Meta é vacinar contra a Influenza quase 70 mil pessoas na Amesc

Os idosos são os mais resistentes aos cuidados com a prevenção contra o Coronavírus ao buscar sua dose da vacina da gripe nos postos de saúde, diz enf

A campanha nacional de vacinação contra a Influenza (algumas variações de gripe) iniciou nesta segunda, 23. Em toda a região da Amesc a meta é vacinar cerca de 69.828 pessoas na ação que vai até maio.

O primeiro dia da campanha foi destinado aos idosos e agentes da saúde. O calendário oficial pode ser conferido no portal do Ministério da Saúde, que regulamenta a ação em todo o país (https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46567-comeca-segunda-feira- vacinacao-contra-gripe). A campanha em 2020 além dos grupos prioritários já conhecidos, recepcionou os portadores de deficiência física.

Todos os municípios prepararam suas estratégias específicas. É que apesar do foco da campanha ser  imunização contra outros tipos de vírus, a preocupação é justamente com o Coronavírus, não atingido pela vacina. “Alguns vão vacinar os pacientes em casa, outros adotaram a implantação de tendas e vacinas em escolas, por exemplo. Não há nenhuma orientação específica neste sentido, mas a ideia é evitar aglomeração”, comentou com a reportagem a responsável pela vacinação na regional, Barbara Monteiro.

Idosos resistem a alguns cuidados

Em Araranguá, a maior do Vale, além dos Postos de Saúde que atenderão nos bairros exclusivamente para a campanha, a Unidade Bom Pastor tem recebido neste primeiro dia boa procura.  A meta será vacinar quase 23 mil pessoas. “Temos vacinas suficientes para atender todos”, disse o secretário de Planejamento, Francisco Diello, porta-voz da administração municipal durante as ações contra o Coronavírus.

Os pacientes, no município, estão sendo vacinados nos próprios veículos para evitar aglomeração no interior das unidades, como é o caso do bairro, Urussanguinha, onde até o final da manhã, mais de 100 pessoas tinham procurado o serviço. De acordo com a enfermeira coordenadora, Fabiana Gerônimo, importante que os pacientes entendam que a unidade deve ser procurada somente em casos específicos. “Estamos cumprindo as exigências do Ministério de Saúde. A unidade servirá só para vacinação, não temos autorização para atender outros casos, como consultas e alguns procedimentos sem urgência, porque a ideia é proteger da contaminação”, disse.

Segundo a enfermeira, a maior dificuldade durante estes dias de quarentena é esclarecer para os idosos a necessidade de manter alguns cuidados. Este público é o mais resistente. “Apesar de tudo estar correndo bem e como o previsto, além da maioria das pessoas compreendido as ações de prevenção, os idosos são os mais resistentes a seguir o protocolo, a se proteger da pandemia. É preciso ficar em casa, sair somente em casos extremos”, completou a enfermeira.

Rede particular sem vacinas

As pessoas que não se enquadram nos grupos prioritários tem a alternativa de procurar as salas de vacinação privadas. A vacina custa em média R$100,00 (cem reais), mas a reportagem entrou em contato nesta manhã com algumas empresas, que informaram que o produto está em falta. “Estamos aguardando nossas doses de vacina que foram encomendadas desde a semana passada. Os fornecedores nos informaram que não tem data para entrega das vacinas e que esta crise do Coronavírus atrapalhou o serviço”, disse a proprietária de uma das clinicas que preferiu não se identificar.

A maioria dos locais que venderão as vacinas aguardam a entrega do produto e avisarão os clientes através de suas redes sociais. “A procura está grande mas nem temos como fazer lista de espera porque não temos previsão”.

A campanha nacional de vacinação contra a Influenza (algumas variações de gripe) iniciou nesta segunda, 23. Em toda a região da Amesc a meta é vacinar cerca de 69.828 pessoas na ação que vai até maio.

O primeiro dia da campanha foi destinado aos idosos e agentes da saúde. O calendário oficial pode ser conferido no portal do Ministério da Saúde, que regulamenta a ação em todo o país (https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46567-comeca-segunda-feira- vacinacao-contra-gripe). A campanha em 2020 além dos grupos prioritários já conhecidos, recepcionou os portadores de deficiência física.

Todos os municípios prepararam suas estratégias específicas. É que apesar do foco da campanha ser  imunização contra outros tipos de vírus, a preocupação é justamente com o Coronavírus, não atingido pela vacina. “Alguns vão vacinar os pacientes em casa, outros adotaram a implantação de tendas e vacinas em escolas, por exemplo. Não há nenhuma orientação específica neste sentido, mas a ideia é evitar aglomeração”, comentou com a reportagem a responsável pela vacinação na regional, Barbara Monteiro.

Idosos resistem a alguns cuidados

Em Araranguá, a maior do Vale, além dos Postos de Saúde que atenderão nos bairros exclusivamente para a campanha, a Unidade Bom Pastor tem recebido neste primeiro dia boa procura.  A meta será vacinar quase 23 mil pessoas. “Temos vacinas suficientes para atender todos”, disse o secretário de Planejamento, Francisco Diello, porta-voz da administração municipal durante as ações contra o Coronavírus.

Os pacientes, no município, estão sendo vacinados nos próprios veículos para evitar aglomeração no interior das unidades, como é o caso do bairro, Urussanguinha, onde até o final da manhã, mais de 100 pessoas tinham procurado o serviço. De acordo com a enfermeira coordenadora, Fabiana Gerônimo, importante que os pacientes entendam que a unidade deve ser procurada somente em casos específicos. “Estamos cumprindo as exigências do Ministério de Saúde. A unidade servirá só para vacinação, não temos autorização para atender outros casos, como consultas e alguns procedimentos sem urgência, porque a ideia é proteger da contaminação”, disse.

Segundo a enfermeira, a maior dificuldade durante estes dias de quarentena é esclarecer para os idosos a necessidade de manter alguns cuidados. Este público é o mais resistente. “Apesar de tudo estar correndo bem e como o previsto, além da maioria das pessoas compreendido as ações de prevenção, os idosos são os mais resistentes a seguir o protocolo, a se proteger da pandemia. É preciso ficar em casa, sair somente em casos extremos”, completou a enfermeira.

Rede particular sem vacinas

As pessoas que não se enquadram nos grupos prioritários tem a alternativa de procurar as salas de vacinação privadas. A vacina custa em média R$100,00 (cem reais), mas a reportagem entrou em contato nesta manhã com algumas empresas, que informaram que o produto está em falta. “Estamos aguardando nossas doses de vacina que foram encomendadas desde a semana passada. Os fornecedores nos informaram que não tem data para entrega das vacinas e que esta crise do Coronavírus atrapalhou o serviço”, disse a proprietária de uma das clinicas que preferiu não se identificar.

A maioria dos locais que venderão as vacinas aguardam a entrega do produto e avisarão os clientes através de suas redes sociais. “A procura está grande mas nem temos como fazer lista de espera porque não temos previsão”.

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