No Dia da Consciência Negra relembre matérias do Portal W3 sobre o tema

No Dia da Consciência Negra, a W3 separou alguns conteúdos sobre diversidade e racismo abordados em nosso portal.



Lilian Conceição da Silva, nordestina, doutora em Teologia, reverenda há 18 anos pela Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, ativista negra, feminista e militante. Todas essas bandeiras levantadas pela mesma pessoa podem causar algum estranhamento, mas é justamente a quebra deste tabu a missão de Lilian e de seu companheiro, Antônio Amaro do Nascimento Filho.

Juntos, o casal promove o enfrentamento do racismo dentro e fora da igreja. Eles visitaram Araranguá para debater questões da diversidade humana no “III Encontro da Diversidade: o amor em todas as cores, raças e crenças”.

Fundada em 25 de julho deste ano - Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, a Pastoral Abraço Negro tem buscado a discussão das questões como: racismo, feminismo, diversidade sexual e gênero, dentro do cristianismo... continue lendo



Após o americano George Floyd ser cruelmente assassinado por policiais no dia 25 de maio, a bandeira do movimento Black Lives Matter foi traduzida em diferentes idiomas e fortaleceu o debate sobre o racismo sistêmico. No Brasil, os protestos ganharam ainda mais força com o pedido de justiça pelo assassinato de João Pedro, de 14 anos. O adolescente foi morto dentro da própria casa durante uma operação policial no Complexo do Salgueiro em São Gonçalo - RJ, no dia 18 de maio.

Geograficamente estes crimes parecem estar distantes, mas será que o racismo está? A reportagem do Portal W3 entrevistou o professor universitário e coordenador do Coletivo Chega de Racismo de Criciúma, Alex Sander da Silva, para falar sobre a situação da população negra e parda no Vale do Araranguá... continue lendo



A pauta era sobre as diferenças do racismo brasileiro e o racismo americano, já que Sérgio morou 13 anos fora do país e seria o personagem perfeito para a matéria. Ele foi criado em Araranguá.

Para entender melhor o que ocorreu nesta entrevista é importante separá-la em duas partes. Nos primeiros minutos de conversa, Sérgio afirma que não sofreu racismo. Nem aqui - Brasil - e nem lá - EUA. Na verdade, afirma ter lembrança de um episódio de discriminação nos EUA, mas por ser latino e não negro.

Neste momento a pauta havia caído. Insisti. Diante dos relatos, confesso que achei estranho um negro não ter sofrido racismo. Mas antes de encerrar a conversa, tentei entender o que ele entendia por racismo. A entrevista mudou o rumo... continue lendo

No Dia da Consciência Negra, a W3 separou alguns conteúdos sobre diversidade e racismo abordados em nosso portal.

Lilian Conceição da Silva, nordestina, doutora em Teologia, reverenda há 18 anos pela Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, ativista negra, feminista e militante. Todas essas bandeiras levantadas pela mesma pessoa podem causar algum estranhamento, mas é justamente a quebra deste tabu a missão de Lilian e de seu companheiro, Antônio Amaro do Nascimento Filho.

Juntos, o casal promove o enfrentamento do racismo dentro e fora da igreja. Eles visitaram Araranguá para debater questões da diversidade humana no “III Encontro da Diversidade: o amor em todas as cores, raças e crenças”.

Fundada em 25 de julho deste ano – Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, a Pastoral Abraço Negro tem buscado a discussão das questões como: racismo, feminismo, diversidade sexual e gênero, dentro do cristianismo… continue lendo

Após o americano George Floyd ser cruelmente assassinado por policiais no dia 25 de maio, a bandeira do movimento Black Lives Matter foi traduzida em diferentes idiomas e fortaleceu o debate sobre o racismo sistêmico. No Brasil, os protestos ganharam ainda mais força com o pedido de justiça pelo assassinato de João Pedro, de 14 anos. O adolescente foi morto dentro da própria casa durante uma operação policial no Complexo do Salgueiro em São Gonçalo – RJ, no dia 18 de maio.

Geograficamente estes crimes parecem estar distantes, mas será que o racismo está? A reportagem do Portal W3 entrevistou o professor universitário e coordenador do Coletivo Chega de Racismo de Criciúma, Alex Sander da Silva, para falar sobre a situação da população negra e parda no Vale do Araranguá… continue lendo

A pauta era sobre as diferenças do racismo brasileiro e o racismo americano, já que Sérgio morou 13 anos fora do país e seria o personagem perfeito para a matéria. Ele foi criado em Araranguá.

Para entender melhor o que ocorreu nesta entrevista é importante separá-la em duas partes. Nos primeiros minutos de conversa, Sérgio afirma que não sofreu racismo. Nem aqui – Brasil – e nem lá – EUA. Na verdade, afirma ter lembrança de um episódio de discriminação nos EUA, mas por ser latino e não negro.

Neste momento a pauta havia caído. Insisti. Diante dos relatos, confesso que achei estranho um negro não ter sofrido racismo. Mas antes de encerrar a conversa, tentei entender o que ele entendia por racismo. A entrevista mudou o rumo… continue lendo

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