“Lixo” que vale ouro: Prefeitura de Maracajá fatura R$ 27,9 mil com leilão de recicláveis

O evento vendeu 72,5 toneladas de produtos como latas de alumínio, papelão, óleo de cozinha, entre outros

Por Dyessica Abadi

Foi realizado na tarde desta terça-feira, 9, o leilão de 96 toneladas de produtos recicláveis do lixo domiciliar de Maracajá. O evento aconteceu nas modalidades online e presencial e vendeu um total de 72,5 toneladas aos participantes — proporcionando uma receita de R$ 27,9 mil ao município.

Os materiais foram separados pelo Centro de Triagem Acendino José Capela. Apenas quatro dos 15 lotes de materiais recicláveis não foram arrematados no leilão. A administração municipal considera o resultado positivo.

"É um mercado interessante este de produtos recicláveis. Depende das necessidades e cotações do momento em que o leilão é realizado; em um leilão determinados produtos têm maior procura que outros", informa a secretária de administração, Marluci Vitali.

Latas de ferro, plástico branco, embalagens tetra pack e vidro fazem parte dos lotes que ficarão estocados para o próximo leilão — que deve ocorrer no segundo semestre deste ano. Também não foram vendidos produtos antieconômicos, máquinas e materiais inservíveis ou ineficientes dos setores de Saúde e Bem Estar Social.

A secretária de Meio Ambiente e Turismo, Gisele Dal Pont, que administra o Centro de Triagem, afirma que, além de ser uma ação sustentável, a reciclagem traz uma fonte de renda às pessoas que trabalham com isso. "A reciclagem tem muitas vantagens, a começar pelo trabalho que gera para uma equipe de dez pessoas, passa pelo resultado financeiro tanto da venda dos produtos quanto da economia do que deixa de ir  para o aterro sanitário e, sobretudo, é uma contribuição significativa ao meio ambiente", conclui.

Quais materiais que foram leiloados?


De acordo com a Prefeitura de Maracajá, foram arrematados:

  • 400 quilos de latas de alumínio;

  • 250 quilos de alumínio bruto;

  • 6 toneladas de papel misto;

  • 30 toneladas de papelão prensado;

  • 5 toneladas de polietileno de alta densidade (PEAD);

  • 1,8 toneladas de PET de óleo de cozinha;

  • 7 toneladas de PET cristal;

  • 17 toneladas de plástico colorido;

  • 4,5 toneladas de plástico preto;

  • 150 quilos de embalagem de desodorante;

  • 2 toneladas de ferro.


 

Por Dyessica Abadi

Foi realizado na tarde desta terça-feira, 9, o leilão de 96 toneladas de produtos recicláveis do lixo domiciliar de Maracajá. O evento aconteceu nas modalidades online e presencial e vendeu um total de 72,5 toneladas aos participantes — proporcionando uma receita de R$ 27,9 mil ao município.

Os materiais foram separados pelo Centro de Triagem Acendino José Capela. Apenas quatro dos 15 lotes de materiais recicláveis não foram arrematados no leilão. A administração municipal considera o resultado positivo.

“É um mercado interessante este de produtos recicláveis. Depende das necessidades e cotações do momento em que o leilão é realizado; em um leilão determinados produtos têm maior procura que outros”, informa a secretária de administração, Marluci Vitali.

Latas de ferro, plástico branco, embalagens tetra pack e vidro fazem parte dos lotes que ficarão estocados para o próximo leilão — que deve ocorrer no segundo semestre deste ano. Também não foram vendidos produtos antieconômicos, máquinas e materiais inservíveis ou ineficientes dos setores de Saúde e Bem Estar Social.

A secretária de Meio Ambiente e Turismo, Gisele Dal Pont, que administra o Centro de Triagem, afirma que, além de ser uma ação sustentável, a reciclagem traz uma fonte de renda às pessoas que trabalham com isso. “A reciclagem tem muitas vantagens, a começar pelo trabalho que gera para uma equipe de dez pessoas, passa pelo resultado financeiro tanto da venda dos produtos quanto da economia do que deixa de ir  para o aterro sanitário e, sobretudo, é uma contribuição significativa ao meio ambiente”, conclui.

Quais materiais que foram leiloados?

De acordo com a Prefeitura de Maracajá, foram arrematados:

  • 400 quilos de latas de alumínio;
  • 250 quilos de alumínio bruto;
  • 6 toneladas de papel misto;
  • 30 toneladas de papelão prensado;
  • 5 toneladas de polietileno de alta densidade (PEAD);
  • 1,8 toneladas de PET de óleo de cozinha;
  • 7 toneladas de PET cristal;
  • 17 toneladas de plástico colorido;
  • 4,5 toneladas de plástico preto;
  • 150 quilos de embalagem de desodorante;
  • 2 toneladas de ferro.

 

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