que por mais que buscamos tudo possível sobre o autismo, não devemos esquecer que por traz do autismo de um indivíduo, existe também suas características, seus gostos, suas repulsas, assim como qualquer pessoa e isso também deve ser levado em consideração, obviamente se atentem que não me refiro em ser negligente e manter a frase “Ah! Ele é assim!” , claro que temos que ter sempre os dois olhos muito bem abertos para identificar algo sobre o autismo, mas as coisas devem correm em paralelo.

Estímulos naturais

A cerca de minha filha, autista de oito anos, um profissional me fez este questionamento e pela primeira vez e me vi sem resposta! “Do que minha filha gosta de brincar?!” Não sabia até então!

Este mesmo profissional disse “Os estímulos naturais de acordar, ouvir um som, uma porta bater, também é um estimulo”.

Sendo assim queridos leitores, por mais dificuldades que seu filho tenha, tente promover momentos livres de ações terapêuticas, deixe-o livre para expressar-se, mostrar o que gosta e o que não gosta, o que lhe dê prazer ou que lhe causa desconforto, isto também é uma forma de desenvolvimento, isto é saudável para todos nós!

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