Na democracia, presidente não manda nada

Rolando Christian Coelho, 10/12/2019

Posicionamento favorável ao aumento do Fundo Partidário, por parte de 430 deputados federais e 62 senadores, demonstra claramente que é preciso muito mais do que um presidente da República para que possamos, quem sabe um dia, mudarmos nossa triste realidade política. Percentualmente, 84% dos deputados e 77% dos senadores se posicionaram de forma contrária a tudo o que vem sendo defendido pela sociedade brasileira, quando o assunto é a moralidade do dinheiro público. Este posicionamento do Congresso Nacional não era nenhum pouco diferente à época dos mandatos do PT. Não à toa Lula da Silva e Dilma Rousseff tiveram que abrir os cofres públicos “aos amigos”, para se manterem no poder. Lula até que conseguiu, mas pegou uma cadeiada por conta disto. Dilma, mais queixo duro, acabou sendo convidada a deixar o poder.


O grande problema do Congresso Nacional brasileiro é que ele está infestado de parlamentares que só pensam no próprio umbigo. O Fundo Partidário nada mais é do que a garantia de que aqueles que estão no poder terão mais chances de permanecer nele. Quanto mais dinheiro no Fundo, maior a possibilidade de manutenção do status quo. Se isto vai tirar dinheiro da educação, da saúde, da infraestrutura, pouco importa.


Qual a solução, então? A solução é irmos purificando o Congresso. De Santa Catarina, por exemplo, votaram a favor do aumento do Fundo os deputados Ricardo Guidi (PSD), Celso Maldaner (MDB), Darci Matos (PSD), Hélio Costa (PRB) e Pedro Uczai(PT). Os demais não querem o aumento. Literalmente está nas mãos dos brasileiros separar o joio do trigo em eleições futuras. Foi assim que os países desenvolvidos chegaram a excelência em administração pública. Basicamente, as sociedades foram selecionando o que é e o que não é conveniente para as próprias sociedades. Pode até demorar, mas, dentro da democracia, é a única solução para termo um país mais descente.


PSB e Podemos de Gaivota também são oposição


Lideranças ligadas ao PSB e ao Podemos de Balneário Gaivota entraram em contato para ressaltar que os dois partidos também estarão na oposição, no que diz respeito à eleição municipal do ano que vem. Ontem ressaltei que MDB, PSDB e PSL estão tentando compor um grupo, visando o lançamento de uma candidatura a prefeito e a vice que represente as três siglas, evitando, assim, a divisão da oposição. Neste contexto, PSB e Podemos também ressaltam que são partidos oposicionistas ao governo do prefeito Ronaldo Pereira da Silva (PP), e possíveis interessados em um projeto maior, que una todas as siglas de oposição no município.


Nano Freitas diz que divisão da presidência é boa alternativa


Vereador sombriense Nano Freitas (PSD) disse que vê com bons olhos possibilidade de se dividir o comando da Mesa Diretora da Câmara Municipal, ano que vem, em quatro períodos de três meses, contemplando com isto quatro vereadores diferentes. De acordo com uma proposta rascunhada pelo Progressistas, Nano seria um desses vereadores. Os outros três seriam Peri Soares (PP), Valmir Daminelli (PP) e Fernando da Silva Pereira (PP). Faltaria, agora, definir a ordem em que cada um deles assumiria a presidência. Em princípio, depois da eleição, que acontece no próximo dia 23, e após a posse, em 1º de janeiro, a cada três meses seria necessário que o presidente renunciasse, para que um novo vereador fosse eleito para o comando da Mesa Diretora. “É uma solução interessante para mantermos a hegemonia dos partidos de oposição na Câmara. O importante é nos esforçarmos para que não haja divisão de forças”, comenta Nano.


JMDB/SC elege vice-presidente de nossa região


JMDB de Santa Catarina elegeu seu novo diretório. O líder emedebista Márcio Recco, de Jacinto Machado, foi eleito vice-presidente de uma chapa consensual, encabeçada pelo vereador Filipe Schmitz, do município de Antônio Carlos, na Grande Florianópolis. Felipe é o vereador mais jovem de Santa Catarina. Em 2016, quando se elegeu, ele tinha apenas 19 anos. A eleição de Márcio reforça o time emedebista em Jacinto Machado, com vistas ao pleito municipal do ano que vem. Ele é nome carimbado para a disputa legislativa de 2020, mas também um reserva de peso para uma disputa majoritária.


Pode haver dobradinha de nossa região em Criciúma ano que vem


PSL e Democratas de Criciúma já estavam acertados para disputar a Prefeitura Municipal ano que vem. O candidato a prefeito seria o deputado federal Daniel Freitas (PSL), cabendo ao Democratas a indicação do vice. Neste sentido, chegou a ser ventilada a possibilidade da presidente municipal do partido, Lise Tuon, ser indicada para a composição majoritária. Daniel, no entanto, já anunciou que sairá do PSL, rumando para o Aliança. Com isso, o Democratas abriu novas frentes de negociações, com vistas a composição majoritária em Criciúma. O partido deve conversar com o ex-deputado federal Jorge Boeira (PP), propondo uma aliança com o Progressistas. Se houver um alinhamento de astros, é possível que Boeira concorra a prefeito, com Lise Tuon compondo como vice. Há de se ressaltar que Boeira é de Araranguá e Lise de Jacinto Machado.


