Morte de 64 macacos reforça alerta para febre amarela em SC

Os casos suspeitos podem indicar a circulação do vírus em primatas, o que aumenta o risco de transmissão em humanos

Uma nota emitida pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE/SC), alerta sobre os índices da febre amarela em Santa Catarina. Em 2020, já foram registradas 64 mortes de primatas com suspeita da doença. A situação revela que o número de casos triplicou, se comparado a janeiro de 2019.

Ainda não se sabe a causa das mortes dos primatas, mas os casos já estão em análise. A DIVE/SC recomenda que os profissionais de saúde fiquem atentos aos casos suspeitos da doença, orienta sobre a importância da vacinação e a notificação da morte ou adoecimento dos primatas.

No Sul catarinense já foram registrados 12 casos, sete em Jaraguá do Sul e outros cinco em Massaranduba. Até o momento, a cobertura vacinal no estado está em 84%.

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Ainda não se sabe a causa das mortes dos primatas, mas os casos já estão em análise. A DIVE/SC recomenda que os profissionais de saúde fiquem atentos aos casos suspeitos da doença, orienta sobre a importância da vacinação e a notificação da morte ou adoecimento dos primatas.

No Sul catarinense já foram registrados 12 casos, sete em Jaraguá do Sul e outros cinco em Massaranduba. Até o momento, a cobertura vacinal no estado está em 84%.

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