Números do último Censo Agro chamam a atenção para criação de políticas públicas para jovens na região

De acordo com o coordenador regional do IBGE, últimos dados mostram necessidade de criar alternativas para manter o jovem na propriedade rural

Rio de Janeiro - Colheita de batata-doce biofortificada, fornecida pela Embrapa para alguns produtores rurais de Magé-RJ alcança boa produtividade. Na foto, o agricultor Laerte Luiz da Rosa (Tomaz Silva/Agência Brasil)

A série de Agronegócios do programa ON na W3 News desta segunda-feira, 19, tratou sobre os dados do último Censo Agro da região Sul Catarinense. Com a participação do coordenador regional do instituto, Sandriane Naspolini, foi debatido a realidade do homem do campo local.



Entre os aspectos mais importantes da pesquisa, a preocupação com a faixa etária que cada vez mais se caracteriza por um trabalhador com mais idade, ou seja, os jovens estão se evadindo e procurando outras atividades para subsistência. O último Censo Agro foi realizado em 2017, e os dados mostram a comparação dos dois últimos levantamentos.

Em 2006 eram 1159 jovens entre 25 e 35 anos que atuavam na lavoura no Vale do Araranguá. Já em 2017, este número caiu para apenas 490 pessoas que vivem da lavoura nesta faixa etária.

“Estes números mostram a necessidade de serem criadas políticas públicas para manter o homem no campo. Se os dados no próximo censo foram piores chegará um momento que não teremos mais quem atue no campo”, observou o coordenador regional.

Assista à transmissão na íntegra:



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A série de Agronegócios do programa ON na W3 News desta segunda-feira, 19, tratou sobre os dados do último Censo Agro da região Sul Catarinense. Com a participação do coordenador regional do instituto, Sandriane Naspolini, foi debatido a realidade do homem do campo local.

Entre os aspectos mais importantes da pesquisa, a preocupação com a faixa etária que cada vez mais se caracteriza por um trabalhador com mais idade, ou seja, os jovens estão se evadindo e procurando outras atividades para subsistência. O último Censo Agro foi realizado em 2017, e os dados mostram a comparação dos dois últimos levantamentos.

Em 2006 eram 1159 jovens entre 25 e 35 anos que atuavam na lavoura no Vale do Araranguá. Já em 2017, este número caiu para apenas 490 pessoas que vivem da lavoura nesta faixa etária.

“Estes números mostram a necessidade de serem criadas políticas públicas para manter o homem no campo. Se os dados no próximo censo foram piores chegará um momento que não teremos mais quem atue no campo”, observou o coordenador regional.

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