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Posicionamento favorável ao aumento do Fundo Partidário, por parte de 430 deputados federais e 62 senadores, demonstra claramente que é preciso muito mais do que um presidente da República para que possamos, quem sabe um dia, mudarmos nossa triste realidade política. Percentualmente, 84% dos deputados e 77% dos senadores se posicionaram de forma contrária a tudo o que vem sendo defendido pela sociedade brasileira, quando o assunto é a moralidade do dinheiro público. Este posicionamento do Congresso Nacional não era nenhum pouco diferente à época dos mandatos do PT. Não à toa Lula da Silva e Dilma Rousseff tiveram que abrir os cofres públicos “aos amigos”, para se manterem no poder. Lula até que conseguiu, mas pegou uma cadeiada por conta disto. Dilma, mais queixo duro, acabou sendo convidada a deixar o poder.

O grande problema do Congresso Nacional brasileiro é que ele está infestado de parlamentares que só pensam no próprio umbigo. O Fundo Partidário nada mais é do que a garantia de que aqueles que estão no poder terão mais chances de permanecer nele. Quanto mais dinheiro no Fundo, maior a possibilidade de manutenção do status quo. Se isto vai tirar dinheiro da educação, da saúde, da infraestrutura, pouco importa.

Qual a solução, então? A solução é irmos purificando o Congresso. De Santa Catarina, por exemplo, votaram a favor do aumento do Fundo os deputados Ricardo Guidi (PSD), Celso Maldaner (MDB), Darci Matos (PSD), Hélio Costa (PRB) e Pedro Uczai(PT). Os demais não querem o aumento. Literalmente está nas mãos dos brasileiros separar o joio do trigo em eleições futuras. Foi assim que os países desenvolvidos chegaram a excelência em administração pública. Basicamente, as sociedades foram selecionando o que é e o que não é conveniente para as próprias sociedades. Pode até demorar, mas, dentro da democracia, é a única solução para termo um país mais descente.

PSB e Podemos de Gaivota também são oposição

Lideranças ligadas ao PSB e ao Podemos de Balneário Gaivota entraram em contato para ressaltar que os dois partidos também estarão na oposição, no que diz respeito à eleição municipal do ano que vem. Ontem ressaltei que MDB, PSDB e PSL estão tentando compor um grupo, visando o lançamento de uma candidatura a prefeito e a vice que represente as três siglas, evitando, assim, a divisão da oposição. Neste contexto, PSB e Podemos também ressaltam que são partidos oposicionistas ao governo do prefeito Ronaldo Pereira da Silva (PP), e possíveis interessados em um projeto maior, que una todas as siglas de oposição no município.

Nano Freitas diz que divisão da presidência é boa alternativa

Vereador sombriense Nano Freitas (PSD) disse que vê com bons olhos possibilidade de se dividir o comando da Mesa Diretora da Câmara Municipal, ano que vem, em quatro períodos de três meses, contemplando com isto quatro vereadores diferentes. De acordo com uma proposta rascunhada pelo Progressistas, Nano seria um desses vereadores. Os outros três seriam Peri Soares (PP), Valmir Daminelli (PP) e Fernando da Silva Pereira (PP). Faltaria, agora, definir a ordem em que cada um deles assumiria a presidência. Em princípio, depois da eleição, que acontece no próximo dia 23, e após a posse, em 1º de janeiro, a cada três meses seria necessário que o presidente renunciasse, para que um novo vereador fosse eleito para o comando da Mesa Diretora. “É uma solução interessante para mantermos a hegemonia dos partidos de oposição na Câmara. O importante é nos esforçarmos para que não haja divisão de forças”, comenta Nano.

JMDB/SC elege vice-presidente de nossa região

JMDB de Santa Catarina elegeu seu novo diretório. O líder emedebista Márcio Recco, de Jacinto Machado, foi eleito vice-presidente de uma chapa consensual, encabeçada pelo vereador Filipe Schmitz, do município de Antônio Carlos, na Grande Florianópolis. Felipe é o vereador mais jovem de Santa Catarina. Em 2016, quando se elegeu, ele tinha apenas 19 anos. A eleição de Márcio reforça o time emedebista em Jacinto Machado, com vistas ao pleito municipal do ano que vem. Ele é nome carimbado para a disputa legislativa de 2020, mas também um reserva de peso para uma disputa majoritária.

Pode haver dobradinha de nossa região em Criciúma ano que vem

PSL e Democratas de Criciúma já estavam acertados para disputar a Prefeitura Municipal ano que vem. O candidato a prefeito seria o deputado federal Daniel Freitas (PSL), cabendo ao Democratas a indicação do vice. Neste sentido, chegou a ser ventilada a possibilidade da presidente municipal do partido, Lise Tuon, ser indicada para a composição majoritária. Daniel, no entanto, já anunciou que sairá do PSL, rumando para o Aliança. Com isso, o Democratas abriu novas frentes de negociações, com vistas a composição majoritária em Criciúma. O partido deve conversar com o ex-deputado federal Jorge Boeira (PP), propondo uma aliança com o Progressistas. Se houver um alinhamento de astros, é possível que Boeira concorra a prefeito, com Lise Tuon compondo como vice. Há de se ressaltar que Boeira é de Araranguá e Lise de Jacinto Machado.

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