Municípios reclamam que lote das vacinas que chegam hoje não é suficiente

Regional de Saúde diz que 57% das vacinas para esta primeira etapa já foram entregues

Não bastasse a preocupação com a pandemia do Coronavírus, as secretarias municipais de Saúde estão lidando com a falta das vacinas contra a Influenza logo noinício da campanha, que começou na segunda, 23.


Nesta quarta, 25, a regional de Saúde, iniciou logo cedo a entrega de mais um lote das vacinas para os municípios da Amesc. De acordo com a responsável pelo setor na Agência Regional de Araranguá, Bárbara Monteiro, já somam 57% do quantitativo para esta primeira etapa. “A distribuição é feita pelo Ministério da Saúde, e conforme liberam, imediatamente encaminhamos para os municípios”, disse.


Mas sem data para receber os outros 43% das vacinas para esta primeira etapa (grupo dos idosos e profissionais da Saúde), os municípios tentam se virar como pode. A informação que chegou à reportagem, é que Balneário Gaivota, por exemplo, atingiu apenas 35% do público alvo até esta manhã, quando foram recebidas 280 doses que acabaram imediatamente. Um comunicado para a população foi elaborado explicando a situação. A cidade conta com aproximadamente 1300 idosos.


Já em Araranguá, no início da semana foram disponibilizadas 2700 doses e hoje chegou mais 1000. De Acordo com a secretária de Saúde, Evelyn Elias, o total atingiu apenas 13% do grupo alvo. “As pessoas tem que se manter em isolamento. Com a quantia recebida vamos vacinar apenas os profissionais de saúde, que estão mais propensos e na linha de frente das ações contra o Coronavírus”, contou a secretária sobre a estratégia que adotará diante da falta.


A primeira etapa da campanha atinge idosos e profisisonais da Saúde, a população considerada mais vulnerável as espécies de Influenza. Outros grupos devem receber suas doses ao longo da campanha que se estenderá até Maio, conforme calendário oficial.


Importante que os pacientes de cada município entrem em contato via telefone com as secretarias de saúde para se informar sobre a vacina, sem desrespeitar a proposta de quarentena e evitar o contágio desta e outras doenças infecciosas.

Não bastasse a preocupação com a pandemia do Coronavírus, as secretarias municipais de Saúde estão lidando com a falta das vacinas contra a Influenza logo noinício da campanha, que começou na segunda, 23.

Nesta quarta, 25, a regional de Saúde, iniciou logo cedo a entrega de mais um lote das vacinas para os municípios da Amesc. De acordo com a responsável pelo setor na Agência Regional de Araranguá, Bárbara Monteiro, já somam 57% do quantitativo para esta primeira etapa. “A distribuição é feita pelo Ministério da Saúde, e conforme liberam, imediatamente encaminhamos para os municípios”, disse.

Mas sem data para receber os outros 43% das vacinas para esta primeira etapa (grupo dos idosos e profissionais da Saúde), os municípios tentam se virar como pode. A informação que chegou à reportagem, é que Balneário Gaivota, por exemplo, atingiu apenas 35% do público alvo até esta manhã, quando foram recebidas 280 doses que acabaram imediatamente. Um comunicado para a população foi elaborado explicando a situação. A cidade conta com aproximadamente 1300 idosos.

Já em Araranguá, no início da semana foram disponibilizadas 2700 doses e hoje chegou mais 1000. De Acordo com a secretária de Saúde, Evelyn Elias, o total atingiu apenas 13% do grupo alvo. “As pessoas tem que se manter em isolamento. Com a quantia recebida vamos vacinar apenas os profissionais de saúde, que estão mais propensos e na linha de frente das ações contra o Coronavírus”, contou a secretária sobre a estratégia que adotará diante da falta.

A primeira etapa da campanha atinge idosos e profisisonais da Saúde, a população considerada mais vulnerável as espécies de Influenza. Outros grupos devem receber suas doses ao longo da campanha que se estenderá até Maio, conforme calendário oficial.

Importante que os pacientes de cada município entrem em contato via telefone com as secretarias de saúde para se informar sobre a vacina, sem desrespeitar a proposta de quarentena e evitar o contágio desta e outras doenças infecciosas.

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