O eleitor quer convicções, diz deputado Gelson Merísio

Confira o artigo de autoria do deputado Estadual sobre o cenário político da região:

"Minha recente passagem por Criciúma e Araranguá este mês, por conta das Sabatinas Regionais - encontros em que me coloco à disposição para conversar com as lideranças locais e com a imprensa - reforçou meu sentimento: o que o eleitor busca são líderes com convicções firmes, que sejam claros em seus propósitos e que materializem opções de escolha bem definidas. Esse é o momento político que vivemos no Brasil e em Santa Catarina.


Ao conversar pessoalmente com aqueles que vivem a realidade dos municípios, fica evidente a situação de descrédito generalizado com a questão política. O momento exige candidatos dispostos a arcar com o ônus da liderança, ou seja, que se disponham a ouvir as dificuldades, mas também a falar aquilo que muitos não gostariam de ouvir. Afinal, muitas das carências na ponta são causados por excessos nos centros do poder.


O eleitor quer convicções, diz deputado Gelson Merísio-0

A variedade cultural e econômica das regiões é um valioso patrimônio do nosso Estado. Não há como pensar em plano estadual de governo sem dominar essas particularidades. As sabatinas têm me proporcionado a oportunidade de beber direto da fonte, de ouvir e sentir daqueles que estão no dia a dia local não somente as necessidades, mas os potenciais de desenvolvimento. A transparência no debate tem sido a marca desses encontros.


A região Sul é um exemplo claro do peso das decisões políticas sobre a economia local. A BR 101 ilustra de forma emblemática o que afirmo. Qualquer intervenção para melhor na infraestrutura pública acarreta o desenvolvimento dos setores regionais vocacionados e estimula o investimento privado, alimentando um círculo virtuoso para a economia. O Porto de Imbituba é outro bom exemplo. Mas isso não é tudo. Um governo precisa atuar com convicção também no estabelecimento de normas claras e estáveis para os segmentos regionais, como é o caso do carvão.


Os desafios são enormes. Embora estejamos em um Estado diferenciado e acima da média nacional em diversos indicadores econômicos e sociais, temos muitas barreiras a derrubar para que se possa focar efetivamente em mais desenvolvimento. O legado dos governos recentes nos dá um importante fôlego, mas a escassez de recursos exige transformações no modelo, não há mais como manter estruturas que não sejam essenciais. A segurança pública pede socorro, a saúde exige medidas emergenciais e a educação pública está a anos-luz do potencial dos nossos jovens e crianças. Aliás, vale registrar a disposição do criciumense Antenor Naspolini - que há trinta anos saiu de Santa Catarina para estudar o que há de melhor no mundo em educação - em se juntar a nós no projeto de um novo modelo de educação para Santa Catarina.


Estamos em um momento crucial, em que esses e outros temas que interferem diretamente na vida do cidadão precisam ser debatidos. É importante que o eleitor disponha de diferentes propostas para escolher as que vão ao encontro do que ele acredita. Participar desse debate a partir de agora, ouvir, questionar, é fundamental. Somente assim será possível identificar quem terá coragem e condições de enfrentar os temas mais espinhosos."

“Minha recente passagem por Criciúma e Araranguá este mês, por conta das Sabatinas Regionais – encontros em que me coloco à disposição para conversar com as lideranças locais e com a imprensa – reforçou meu sentimento: o que o eleitor busca são líderes com convicções firmes, que sejam claros em seus propósitos e que materializem opções de escolha bem definidas. Esse é o momento político que vivemos no Brasil e em Santa Catarina.

Ao conversar pessoalmente com aqueles que vivem a realidade dos municípios, fica evidente a situação de descrédito generalizado com a questão política. O momento exige candidatos dispostos a arcar com o ônus da liderança, ou seja, que se disponham a ouvir as dificuldades, mas também a falar aquilo que muitos não gostariam de ouvir. Afinal, muitas das carências na ponta são causados por excessos nos centros do poder.

O eleitor quer convicções, diz deputado Gelson Merísio-0

A variedade cultural e econômica das regiões é um valioso patrimônio do nosso Estado. Não há como pensar em plano estadual de governo sem dominar essas particularidades. As sabatinas têm me proporcionado a oportunidade de beber direto da fonte, de ouvir e sentir daqueles que estão no dia a dia local não somente as necessidades, mas os potenciais de desenvolvimento. A transparência no debate tem sido a marca desses encontros.

A região Sul é um exemplo claro do peso das decisões políticas sobre a economia local. A BR 101 ilustra de forma emblemática o que afirmo. Qualquer intervenção para melhor na infraestrutura pública acarreta o desenvolvimento dos setores regionais vocacionados e estimula o investimento privado, alimentando um círculo virtuoso para a economia. O Porto de Imbituba é outro bom exemplo. Mas isso não é tudo. Um governo precisa atuar com convicção também no estabelecimento de normas claras e estáveis para os segmentos regionais, como é o caso do carvão.

Os desafios são enormes. Embora estejamos em um Estado diferenciado e acima da média nacional em diversos indicadores econômicos e sociais, temos muitas barreiras a derrubar para que se possa focar efetivamente em mais desenvolvimento. O legado dos governos recentes nos dá um importante fôlego, mas a escassez de recursos exige transformações no modelo, não há mais como manter estruturas que não sejam essenciais. A segurança pública pede socorro, a saúde exige medidas emergenciais e a educação pública está a anos-luz do potencial dos nossos jovens e crianças. Aliás, vale registrar a disposição do criciumense Antenor Naspolini – que há trinta anos saiu de Santa Catarina para estudar o que há de melhor no mundo em educação – em se juntar a nós no projeto de um novo modelo de educação para Santa Catarina.

Estamos em um momento crucial, em que esses e outros temas que interferem diretamente na vida do cidadão precisam ser debatidos. É importante que o eleitor disponha de diferentes propostas para escolher as que vão ao encontro do que ele acredita. Participar desse debate a partir de agora, ouvir, questionar, é fundamental. Somente assim será possível identificar quem terá coragem e condições de enfrentar os temas mais espinhosos.”

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