Já da para entender Moisés

Rolando Christian Coelho, 25/03/2019


Com um início de gestão para lá de confusa, estava difícil de entender onde o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) queria chegar. As coisas, agora, parecem mais claras. Nitidamente, Moisés quer marcar seu governo pela austeridade administrativa, pautado, principalmente, na economia extrema dos recursos da gestão estadual. No resumo, quer fazer de um limão uma limonada.


Em princípio está atacando tudo o que considera supérfluo, como cafezinhos, utilização de material impresso, e combatendo os desperdícios mais evidentes, como é o caso dos gastos com transportes, representando principalmente na grande quantidade de consumo de combustíveis dos veículos do Estado. Na mesma lógica, está informatizando tudo, de modo a diminuir ao máximo a necessidade de mão de obra. A ordem é robotizar para economizar.


Fossem estas medidas tomadas na iniciativa privada, não haveria nenhuma novidade, afinal de contas é assim que funcionam as empresas. Diga-se de passagem, elas só funcionam porque é assim, do contrário, e afora questões de ordem mercadológica, acabam quebrando. Governos também quebram, mas demoram mais, porque sempre há trouxas, como os contribuintes, bancando o desperdício.


A grande dúvida é saber até quando os catarinenses darão este tempo ao governador, afinal de contas, um governo não se resume a diminuir despesas. A população, aliás, acredita que isto é uma mera obrigação do gestor público. O governador precisa abrir uma outra frente, pautada na esperança pela realização de obras, condicionando estas as economias que estão sendo feitas. Somente com menos cafezinho, menos papel e menos gasolina, seu governo não se sustentará por muito tempo.


Gisela Scaini admite candidatura em 2022


Percorrendo municípios da região para o anúncio de emendas do deputado federal Ricardo Guidi (PSD), coordenadora regional do PSD, Gisela Scaini, não se constrangeu em falar sobre 2022. Em relação ao deputado estadual, e presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD), ressaltou que, de fato, seu objetivo é o emplacar na majoritária no próximo pleito estadual, “com o trabalho para isto já estando em operacionalidade”. Em relação a si própria, ressaltou que, de fato, há a possibilidade de uma disputa pela Assembleia Legislativa em 2022, mas que “isto depende necessariamente do respaldo das bases do PSD no Sul do Estado”.


Grupo quer formar Terceira Via em Sombrio


Líderes políticos de Sombrio têm conversado a respeito da possível composição de um grupo multipartidário, para disputar o pleito municipal ano que vem. Políticos ligados ao Progressistas, PSD, PSC, PSDB e PDT já manifestaram interesse na formação deste grupo, que comporia uma terceira via política no município, com vistas ao executivo municipal. Empresário Ademir da Silva, o Dema, que saiu do MDB e está no PSD, seria, em princípio, o nome referencial para disputar a prefeitura. Expectativa é a de que, caso a consolidação deste grupo dê certo, outros partidos, descontentes com a gestão do MDB, e sem expectativas diante do Progressistas, também se irmanem ao projeto. É algo muito parecido com o que aconteceu em Araranguá em 2012, e que acabou levando Sandro Maciel (PT) ao comando da prefeitura.


Campanha pela Cersul toma as ruas


A curta campanha com vistas à presidência da Cersul já tomou as ruas. Chapas foram registradas na última terça-feira, e eleição já acontece no próximo sábado. Visualmente, a candidatura de Nei Zanette é a que mais aparece. Conta até mesmo com agência de publicidade trabalhando no projeto. No que diz respeito ao plano midiático, a que se ressalta na sequência é a candidatura de Arnildo Steckert, seguida da candidatura de Marcos Leone de Oliveira, e de Selvino Londero, que é a que menos aparece, até agora, no que diz respeito a mídia. Por óbvio que a exposição publicitária, por si só, não ganha eleição, mas não deixa de ser um retrato de um momento.


Rio de Janeiro não é exemplo para ninguém


Com cinco ex-governadores com prisões decretadas, não é difícil de se entender porquê o Rio de Janeiro chegou onde chegou, no que diz respeito a segurança e as contas públicas. Trata-se de uma unidade da federação corroída pela corrupção e pelo desmando administrativo, que estão espraiados em todos os níveis. Em se tratando de gestão pública, não há nada a aprender com os fluminenses, a não ser o que não se fazer diante do erário público. Dos últimos oito governadores eleitos, só não foram parar atrás das grades Leonel Brizola (PDT), Benedita da Silva (PT) e Marcelo Alencar (PSDB). Por sua vez, Moreira Franco (MDB), Antony Garotinho (PSB), Rosinha Garotinho (MDB), Sérgio Cabral (MDB) e Luiz Fernando Pezão (MDB), já comeram, ou estão comendo marmita no presídio de Bangu 8.

