O que fazer com os antigos cartões do estacionamento rotativo de Araranguá?

Em entrevista, Francisco Diello tira as dúvidas quem envolvem as raspadinhas

Desde que a administração assumiu o monitoramento da Área Azul, a utilização dos cartões vendidos pela Sermog - empresa responsável até outubro do ano passado, tem gerado dúvidas nos usuários do Rotativo. Afinal, o que fazer com os cartões antigos?

Em entrevista, o secretário de Planejamento, Indústria e Comércio, Francisco Diello, esclarece. “Os cartões antigos não são mais válidos. Em relação a troca, nem na lei, nem no contrato, é previsto qualquer condição sobre os cartões depois que a empresa responsável deixa de operar. Quando nós vimos necessidade do município assumir o rotativo temporariamente, a pedido do CDL, nós estudamos a possibilidade de fazer a troca dos antigos cartões vendidos pela Sermog por novos, mas ao consultar o setor jurídico, vimos que não há como. Para o próximo contrato, já há uma previsão legal e ficará sobre responsabilidade de própria empresa”, salienta.

Diello explica que por não estar na Lei, realizar as trocas poderia trazer problemas a administração. A Sermog já obteve lucros sobre a venda das raspadinhas antigas, e se a prefeitura arcasse com os custos das trocas, existira um ônus. “Ao passar essa afirmação ao CDL, os lojistas se certificaram de realizar as substituições dos cartões e depois recorrer administrativamente ou juridicamente. A CDL chegou a assumir as trocas por um curto período de tempo, mas por ter uma grande procura, tiveram que parar”.

Nota do CDL

Em nota, a CDL afirmou nunca ter arcado com os custos das trocas e que apenas facilitou o processo. A atitude dos lojistas foi motivada pelo alto fluxo de clientes no fim de ano, mas que as substituições não são mais realizadas. Confira a nota completa:

A CDL não arcou com os custos das trocas, apenas foi um facilitador para agilizar o processo no momento de pico de final de ano e assim colaborar com seu associados e clientes no primeiro momento.

Disponibilizamos um prazo de três dias para facilitar e como já voltou tudo ao normal, os usuários, comerciantes e clientes podem agora procurar os órgãos diretamente responsáveis, que é o poder público, que concedeu a concessão à empresa que prestava o serviço.

A CDL não tem nenhum compromisso ou responsabilidade com o estacionamento rotativo da cidade. Porém, trabalhou e sempre se dedicará incansavelmente para promover benefícios e bem estar ao cidadão e consumidor do comércio local.

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Desde que a administração assumiu o monitoramento da Área Azul, a utilização dos cartões vendidos pela Sermog – empresa responsável até outubro do ano passado, tem gerado dúvidas nos usuários do Rotativo. Afinal, o que fazer com os cartões antigos?

Em entrevista, o secretário de Planejamento, Indústria e Comércio, Francisco Diello, esclarece. “Os cartões antigos não são mais válidos. Em relação a troca, nem na lei, nem no contrato, é previsto qualquer condição sobre os cartões depois que a empresa responsável deixa de operar. Quando nós vimos necessidade do município assumir o rotativo temporariamente, a pedido do CDL, nós estudamos a possibilidade de fazer a troca dos antigos cartões vendidos pela Sermog por novos, mas ao consultar o setor jurídico, vimos que não há como. Para o próximo contrato, já há uma previsão legal e ficará sobre responsabilidade de própria empresa”, salienta.

Diello explica que por não estar na Lei, realizar as trocas poderia trazer problemas a administração. A Sermog já obteve lucros sobre a venda das raspadinhas antigas, e se a prefeitura arcasse com os custos das trocas, existira um ônus. “Ao passar essa afirmação ao CDL, os lojistas se certificaram de realizar as substituições dos cartões e depois recorrer administrativamente ou juridicamente. A CDL chegou a assumir as trocas por um curto período de tempo, mas por ter uma grande procura, tiveram que parar”.

Nota do CDL

Em nota, a CDL afirmou nunca ter arcado com os custos das trocas e que apenas facilitou o processo. A atitude dos lojistas foi motivada pelo alto fluxo de clientes no fim de ano, mas que as substituições não são mais realizadas. Confira a nota completa:

A CDL não arcou com os custos das trocas, apenas foi um facilitador para agilizar o processo no momento de pico de final de ano e assim colaborar com seu associados e clientes no primeiro momento.

Disponibilizamos um prazo de três dias para facilitar e como já voltou tudo ao normal, os usuários, comerciantes e clientes podem agora procurar os órgãos diretamente responsáveis, que é o poder público, que concedeu a concessão à empresa que prestava o serviço.

A CDL não tem nenhum compromisso ou responsabilidade com o estacionamento rotativo da cidade. Porém, trabalhou e sempre se dedicará incansavelmente para promover benefícios e bem estar ao cidadão e consumidor do comércio local.

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