Golpe do Falso Frete faz quatro vítimas na região

Motoristas são sequestrados depois de serem contratados para o frete. Polícia não encontrou os responsáveis ainda, mas a Aproc orienta como não cair n

Foto: Arquivo

O uso de aplicativos veio para facilitar a vida das pessoas em diversos aspectos. Porém a tecnologia também tem se mostrado vilã quando é usada por criminosos como é o caso do chamado “Golpe do Falso Frete”. Através do app “Frete Brás”, diversas vítimas foram feitas em todo o país e na região de Araranguá pelo menos quatro casos registrados.

Os crimes aconteceram entre 2020 e início deste ano contra motoristas de Araranguá, Içara e Criciúma, que baixaram o aplicativo para se colocar à disposição de fazer fretes. Quando chegaram ao local combinado, não tinha carga para ser transportada, mas bandidos que roubaram os seus caminhões.

Segundo o presidente da Associação de Proprietários de Caminhões de Araranguá e Região – Aproc, Jonathan Paganini, o Gedao, existem diversas quadrilhas especializadas neste crime e que tem amedrontado os caminhoneiros. “Os motoristas colocam os seus dados e do caminhão no aplicativo à espera de um frete. Eles chegaram no lugar combinado e foram sequestrados por até 36 horas. Algumas quadrilhas desmancham o caminhão, e outras levam para o exterior”, contou.

O que torna a ação destes criminosos mais fácil é que eles normalmente atraem as vítimas com valores de fretes mais altos que os comuns. Por sorte, as vítimas registradas aqui na região Sul Catarinense não foram lesionadas, apenas o abalo emocional pelo ocorrido.

Dos quatro veículos roubados, um foi localizado no Paraguai. Infelizmente, segundo elas, os responsáveis ainda não foram encontrados pela polícia. Boletim de Ocorrência foram registrados mas até agora as investigações não prosperaram.

A Aproc conta atualmente com 450 associados e uma das maneiras que tem ajudado os motoristas é através do sistema de rastreamento colocado nos caminhões. “Um dos veículos foi recuperado no Paraguai por causa da atuação da associação com o sistema de rastreamento do caminhão”.

Mas alguns cuidados também devem ser tomados pelos motoristas ao usar estes aplicativos. “Interessante averiguar se alguém conhecido já carregou para aquele contato, se realmente existe a empresa que oferece frete e o tempo que ela está no mercado, se o endereço de entrega é seguro”, orienta Jonathan.

O uso de aplicativos veio para facilitar a vida das pessoas em diversos aspectos. Porém a tecnologia também tem se mostrado vilã quando é usada por criminosos como é o caso do chamado “Golpe do Falso Frete”. Através do app “Frete Brás”, diversas vítimas foram feitas em todo o país e na região de Araranguá pelo menos quatro casos registrados.

Os crimes aconteceram entre 2020 e início deste ano contra motoristas de Araranguá, Içara e Criciúma, que baixaram o aplicativo para se colocar à disposição de fazer fretes. Quando chegaram ao local combinado, não tinha carga para ser transportada, mas bandidos que roubaram os seus caminhões.

Segundo o presidente da Associação de Proprietários de Caminhões de Araranguá e Região – Aproc, Jonathan Paganini, o Gedao, existem diversas quadrilhas especializadas neste crime e que tem amedrontado os caminhoneiros. “Os motoristas colocam os seus dados e do caminhão no aplicativo à espera de um frete. Eles chegaram no lugar combinado e foram sequestrados por até 36 horas. Algumas quadrilhas desmancham o caminhão, e outras levam para o exterior”, contou.

O que torna a ação destes criminosos mais fácil é que eles normalmente atraem as vítimas com valores de fretes mais altos que os comuns. Por sorte, as vítimas registradas aqui na região Sul Catarinense não foram lesionadas, apenas o abalo emocional pelo ocorrido.

Dos quatro veículos roubados, um foi localizado no Paraguai. Infelizmente, segundo elas, os responsáveis ainda não foram encontrados pela polícia. Boletim de Ocorrência foram registrados mas até agora as investigações não prosperaram.

A Aproc conta atualmente com 450 associados e uma das maneiras que tem ajudado os motoristas é através do sistema de rastreamento colocado nos caminhões. “Um dos veículos foi recuperado no Paraguai por causa da atuação da associação com o sistema de rastreamento do caminhão”.

Mas alguns cuidados também devem ser tomados pelos motoristas ao usar estes aplicativos. “Interessante averiguar se alguém conhecido já carregou para aquele contato, se realmente existe a empresa que oferece frete e o tempo que ela está no mercado, se o endereço de entrega é seguro”, orienta Jonathan.

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