Golpe Imobiliário: Investigação policial possui duas frentes

Cerca de 70 vítimas já foram ouvidas pela Polícia Civil de Araranguá

Depois que chegou ao conhecimento popular através da matéria da W3 News de que o maior golpe imobiliário da história de Araranguá tinha vitimado centenas de pessoas em toda a região Sul Catarinense, nossa equipe de reportagem acompanha o rumo das investigações e os contornos da situação.

Relembre a matéria que fala dos fatos: https://portalw3.com.br/vitimas-denunciam-maior-golpe-imobiliario-do-extremo-sul-catarinense/

Nesta segunda, 18, em contato com o delegado responsável pela 1ª Delegacia de Polícia, Bruno Sinibaldi, aonde os procedimentos policiais estão sendo conduzidos, foram confirmadas duas frentes de  investigação: uma que apura crime contra a economia popular, e outra que remete os fatos ao crime de estelionato e parcelamento irregular do solo.

Cerca de 70 pessoas foram ouvidas pelo delegado e sua equipe até agora. “Um inquérito foi instaurado para apurar o delito de crime contra a economia popular, onde estamos ouvindo as vítimas que adquiriram os ‘futuros lotes’ do empresário que ficou de implementar os terrenos que lhe foram cedidos através de contratos de parceria (já foram ouvidas cerca de 70 vítimas)”, contou.

Sinibaldi também reconhece indícios de mais crimes, os quais também estão sendo apurados. “Os demais inquéritos estão ainda sendo instaurados e apuram os delitos de estelionato (tendo como vítimas os cedentes dos terrenos que repassaram a área ao empresário para a implementação), além do crime de parcelamento irregular do solo, onde também é investigado o referido empresário, já que houve a venda de lotes sem o registro no cartório de imóveis, o que, a princípio,  poderá configurar o crime de parcelamento irregular do solo”, esclareceu.

A investigação deve se estender sem prazo para conclusão e exigir muito dos policiais que atuam no caso. “Ressaltamos que a investigação ainda está no começo, dada a complexidade em razão do número de vítimas e documentos necessários”, concluiu Sinibaldi à W3 News.

Depois que chegou ao conhecimento popular através da matéria da W3 News de que o maior golpe imobiliário da história de Araranguá tinha vitimado centenas de pessoas em toda a região Sul Catarinense, nossa equipe de reportagem acompanha o rumo das investigações e os contornos da situação.

Relembre a matéria que fala dos fatos: https://portalw3.com.br/vitimas-denunciam-maior-golpe-imobiliario-do-extremo-sul-catarinense/

Nesta segunda, 18, em contato com o delegado responsável pela 1ª Delegacia de Polícia, Bruno Sinibaldi, aonde os procedimentos policiais estão sendo conduzidos, foram confirmadas duas frentes de  investigação: uma que apura crime contra a economia popular, e outra que remete os fatos ao crime de estelionato e parcelamento irregular do solo.

Cerca de 70 pessoas foram ouvidas pelo delegado e sua equipe até agora. “Um inquérito foi instaurado para apurar o delito de crime contra a economia popular, onde estamos ouvindo as vítimas que adquiriram os ‘futuros lotes’ do empresário que ficou de implementar os terrenos que lhe foram cedidos através de contratos de parceria (já foram ouvidas cerca de 70 vítimas)”, contou.

Sinibaldi também reconhece indícios de mais crimes, os quais também estão sendo apurados. “Os demais inquéritos estão ainda sendo instaurados e apuram os delitos de estelionato (tendo como vítimas os cedentes dos terrenos que repassaram a área ao empresário para a implementação), além do crime de parcelamento irregular do solo, onde também é investigado o referido empresário, já que houve a venda de lotes sem o registro no cartório de imóveis, o que, a princípio,  poderá configurar o crime de parcelamento irregular do solo”, esclareceu.

A investigação deve se estender sem prazo para conclusão e exigir muito dos policiais que atuam no caso. “Ressaltamos que a investigação ainda está no começo, dada a complexidade em razão do número de vítimas e documentos necessários”, concluiu Sinibaldi à W3 News.

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