Nuvem de gafanhotos deixa autoridades catarinenses em alerta

Epagri monitora situação que poderá atingir o oeste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina

Foto: Divulgação/Governo da Província de Córdoba

Nos últimos dias, as redes sociais ficaram movimentadas por conta de um evento na Argentina: uma nuvem de gafanhotos passou do Paraguai e foi para o território argentino, com risco de chegar ao Brasil pelo oeste do Rio Grande do Sul.

O Portal W3 entrou em contato com a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural em Santa Catarina) de Araranguá, para saber mais sobre o assunto e se a situação está sendo monitorada. O gerente, Edson Silva, deu alguns esclarecimentos. "Está sendo feito um monitoramento sobre o deslocamento da nuvem de gafanhotos, que preocupa mais na região Oeste do Rio Grande do Sul — divisa de Uruguaiana. A praga faz a migração de acordo com o vento e altas temperaturas. A previsão é de frente fria no Rio Grande do Sul, o que pode afetar a direção da praga, que pode, inclusive se dispersar. Está sendo feito o monitoramento pelo fato de poder atingir o Oeste do RS e o Oeste Catarinense. É pouco provável que atinja a nossa região", contou.

Mesmo assim os órgãos sanitários estão acompanhando, como é o caso do Ministério da Agricultura e o Emater – RS. Eles alegam que não têm muitas informações devido a instabilidade da situação.

A Epagri se reúne nesta quarta, 24, com a entomologista, Erica Frazão Pereira de Lorenzi, para entender a situação e fazer um pronunciamento oficial para esclarecer detalhes sobre a praga.

Foto: Divulgação/Governo da Província de Córdoba

Nos últimos dias, as redes sociais ficaram movimentadas por conta de um evento na Argentina: uma nuvem de gafanhotos passou do Paraguai e foi para o território argentino, com risco de chegar ao Brasil pelo oeste do Rio Grande do Sul.

O Portal W3 entrou em contato com a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural em Santa Catarina) de Araranguá, para saber mais sobre o assunto e se a situação está sendo monitorada. O gerente, Edson Silva, deu alguns esclarecimentos. “Está sendo feito um monitoramento sobre o deslocamento da nuvem de gafanhotos, que preocupa mais na região Oeste do Rio Grande do Sul — divisa de Uruguaiana. A praga faz a migração de acordo com o vento e altas temperaturas. A previsão é de frente fria no Rio Grande do Sul, o que pode afetar a direção da praga, que pode, inclusive se dispersar. Está sendo feito o monitoramento pelo fato de poder atingir o Oeste do RS e o Oeste Catarinense. É pouco provável que atinja a nossa região”, contou.

Mesmo assim os órgãos sanitários estão acompanhando, como é o caso do Ministério da Agricultura e o Emater – RS. Eles alegam que não têm muitas informações devido a instabilidade da situação.

A Epagri se reúne nesta quarta, 24, com a entomologista, Erica Frazão Pereira de Lorenzi, para entender a situação e fazer um pronunciamento oficial para esclarecer detalhes sobre a praga.

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