Blog Rolando Christian Coelho: Nego Gomes abre mão da majoritária em Sombrio

Rolando Christian Coelho, 18/05/2020

Vereador Nego Gomes (MDB) se retirou do processo de escolha majoritária em Sombrio. Ainda que o nome da vice-prefeitura Gislaine Dias da Cunha (MDB) seja praticamente consenso dentro de seu partido, Nego vinha mantendo a disposição de, no mínimo, ser indicado como candidato a vice. Criou-se, neste sentido, um cenário perigoso para o MDB, na medida em que uma ala do partido parecia querer a composição de uma chapa pura para disputar a eleição executiva deste ano.

A formação de uma chapa em que constasse os candidatos a prefeito e a vice pelo MDB, no entanto, afastaria automaticamente prováveis aliados do partido, como PDT, Democratas e PSDB. Os três vislumbram a possibilidade de concorrer como vice de Gislaine. Ao se retirar oficialmente do processo majoritário, Nego tranquiliza os possíveis aliados, criando, agora, um cenário mais amplo de negociações com o MDB.

Vale lembrar que em meio a este contexto, o Progressistas já se decidiu pela candidatura do bioquímico Cristian Rosa como seu candidato a prefeito. Além dos ajustes internos, Cristian também irá se dedicar a propor aliança a outras siglas, e fatalmente usaria a possibilidade de uma chapa pura do MDB a seu favor.

Em Sombrio, por enquanto, além de Gislaine Cunha, pelo MDB, e de Cristian Rosa, pelo Progressistas, também estão dispostos a disputar uma vaga majoritária Clodoaldo Patrício, pelo PRTB, e Teco Silvério, pelo Democratas.

Psol já tem candidato a prefeito em Araranguá

Psol de Araranguá pretende lançar o professor Rodrigo Mattos como candidato a prefeito neste ano. Seu nome foi referendado pela sigla, que preferiu deixar a vaga de vice em aberto para dialogar com outros partidos de oposição ao governo federal. O Psol, no entanto, não descarta a possibilidade de concorrer com chapa pura a majoritária da Cidade das Avenidas. O partido também já tem uma vasta nominata de pré-candidatos a vereador, a exemplo de Felipe Damásio, Juarez Nardi, Karen Scherer, Alessandro Francisco, Lucas Ferreira e Cidinha Cândido.

Carlos Moisés parece não querer investigação externa

Durante tradicional coletiva que vem fazendo todos os dias, governador Carlos Moisés da Silva (PSL) se mostrou irritado com as investigações, assim como com a cobertura da imprensa, no caso da compra dos 200 respiradores por parte do Governo do Estado, a um custo de R$ 33 milhões. Chegou a dizer que, se houver de fato ato ilícito, isto tem que ser resolvido dentro do governo. Trata-se de uma ingenuidade sem tamanho. A fiscalização do executivo cabe justamente ao legislativo, ao Tribunal de Contas, ao Ministério Público, e, paralelo a isto, à imprensa. Diga-se de passagem, Carlos Moisés só foi eleito governador do Estado justamente porque a população cansou de ver sujeira sendo empurrada para baixo do tapete.

MDB de Meleiro lança Reginaldo Ghellere ao executivo

MDB de Meleiro se decidiu pelo nome de Reginaldo Ghellere para a disputa majoritária deste ano. Em princípio ele está posto como candidato a prefeito. O MDB, no entanto, está disposto a coligações em que o partido conste até mesmo como candidato a vice. Internamente a sigla parece bastante dividida em relação a seu futuro. Há um grupo já aliado ao projeto de reeleição do prefeito Eder Mattos (PL). Outros líderes têm conversado com o ex-vice-prefeito Vitor Hugo Coral (PP), como também com o atual vice-prefeito Rogildo Bordignon.

Em Praia Grande, MDB conversa com Podemos e PCdoB

MDB de Praia Grande tem conversado com o Podemos e com o PCdoB, para a formação de uma aliança, com vistas à disputa majoritária e proporcional deste ano. Em princípio, a ideia é compor um grupo francamente contrário a gestão do prefeito Henrique Maciel (PSL), que se diz candidato à reeleição. A intenção, também, é a de trazer o PL para o grupo. A sigla do senador Jorginho Mello, num primeiro momento, tem pré-candidato a prefeito de Praia Grande, através do advogado Nelson Bertoldo. Líderes do MDB, no entanto, dizem que não vão medir esforço para tentar incorporar o PL a um único projeto oposicionista. Em princípio, Nelson mantém a franca intenção de concorrer como candidato a prefeito também.

