Governo do Estado reforça medidas de proteção para pesca de arrasto de praia

Uso de máscaras por todos os envolvidos na pesca, além da restrição na quantidade de pessoas na praia e nos barcos são algumas das exigências

Foto: Maurício Vieira / Arquivo/ Secom

Com a aproximação da safra da tainha, prevista para iniciar em 1º de maio na modalidade arrasto de praia, a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural reafirma aos pescadores a importância de seguir as medidas de prevenção ao coronavírus. Entre as exigências da Portaria SES nº 85/2021 está o uso de máscaras por todos os envolvidos na pesca, além da restrição na quantidade de pessoas que podem permanecer na praia e nos barcos.

"É importante que os pescadores conheçam as regras e colaborem para diminuirmos os riscos de contaminação pelo coronavírus. A Secretaria da Saúde publicou uma portaria em janeiro deste ano na qual estão previstas diversas medidas a serem seguidas, entre elas o uso obrigatório de máscara, higienização constante com álcool em gel e limite no número de pessoas presentes na praia durante a pesca. A pesca da tainha faz parte da tradição catarinense e é uma importante fonte de renda para os pescadores. Esperamos uma temporada bastante tranquila e com bastante peixe", destaca o gerente de Aquicultura e Pesca, Sérgio Winckler.

A pesca da tainha na modalidade de arrasto de praia está condicionada ao cumprimento das seguintes regras:

  • Utilização de embarcações e redes de pesca de acordo com as legislações de pesca e de navegação vigentes;

  • O patrão de pesca irá designar duas pessoas para coordenar o cumprimento das normas de prevenção, inclusive na orientação das pessoas não envolvidas na pesca para se retirarem do local;

  • Somente poderão permanecer na praia pessoas envolvidas diretamente na operação de pesca e somente durante o período de realização da atividade, mantendo um distanciamento mínimo de 1,5 metro e usando máscaras;

  • O número máximo de pessoas permitidas na operação de pesca por canoa não poderá exceder 50 para o arrasto com canoa a remo (região de Jaguaruna a Itapoá) e 25 para arrasto com canoa motorizada (região de Jaguaruna a Passo de Torres);

  • Na operação de retirada da rede deverá ser respeitada a distância mínima de 1,5 metro entre as pessoas que puxam a rede;

  • Somente será permitida a permanência no rancho de pesca da equipe mínima envolvida no lançamento da rede (patrão, remeiros, chumbereiro e a pessoa que fica na praia com a ponta do cabo). O restante do grupo deverá aguardar o chamado em abrigos temporários, ao longo da praia ou nas suas casas, com uso de avisos sonoros, chamadas através de whatsapp ou rádio.

  • Deverá ser evitado a participação de pessoas pertencentes aos grupos de risco nas atividades que envolvem o arrasto de praia da tainha;

  • Manter a disponibilidade de álcool 70% para desinfecção frequente, quando possível, sob fricção de superfícies expostas, como mesas, utensílios, vasilhames diversos, entre outros;

  • Após o término da pescaria as pessoas deverão sair da praia o mais rápido possível, evitando qualquer tipo de concentração além das estritamente necessárias ao exercício da pesca;


A fiscalização dos estabelecimentos fica a cargo das equipes de Vigilância Sanitária e de Segurança Pública e Salvamento.

Arrasto de praia


O arrasto de praia é uma modalidade de pesca realizada por comunidades tradicionais, que utilizam embarcações motorizadas ou a remo para levar ao mar uma rede, deixando uma ponta na praia fechando um cerco no mar. A rede é puxada na praia por pescadores e auxiliares de pesca nas suas duas pontas ou extremidades.

Fonte: Governo do Estado

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Com a aproximação da safra da tainha, prevista para iniciar em 1º de maio na modalidade arrasto de praia, a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural reafirma aos pescadores a importância de seguir as medidas de prevenção ao coronavírus. Entre as exigências da Portaria SES nº 85/2021 está o uso de máscaras por todos os envolvidos na pesca, além da restrição na quantidade de pessoas que podem permanecer na praia e nos barcos.

“É importante que os pescadores conheçam as regras e colaborem para diminuirmos os riscos de contaminação pelo coronavírus. A Secretaria da Saúde publicou uma portaria em janeiro deste ano na qual estão previstas diversas medidas a serem seguidas, entre elas o uso obrigatório de máscara, higienização constante com álcool em gel e limite no número de pessoas presentes na praia durante a pesca. A pesca da tainha faz parte da tradição catarinense e é uma importante fonte de renda para os pescadores. Esperamos uma temporada bastante tranquila e com bastante peixe”, destaca o gerente de Aquicultura e Pesca, Sérgio Winckler.

A pesca da tainha na modalidade de arrasto de praia está condicionada ao cumprimento das seguintes regras:

  • Utilização de embarcações e redes de pesca de acordo com as legislações de pesca e de navegação vigentes;
  • O patrão de pesca irá designar duas pessoas para coordenar o cumprimento das normas de prevenção, inclusive na orientação das pessoas não envolvidas na pesca para se retirarem do local;
  • Somente poderão permanecer na praia pessoas envolvidas diretamente na operação de pesca e somente durante o período de realização da atividade, mantendo um distanciamento mínimo de 1,5 metro e usando máscaras;
  • O número máximo de pessoas permitidas na operação de pesca por canoa não poderá exceder 50 para o arrasto com canoa a remo (região de Jaguaruna a Itapoá) e 25 para arrasto com canoa motorizada (região de Jaguaruna a Passo de Torres);
  • Na operação de retirada da rede deverá ser respeitada a distância mínima de 1,5 metro entre as pessoas que puxam a rede;
  • Somente será permitida a permanência no rancho de pesca da equipe mínima envolvida no lançamento da rede (patrão, remeiros, chumbereiro e a pessoa que fica na praia com a ponta do cabo). O restante do grupo deverá aguardar o chamado em abrigos temporários, ao longo da praia ou nas suas casas, com uso de avisos sonoros, chamadas através de whatsapp ou rádio.
  • Deverá ser evitado a participação de pessoas pertencentes aos grupos de risco nas atividades que envolvem o arrasto de praia da tainha;
  • Manter a disponibilidade de álcool 70% para desinfecção frequente, quando possível, sob fricção de superfícies expostas, como mesas, utensílios, vasilhames diversos, entre outros;
  • Após o término da pescaria as pessoas deverão sair da praia o mais rápido possível, evitando qualquer tipo de concentração além das estritamente necessárias ao exercício da pesca;

A fiscalização dos estabelecimentos fica a cargo das equipes de Vigilância Sanitária e de Segurança Pública e Salvamento.

Arrasto de praia

O arrasto de praia é uma modalidade de pesca realizada por comunidades tradicionais, que utilizam embarcações motorizadas ou a remo para levar ao mar uma rede, deixando uma ponta na praia fechando um cerco no mar. A rede é puxada na praia por pescadores e auxiliares de pesca nas suas duas pontas ou extremidades.

Fonte: Governo do Estado

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