Maracajá aperta fiscalização e quem desrespeitar quarentena poderá ser preso

Casos positivados, suspeitos ou monitorados devem se manter isolados; Caso sejam vistos na rua, poderão ser detidos

Por Dyessica Abadi

A Vigilância Sanitária (Visa) de Maracajá irá intensificar a partir desta quarta-feira, 20, a fiscalização em estabelecimentos comerciais, especialmente em bares dos bairros e localidades do interior, onde as normas de distanciamento social e uso de máscaras não estão sendo respeitados. Na última semana, o município registrou o maior aumento do números de confirmados com Covid-19 na AMESC, com mais 11 novos casos no total em menos de três dias.

De acordo com o comunicado emitido pela administração municipal, o monitoramento de pessoas contaminadas, suspeitas ou monitoradas será mais rígido — inclusive com possibilidade de prisão pela Polícia Militar, para aqueles que forem vistos nas ruas da cidade, burlando a quarentena. “Temos recebido muitas denúncias, especialmente sobre bares da cidade, da falta de respeito às normas dos decretos estadual e municipal para evitarmos a proliferação do coronavírus; as pessoas estão relaxando e achando que a pandemia acabou, quando na realidade vamos, ainda, enfrentar a fase mais aguda do avanço da doença nas próximas semana”, adverte o diretor do Departamento de Saúde, Diogo Copetti.

O fiscal da Visa, Carlos Fernando Costa, diz que as principais infrações são cometidas à noite. “Os bares e restaurantes dos bairros e os mais afastados do centro da cidade passarão a ter fiscalização mais efetiva, inclusive à noite, quando as principais infrações estão sendo cometidas, conforme as denúncias que temos recebido”, informa.

A Vigilância Epidemiológica de Maracajá também tem recebido informações que existem pessoas dos grupos monitorados, suspeitos e confirmados, que não respeitam a quarentena. A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Ana Caroline Araújo, explica que as pessoas desses grupos devem se manter isoladas, pois podem transmitir o vírus para os demais. “Vamos tornar mais rígido o controle do respeito ao isolamento social a que estas pessoas estão orientadas para cumprir, pois são potencialmente transmissores do coronavírus e têm que cumprir a quarentena para que a propagação do vírus não se intensifique”, comenta. Segundo ela, essas pessoas podem ser presas, se estiverem na rua e forem denunciadas à Polícia Militar.

Por Dyessica Abadi

A Vigilância Sanitária (Visa) de Maracajá irá intensificar a partir desta quarta-feira, 20, a fiscalização em estabelecimentos comerciais, especialmente em bares dos bairros e localidades do interior, onde as normas de distanciamento social e uso de máscaras não estão sendo respeitados. Na última semana, o município registrou o maior aumento do números de confirmados com Covid-19 na AMESC, com mais 11 novos casos no total em menos de três dias.

De acordo com o comunicado emitido pela administração municipal, o monitoramento de pessoas contaminadas, suspeitas ou monitoradas será mais rígido — inclusive com possibilidade de prisão pela Polícia Militar, para aqueles que forem vistos nas ruas da cidade, burlando a quarentena. “Temos recebido muitas denúncias, especialmente sobre bares da cidade, da falta de respeito às normas dos decretos estadual e municipal para evitarmos a proliferação do coronavírus; as pessoas estão relaxando e achando que a pandemia acabou, quando na realidade vamos, ainda, enfrentar a fase mais aguda do avanço da doença nas próximas semana”, adverte o diretor do Departamento de Saúde, Diogo Copetti.

O fiscal da Visa, Carlos Fernando Costa, diz que as principais infrações são cometidas à noite. “Os bares e restaurantes dos bairros e os mais afastados do centro da cidade passarão a ter fiscalização mais efetiva, inclusive à noite, quando as principais infrações estão sendo cometidas, conforme as denúncias que temos recebido”, informa.

A Vigilância Epidemiológica de Maracajá também tem recebido informações que existem pessoas dos grupos monitorados, suspeitos e confirmados, que não respeitam a quarentena. A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Ana Caroline Araújo, explica que as pessoas desses grupos devem se manter isoladas, pois podem transmitir o vírus para os demais. “Vamos tornar mais rígido o controle do respeito ao isolamento social a que estas pessoas estão orientadas para cumprir, pois são potencialmente transmissores do coronavírus e têm que cumprir a quarentena para que a propagação do vírus não se intensifique”, comenta. Segundo ela, essas pessoas podem ser presas, se estiverem na rua e forem denunciadas à Polícia Militar.

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