“Negaram o crime, mas as provas dizem o contrário”, diz delegado responsável pela investigação do assassinado de Jana

Jana havia desaparecido no dia 30 de junho no bairro Polícia Rodoviária

Na noite de sexta-feira, 17, cinco pessoas foram presas temporariamente suspeitas de terem participado do assassinato de Janaina Gomes, de 38 anos. A operação foi realizada pela DIC de Araranguá com o apoio da DPCAMI, DP Maracajá e Balneário Arroio do Silva.

Jana, como é mais conhecida, desapareceu no dia 30 de junho no bairro Policia Rodoviária. No dia 3 de julho, alguns de seus pertences foram encontrados em uma plantação de eucalipto na ARA-227. Após a localização das roupas, os investigadores perceberam que os vestígios haviam sido deixados propositalmente para despistar a polícia.

As investigações continuaram e no dia 10 de julho o corpo de Jana foi encontrada na localidade de Fundo Grande. O cadáver estava nu e coberto de cal para acelerar a decomposição. “O que ajudou mais ainda a investigação foi a chuva, porque o corpo ficou submerso e a cal não destruiu o corpo, mas fez efeito contrário e ajudou a conservar”, salienta o delegado responsável pela coordenação da investigação, Jair Pereira Duarte.

A vítima fazia parte de uma organização criminosa e foi presa no dia 26 de junho com outras três pessoas. Leia a matéria. Segundo o delegado, a motivação do crime foi uma suspeita de que a vítima teria delatado os envolvidos em outro crime. O delegado nega que isso tenha ocorrido.

Ao ser questionado sobre a situação dos suspeitos e o que deve ocorrer a partir de agora, Pereira Duarte responde “eles estão todos presos. Negaram o crime, mas as provas dizem o contrário. A prisão temporária é de até 30 dias, mas depois pode ser decretada a prisão preventiva”, finaliza

Na noite de sexta-feira, 17, cinco pessoas foram presas temporariamente suspeitas de terem participado do assassinato de Janaina Gomes, de 38 anos. A operação foi realizada pela DIC de Araranguá com o apoio da DPCAMI, DP Maracajá e Balneário Arroio do Silva.

Jana, como é mais conhecida, desapareceu no dia 30 de junho no bairro Policia Rodoviária. No dia 3 de julho, alguns de seus pertences foram encontrados em uma plantação de eucalipto na ARA-227. Após a localização das roupas, os investigadores perceberam que os vestígios haviam sido deixados propositalmente para despistar a polícia.

As investigações continuaram e no dia 10 de julho o corpo de Jana foi encontrada na localidade de Fundo Grande. O cadáver estava nu e coberto de cal para acelerar a decomposição. “O que ajudou mais ainda a investigação foi a chuva, porque o corpo ficou submerso e a cal não destruiu o corpo, mas fez efeito contrário e ajudou a conservar”, salienta o delegado responsável pela coordenação da investigação, Jair Pereira Duarte.

A vítima fazia parte de uma organização criminosa e foi presa no dia 26 de junho com outras três pessoas. Leia a matéria. Segundo o delegado, a motivação do crime foi uma suspeita de que a vítima teria delatado os envolvidos em outro crime. O delegado nega que isso tenha ocorrido.

Ao ser questionado sobre a situação dos suspeitos e o que deve ocorrer a partir de agora, Pereira Duarte responde “eles estão todos presos. Negaram o crime, mas as provas dizem o contrário. A prisão temporária é de até 30 dias, mas depois pode ser decretada a prisão preventiva”, finaliza

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