Mulher contaminada pelo Coronavírus quebra quarentena e é advertida em Maracajá

Ela alegou que havia saído de casa para levar a filha, que estaria com febre, para o médico

Foto: Divulgação/Prefeitura de Maracajá

Uma moradora de Maracajá, portadora do Novo Coronavírus, foi flagrada circulando pela cidade nesta quarta-feira, 29. Ela estava acompanhada do marido e da filha e andava de carro pela Avenida Nossa Senhora da Conceição. No local, fiscais da Vigilância Sanitária (Visa) abordavam pedestres que não utilizavam máscaras de prevenção à Covid-19.

“Podemos até entender a gravidade da situação, mas a quarentena determinada pela Vigilância Epidemiológica não pode ser desrespeitada”, lamentou o fiscal da Visa, Carlos Fernando Costa. A mulher alegou que havia saído de casa para levar a filha, que estaria com febre, para o médico. Segundo o fiscal, a criança deveria ser levada ao médico, mas não pela mãe que está contaminada pelo Coronavírus. Em consequência, ela recebeu uma “Advertência Sanitária” e foi comunicada que, em caso de reincidência, haverá registro de Boletim de Ocorrência na polícia e a comunicação ao Ministério Público para medidas judiciais.

A mesma advertência foi entregue, também, para moradores de Maracajá que circulavam pela Avenida Nossa Senhora da Conceição e vias laterais, que não usavam máscaras. Os fiscais orientavam sobre a importância do uso da proteção e alertavam que, na reincidência, haverá aplicação de multas e as cabíveis consequências jurídicas.

A fiscalização também notificou um dos supermercados da cidade que não está respeitando a orientação de permitir a entrada de apenas um integrante de cada família para fazer compras. Em uma oficina de conserto de carros a notificação se deu pela falta de uso de máscaras pelos empregados e o desrespeito a regra do distanciamento entre as pessoas no local de trabalho.

Conforme Carlos Fernando, “algumas pessoas, e até empresários, chegam a nos tratar de forma agressiva, não entendem que estamos cumprindo nossa função e colocando em prática as determinações legais, que têm o objetivo, simplesmente, de preservar vidas e de prevenir a propagação desta terrível pandemia”, conclui.

Texto: Gilvan de França

 

 

Foto: Divulgação/Prefeitura de Maracajá

Uma moradora de Maracajá, portadora do Novo Coronavírus, foi flagrada circulando pela cidade nesta quarta-feira, 29. Ela estava acompanhada do marido e da filha e andava de carro pela Avenida Nossa Senhora da Conceição. No local, fiscais da Vigilância Sanitária (Visa) abordavam pedestres que não utilizavam máscaras de prevenção à Covid-19.

“Podemos até entender a gravidade da situação, mas a quarentena determinada pela Vigilância Epidemiológica não pode ser desrespeitada”, lamentou o fiscal da Visa, Carlos Fernando Costa. A mulher alegou que havia saído de casa para levar a filha, que estaria com febre, para o médico. Segundo o fiscal, a criança deveria ser levada ao médico, mas não pela mãe que está contaminada pelo Coronavírus. Em consequência, ela recebeu uma “Advertência Sanitária” e foi comunicada que, em caso de reincidência, haverá registro de Boletim de Ocorrência na polícia e a comunicação ao Ministério Público para medidas judiciais.

A mesma advertência foi entregue, também, para moradores de Maracajá que circulavam pela Avenida Nossa Senhora da Conceição e vias laterais, que não usavam máscaras. Os fiscais orientavam sobre a importância do uso da proteção e alertavam que, na reincidência, haverá aplicação de multas e as cabíveis consequências jurídicas.

A fiscalização também notificou um dos supermercados da cidade que não está respeitando a orientação de permitir a entrada de apenas um integrante de cada família para fazer compras. Em uma oficina de conserto de carros a notificação se deu pela falta de uso de máscaras pelos empregados e o desrespeito a regra do distanciamento entre as pessoas no local de trabalho.

Conforme Carlos Fernando, “algumas pessoas, e até empresários, chegam a nos tratar de forma agressiva, não entendem que estamos cumprindo nossa função e colocando em prática as determinações legais, que têm o objetivo, simplesmente, de preservar vidas e de prevenir a propagação desta terrível pandemia”, conclui.

Texto: Gilvan de França

 

 

Compartilhe

Voltar às notícias