HRA não tem mais vagas de UTI para pacientes com coronavírus

Em Araranguá, todos os leitos de Unidade Intensiva de Tratamento (UTI) destinados aos pacientes de COVID-19 do Hospital Regional Deputado Afonso Guizzo (HRA) estão ocupados. Atualmente, o HRA possui 16 leitos de UTI, 10 deles são vocacionados ao tratamento de coronavírus. Dos 10 leitos, dois pacientes testaram positivo, dois estão sob suspeita e os outros seis pacientes, testaram negativo para COVID-19, mas aguardam o resultado de não contaminação por coronavírus e/ou outras infecções - procedimento rotineiro que faz parte do protocolo.

Os seis leitos de UTI restantes, são para traumas e outras doenças. Dos seis leitos “comuns” de UTI, há quatro vagas disponíveis, mas não podem comportar pacientes de coronavírus por determinação do governo.

Já no setor de infectologia, onde ficam isolados os casos menos graves até a confirmação ou descarte do contágio, a ocupação é de 50%. Dos seis leitos disponíveis, três estão ocupados. Já a ocupação total do HRA está em 40%.
Pacientes de COVID-19 em estado grave serão transferidos

Nesta quarta-feira, 13, mais cedo, o presidente do Instituto Maria Schimitt, Ricardo Ghelere, disse em entrevista à Rádio Araranguá que se algum paciente com suspeita de coronavírus com sintomas graves ir até o hospital hoje, não será possível interná-lo na UTI. “Ele irá para a regulação de leitos, e o Estado irá definir para onde ele será encaminhado”, salienta.

Ghelere também comentou sobre a implementação de 20 novos leitos de UTI no HRA prometidos pelo governo. “Estamos aguardando que o Estado envie os equipamentos, mas até o momento não veio nada”, finaliza.

Em Araranguá, todos os leitos de Unidade Intensiva de Tratamento (UTI) destinados aos pacientes de COVID-19 do Hospital Regional Deputado Afonso Guizzo (HRA) estão ocupados. Atualmente, o HRA possui 16 leitos de UTI, 10 deles são vocacionados ao tratamento de coronavírus. Dos 10 leitos, dois pacientes testaram positivo, dois estão sob suspeita e os outros seis pacientes, testaram negativo para COVID-19, mas aguardam o resultado de não contaminação por coronavírus e/ou outras infecções – procedimento rotineiro que faz parte do protocolo.

Os seis leitos de UTI restantes, são para traumas e outras doenças. Dos seis leitos “comuns” de UTI, há quatro vagas disponíveis, mas não podem comportar pacientes de coronavírus por determinação do governo.

Já no setor de infectologia, onde ficam isolados os casos menos graves até a confirmação ou descarte do contágio, a ocupação é de 50%. Dos seis leitos disponíveis, três estão ocupados. Já a ocupação total do HRA está em 40%.
Pacientes de COVID-19 em estado grave serão transferidos

Nesta quarta-feira, 13, mais cedo, o presidente do Instituto Maria Schimitt, Ricardo Ghelere, disse em entrevista à Rádio Araranguá que se algum paciente com suspeita de coronavírus com sintomas graves ir até o hospital hoje, não será possível interná-lo na UTI. “Ele irá para a regulação de leitos, e o Estado irá definir para onde ele será encaminhado”, salienta.

Ghelere também comentou sobre a implementação de 20 novos leitos de UTI no HRA prometidos pelo governo. “Estamos aguardando que o Estado envie os equipamentos, mas até o momento não veio nada”, finaliza.

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