Mulher trans leva 30 facadas em Içara

Vítima foi agredida com mais de 30 facadas por dois homens dentro do próprio carro na madrugada de sábado

A Polícia Civil de Içara instaurou inquérito para investigar o caso da mulher trans atacada a facadas por dois homens em Içara, na madrugada de sábado, 17.

Inicialmente, o crime é tratado como tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte). Em uma entrevista Diário Catarinense, Rebeka Curtts, de 28 anos, deu detalhes sobre a agressão que sofreu e que espera que a polícia encontre os autores da violência,

— Ali no carro eu achei que seria morta dessa vez. Era muita facada. O que me deu forças foi Deus. Eu pedi pra Deus pra me dar força, e pensei na minha mãe, que sofre de depressão — disse.

A jovem trabalha como acompanhante e massagista. Ela foi chamada por um cliente para um encontro em que ele pagaria uma dívida de cerca de R$ 1 mil que tinha com ela.

O cliente e um amigo entraram no carro de Rebeka e tentaram passar o cartão, mas não funcionou. Logo em seguida, ambos os homens puxaram uma faca e desferiram golpes no rosto da vítima. Para fugir dos homens, a vítima pulou do carro em movimento e caminhou até um sítio para pedir ajuda.

A jovem foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada ao Hospital São Donato, em Içara. Segundo os médicos que atenderam Rebeka, ela levou cerca de 30 facadas. Ela tinha ferimentos na cabeça, rosto, pescoço, peito, braço e perna. Felizmente, nenhum órgão foi atingido. Na noite de sábado, ela foi liberada para se recuperar em casa.

Inquérito dirá se houve homofobia

Segundo o delegado Marcelo Viana que assumiu a investigação, um inquérito foi instaurado na segunda-feira, 19, para apurar o crime. Ele afirmou ao Diário Catarinense, que o caso está sendo tratado como tentativa de latrocínio porque os suspeitos fugiram levando o carro da vítima – o veículo acabou sendo encontrado depois, mas os autores ainda não.

Se envolve homofobia ou não, isso o inquérito vai dizer. Vamos ouvir a vítima, coletar as provas que são possíveis para identificar a autoria, e depois a gente pode dar um parecer melhor — comentou o delegado.

Conforme o delegado, buscas já foram realizadas e a investigação segue para tentar identificar os suspeitos. A vítima, Rebecca, será ouvida pela polícia hoje.

 

 

A Polícia Civil de Içara instaurou inquérito para investigar o caso da mulher trans atacada a facadas por dois homens em Içara, na madrugada de sábado, 17.

Inicialmente, o crime é tratado como tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte). Em uma entrevista Diário Catarinense, Rebeka Curtts, de 28 anos, deu detalhes sobre a agressão que sofreu e que espera que a polícia encontre os autores da violência,

— Ali no carro eu achei que seria morta dessa vez. Era muita facada. O que me deu forças foi Deus. Eu pedi pra Deus pra me dar força, e pensei na minha mãe, que sofre de depressão — disse.

A jovem trabalha como acompanhante e massagista. Ela foi chamada por um cliente para um encontro em que ele pagaria uma dívida de cerca de R$ 1 mil que tinha com ela.

O cliente e um amigo entraram no carro de Rebeka e tentaram passar o cartão, mas não funcionou. Logo em seguida, ambos os homens puxaram uma faca e desferiram golpes no rosto da vítima. Para fugir dos homens, a vítima pulou do carro em movimento e caminhou até um sítio para pedir ajuda.

A jovem foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada ao Hospital São Donato, em Içara. Segundo os médicos que atenderam Rebeka, ela levou cerca de 30 facadas. Ela tinha ferimentos na cabeça, rosto, pescoço, peito, braço e perna. Felizmente, nenhum órgão foi atingido. Na noite de sábado, ela foi liberada para se recuperar em casa.

Inquérito dirá se houve homofobia

Segundo o delegado Marcelo Viana que assumiu a investigação, um inquérito foi instaurado na segunda-feira, 19, para apurar o crime. Ele afirmou ao Diário Catarinense, que o caso está sendo tratado como tentativa de latrocínio porque os suspeitos fugiram levando o carro da vítima – o veículo acabou sendo encontrado depois, mas os autores ainda não.

Se envolve homofobia ou não, isso o inquérito vai dizer. Vamos ouvir a vítima, coletar as provas que são possíveis para identificar a autoria, e depois a gente pode dar um parecer melhor — comentou o delegado.

Conforme o delegado, buscas já foram realizadas e a investigação segue para tentar identificar os suspeitos. A vítima, Rebecca, será ouvida pela polícia hoje.

 

 

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