Com um início de gestão para lá de confusa, estava difícil de entender onde o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) queria chegar. As coisas, agora, parecem mais claras. Nitidamente, Moisés quer marcar seu governo pela austeridade administrativa, pautado, principalmente, na economia extrema dos recursos da gestão estadual. No resumo, quer fazer de um limão uma limonada.

Em princípio está atacando tudo o que considera supérfluo, como cafezinhos, utilização de material impresso, e combatendo os desperdícios mais evidentes, como é o caso dos gastos com transportes, representando principalmente na grande quantidade de consumo de combustíveis dos veículos do Estado. Na mesma lógica, está informatizando tudo, de modo a diminuir ao máximo a necessidade de mão de obra. A ordem é robotizar para economizar.

Fossem estas medidas tomadas na iniciativa privada, não haveria nenhuma novidade, afinal de contas é assim que funcionam as empresas. Diga-se de passagem, elas só funcionam porque é assim, do contrário, e afora questões de ordem mercadológica, acabam quebrando. Governos também quebram, mas demoram mais, porque sempre há trouxas, como os contribuintes, bancando o desperdício.

A grande dúvida é saber até quando os catarinenses darão este tempo ao governador, afinal de contas, um governo não se resume a diminuir despesas. A população, aliás, acredita que isto é uma mera obrigação do gestor público. O governador precisa abrir uma outra frente, pautada na esperança pela realização de obras, condicionando estas as economias que estão sendo feitas. Somente com menos cafezinho, menos papel e menos gasolina, seu governo não se sustentará por muito tempo.

Gisela Scaini admite candidatura em 2022

Percorrendo municípios da região para o anúncio de emendas do deputado federal Ricardo Guidi (PSD), coordenadora regional do PSD, Gisela Scaini, não se constrangeu em falar sobre 2022. Em relação ao deputado estadual, e presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD), ressaltou que, de fato, seu objetivo é o emplacar na majoritária no próximo pleito estadual, “com o trabalho para isto já estando em operacionalidade”. Em relação a si própria, ressaltou que, de fato, há a possibilidade de uma disputa pela Assembleia Legislativa em 2022, mas que “isto depende necessariamente do respaldo das bases do PSD no Sul do Estado”.

Grupo quer formar Terceira Via em Sombrio

Líderes políticos de Sombrio têm conversado a respeito da possível composição de um grupo multipartidário, para disputar o pleito municipal ano que vem. Políticos ligados ao Progressistas, PSD, PSC, PSDB e PDT já manifestaram interesse na formação deste grupo, que comporia uma terceira via política no município, com vistas ao executivo municipal. Empresário Ademir da Silva, o Dema, que saiu do MDB e está no PSD, seria, em princípio, o nome referencial para disputar a prefeitura. Expectativa é a de que, caso a consolidação deste grupo dê certo, outros partidos, descontentes com a gestão do MDB, e sem expectativas diante do Progressistas, também se irmanem ao projeto. É algo muito parecido com o que aconteceu em Araranguá em 2012, e que acabou levando Sandro Maciel (PT) ao comando da prefeitura.

Campanha pela Cersul toma as ruas

A curta campanha com vistas à presidência da Cersul já tomou as ruas. Chapas foram registradas na última terça-feira, e eleição já acontece no próximo sábado. Visualmente, a candidatura de Nei Zanette é a que mais aparece. Conta até mesmo com agência de publicidade trabalhando no projeto. No que diz respeito ao plano midiático, a que se ressalta na sequência é a candidatura de Arnildo Steckert, seguida da candidatura de Marcos Leone de Oliveira, e de Selvino Londero, que é a que menos aparece, até agora, no que diz respeito a mídia. Por óbvio que a exposição publicitária, por si só, não ganha eleição, mas não deixa de ser um retrato de um momento.

Rio de Janeiro não é exemplo para ninguém

Com cinco ex-governadores com prisões decretadas, não é difícil de se entender porquê o Rio de Janeiro chegou onde chegou, no que diz respeito a segurança e as contas públicas. Trata-se de uma unidade da federação corroída pela corrupção e pelo desmando administrativo, que estão espraiados em todos os níveis. Em se tratando de gestão pública, não há nada a aprender com os fluminenses, a não ser o que não se fazer diante do erário público. Dos últimos oito governadores eleitos, só não foram parar atrás das grades Leonel Brizola (PDT), Benedita da Silva (PT) e Marcelo Alencar (PSDB). Por sua vez, Moreira Franco (MDB), Antony Garotinho (PSB), Rosinha Garotinho (MDB), Sérgio Cabral (MDB) e Luiz Fernando Pezão (MDB), já comeram, ou estão comendo marmita no presídio de Bangu 8.

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