Vereador Nego Gomes (MDB) se retirou do processo de escolha majoritária em Sombrio. Ainda que o nome da vice-prefeitura Gislaine Dias da Cunha (MDB) seja praticamente consenso dentro de seu partido, Nego vinha mantendo a disposição de, no mínimo, ser indicado como candidato a vice. Criou-se, neste sentido, um cenário perigoso para o MDB, na medida em que uma ala do partido parecia querer a composição de uma chapa pura para disputar a eleição executiva deste ano.

A formação de uma chapa em que constasse os candidatos a prefeito e a vice pelo MDB, no entanto, afastaria automaticamente prováveis aliados do partido, como PDT, Democratas e PSDB. Os três vislumbram a possibilidade de concorrer como vice de Gislaine. Ao se retirar oficialmente do processo majoritário, Nego tranquiliza os possíveis aliados, criando, agora, um cenário mais amplo de negociações com o MDB.

Vale lembrar que em meio a este contexto, o Progressistas já se decidiu pela candidatura do bioquímico Cristian Rosa como seu candidato a prefeito. Além dos ajustes internos, Cristian também irá se dedicar a propor aliança a outras siglas, e fatalmente usaria a possibilidade de uma chapa pura do MDB a seu favor.

Em Sombrio, por enquanto, além de Gislaine Cunha, pelo MDB, e de Cristian Rosa, pelo Progressistas, também estão dispostos a disputar uma vaga majoritária Clodoaldo Patrício, pelo PRTB, e Teco Silvério, pelo Democratas.

Psol já tem candidato a prefeito em Araranguá

Psol de Araranguá pretende lançar o professor Rodrigo Mattos como candidato a prefeito neste ano. Seu nome foi referendado pela sigla, que preferiu deixar a vaga de vice em aberto para dialogar com outros partidos de oposição ao governo federal. O Psol, no entanto, não descarta a possibilidade de concorrer com chapa pura a majoritária da Cidade das Avenidas. O partido também já tem uma vasta nominata de pré-candidatos a vereador, a exemplo de Felipe Damásio, Juarez Nardi, Karen Scherer, Alessandro Francisco, Lucas Ferreira e Cidinha Cândido.

Carlos Moisés parece não querer investigação externa

Durante tradicional coletiva que vem fazendo todos os dias, governador Carlos Moisés da Silva (PSL) se mostrou irritado com as investigações, assim como com a cobertura da imprensa, no caso da compra dos 200 respiradores por parte do Governo do Estado, a um custo de R$ 33 milhões. Chegou a dizer que, se houver de fato ato ilícito, isto tem que ser resolvido dentro do governo. Trata-se de uma ingenuidade sem tamanho. A fiscalização do executivo cabe justamente ao legislativo, ao Tribunal de Contas, ao Ministério Público, e, paralelo a isto, à imprensa. Diga-se de passagem, Carlos Moisés só foi eleito governador do Estado justamente porque a população cansou de ver sujeira sendo empurrada para baixo do tapete.

MDB de Meleiro lança Reginaldo Ghellere ao executivo

MDB de Meleiro se decidiu pelo nome de Reginaldo Ghellere para a disputa majoritária deste ano. Em princípio ele está posto como candidato a prefeito. O MDB, no entanto, está disposto a coligações em que o partido conste até mesmo como candidato a vice. Internamente a sigla parece bastante dividida em relação a seu futuro. Há um grupo já aliado ao projeto de reeleição do prefeito Eder Mattos (PL). Outros líderes têm conversado com o ex-vice-prefeito Vitor Hugo Coral (PP), como também com o atual vice-prefeito Rogildo Bordignon.

Em Praia Grande, MDB conversa com Podemos e PCdoB

MDB de Praia Grande tem conversado com o Podemos e com o PCdoB, para a formação de uma aliança, com vistas à disputa majoritária e proporcional deste ano. Em princípio, a ideia é compor um grupo francamente contrário a gestão do prefeito Henrique Maciel (PSL), que se diz candidato à reeleição. A intenção, também, é a de trazer o PL para o grupo. A sigla do senador Jorginho Mello, num primeiro momento, tem pré-candidato a prefeito de Praia Grande, através do advogado Nelson Bertoldo. Líderes do MDB, no entanto, dizem que não vão medir esforço para tentar incorporar o PL a um único projeto oposicionista. Em princípio, Nelson mantém a franca intenção de concorrer como candidato a prefeito também.

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