Movimento Pense Urbano traz aulas de danças urbanas para Araranguá

Criado por Luciano Fernandes, projeto tem o objetivo de fomentar a arte no município através de aulas com baixo custo

Por Dyessica Abadi

Este conteúdo faz parte da série de reportagens especiais do Portal W3 sobre os projetos culturais de artistas araranguaenses que foram contemplados pela lei Aldir Blanc no ano passado. São inúmeros projetos musicais, de teatro, artesanato, foto, vídeo, entre outras formas de expressão artística. A equipe do Portal buscou selecionar ao menos um artista de cada segmento para fomentar cada vez mais as riquezas culturais locais. Você pode conferir o último texto da série clicando aqui.

O projeto Movimento Pense Urbano foi pensado para ser um espaço cultural focado em danças urbanas. Criado por Luciano Xavier Fernandes, o projeto tem o objetivo de fomentar a arte no município através de um local onde as pessoas possam ter um custo mais acessível para aprender o movimento. Para tanto, o artista explica que o valor do prêmio da lei Aldir Blanc foi utilizado para custear o aluguel de um espaço para as aulas.

"Eu quis apresentar a ideia através de vídeo aulas no meu canal do Youtube. A partir disso, eu fiz cinco vídeos apresentando umas coisas bem amplas referente à dança, questão mais técnica, assim. Depois, o investimento da verba foi para dar segmento ao que hoje é Movimento Pense Urbano, que é o espaço cultural onde a gente oferece aulas com um preço em conta para que as pessoas consigam ter acesso cada vez mais sobre essa beleza que é a dança urbana", conta.

Luciano é natural de Porto Alegre e trabalhou durante cinco anos como arte educador de dança em uma instituição social na capital gaúcha. "Eu já atuava nessa área lá e trabalhei no Instituto de Assistência e Proteção à Infância por cinco anos. Era algo que eu sentia falta aqui, então achei interessante levar esse projeto para o Aldir Blanc", revela. O gaúcho está morando há quase três anos em Araranguá.

Questionado se a Prefeitura de Araranguá não teria algum espaço para dispor, Luciano responde: "até o momento, como o projeto envolvia apenas a parte mais básica, só dos vídeos, a verba era para achar algum lugar, alguma sala, para que eu pudesse utilizar para dar aulas. Acabei não pedindo isso (à prefeitura), porque não vi nenhum local que fosse da prefeitura para ceder. Então meio que fui atrás por conta própria".

O artista conta que vê muitas opções de dança fitness e balé na cidade, mas não vê sendo divulgado outras opções, como a dança urbana. "Eu não conheço muitos artistas da área da dança aqui, porém vejo que não é muito bem divulgado essa parte da dança urbana", destaca. Atualmente, três alunos estão matriculados no projeto.

Ele ainda destaca que Araranguá tem público que se interessa por essa modalidade. "Eu realmente parei para entender o por que não? Porque público tem. Eu percebi que há pessoas que se interessam por isso. Às vezes as pessoas deixam de fazer aula porque não tem verba no momento, ou porque não tem tempo, a gente compreende essas situações, mas tem pessoas que se interessam e não vejo lugares com esse tipo de dança", explica.

Referente à lei Aldir Blanc, Luciano destaca a importância de ver que as pessoas ainda se importam com o meio cultural e que foi gratificante ter esse reconhecimento através da lei. "Foi um auxilio muito importante para mim, acredito que para tantos outros artistas também, que tinham seus projetos engavetados, ou temporariamente adiados até por conta dessa situação que nós estamos passando de pandemia", finaliza.

Luciano ministra as aulas de dança urbana dentro da Shield Fitness Studio, localizado na Avenida XV de Novembro, 1770, no centro de Araranguá. Para saber mais informações, ou inscrever-se para às aulas de dança urbana, você pode entrar em contato com o próprio Luciano, através do telefone (48) 99923 5830.

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Por Dyessica Abadi

Este conteúdo faz parte da série de reportagens especiais do Portal W3 sobre os projetos culturais de artistas araranguaenses que foram contemplados pela lei Aldir Blanc no ano passado. São inúmeros projetos musicais, de teatro, artesanato, foto, vídeo, entre outras formas de expressão artística. A equipe do Portal buscou selecionar ao menos um artista de cada segmento para fomentar cada vez mais as riquezas culturais locais. Você pode conferir o último texto da série clicando aqui.

O projeto Movimento Pense Urbano foi pensado para ser um espaço cultural focado em danças urbanas. Criado por Luciano Xavier Fernandes, o projeto tem o objetivo de fomentar a arte no município através de um local onde as pessoas possam ter um custo mais acessível para aprender o movimento. Para tanto, o artista explica que o valor do prêmio da lei Aldir Blanc foi utilizado para custear o aluguel de um espaço para as aulas.

“Eu quis apresentar a ideia através de vídeo aulas no meu canal do Youtube. A partir disso, eu fiz cinco vídeos apresentando umas coisas bem amplas referente à dança, questão mais técnica, assim. Depois, o investimento da verba foi para dar segmento ao que hoje é Movimento Pense Urbano, que é o espaço cultural onde a gente oferece aulas com um preço em conta para que as pessoas consigam ter acesso cada vez mais sobre essa beleza que é a dança urbana”, conta.

Luciano é natural de Porto Alegre e trabalhou durante cinco anos como arte educador de dança em uma instituição social na capital gaúcha. “Eu já atuava nessa área lá e trabalhei no Instituto de Assistência e Proteção à Infância por cinco anos. Era algo que eu sentia falta aqui, então achei interessante levar esse projeto para o Aldir Blanc”, revela. O gaúcho está morando há quase três anos em Araranguá.

Questionado se a Prefeitura de Araranguá não teria algum espaço para dispor, Luciano responde: “até o momento, como o projeto envolvia apenas a parte mais básica, só dos vídeos, a verba era para achar algum lugar, alguma sala, para que eu pudesse utilizar para dar aulas. Acabei não pedindo isso (à prefeitura), porque não vi nenhum local que fosse da prefeitura para ceder. Então meio que fui atrás por conta própria”.

O artista conta que vê muitas opções de dança fitness e balé na cidade, mas não vê sendo divulgado outras opções, como a dança urbana. “Eu não conheço muitos artistas da área da dança aqui, porém vejo que não é muito bem divulgado essa parte da dança urbana”, destaca. Atualmente, três alunos estão matriculados no projeto.

Ele ainda destaca que Araranguá tem público que se interessa por essa modalidade. “Eu realmente parei para entender o por que não? Porque público tem. Eu percebi que há pessoas que se interessam por isso. Às vezes as pessoas deixam de fazer aula porque não tem verba no momento, ou porque não tem tempo, a gente compreende essas situações, mas tem pessoas que se interessam e não vejo lugares com esse tipo de dança”, explica.

Referente à lei Aldir Blanc, Luciano destaca a importância de ver que as pessoas ainda se importam com o meio cultural e que foi gratificante ter esse reconhecimento através da lei. “Foi um auxilio muito importante para mim, acredito que para tantos outros artistas também, que tinham seus projetos engavetados, ou temporariamente adiados até por conta dessa situação que nós estamos passando de pandemia”, finaliza.

Luciano ministra as aulas de dança urbana dentro da Shield Fitness Studio, localizado na Avenida XV de Novembro, 1770, no centro de Araranguá. Para saber mais informações, ou inscrever-se para às aulas de dança urbana, você pode entrar em contato com o próprio Luciano, através do telefone (48) 99923 5830.

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