Golpe do “cartão de crédito sem fatura” é investigado pela Polícia Civil de Turvo

Na tarde desta quinta-feira, 14, a polícia civil de Turvo, recebeu diversas mensagens por meio das redes sociais informando que um golpe de “cartões de créditos sem fatura” estaria ocorrendo na região.

Segundo os denunciantes, são oferecidos as vítimas um cartão de crédito com limites de R$ 2 a 18 mil, vendidos por valores que variam entre R$ 450 e 1500. A negociação para adquirir o “cartão de crédito sem fatura” é realizada através do WhatsApp. Depois de convencer as vítimas de que o cartão não precisa ser pago como os cartões de crédito comuns, os criminosos exigem o valor combinado para realizar o envio. Após confirmarem o depósito da vítima, os “vendedores” bloqueiam o contato e param de responder.

Segundo o delegado Lucas Fernandes da Rosa, a orientação é “que esse tipo de conduta é criminosa e não existe cartão de crédito sem a exigência de pagamento de fatura e a inadimplência decorre em prejuízo de alguém. Devemos nos conscientizar que não só quem vende o cartão comete crime, mas também quem compra”, salienta.

Mensagem enviada pelos golpistas

A mensagem que circula nas redes sociais diz que os cartões não são clonados ou roubados, mas que se tratam de cartões de crédito com a função de movimentar contas de outras empresas. “Não dá problema pra você, 100% seguro e garantido! Já vai com senha para uso e o CPF do titular caso queira comprar pela Internet. Envio por Sedex ou motoboy dependendo da localização. Já mandamos desbloqueados, cartões originais tirados em nome de laranjas para estourar, ou seja, os titulares já sabem. É feito cartão para estourar no nome dele! Gastar”, diz uma delas.

Para ganhar a confiança das vítimas, no final da mensagem os vendedores pedem que o comprador consulte o CNPJ da empresa que está oferecendo os serviços. O CNPJ informado é de uma empresa real, localizada no Rio de Janeiro, que realiza empréstimos a partir do limite do cartão de crédito. O Portal W3 entrou em contato com a empresa para informar sobre o golpe que circula, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

Na tarde desta quinta-feira, 14, a polícia civil de Turvo, recebeu diversas mensagens por meio das redes sociais informando que um golpe de “cartões de créditos sem fatura” estaria ocorrendo na região.

Segundo os denunciantes, são oferecidos as vítimas um cartão de crédito com limites de R$ 2 a 18 mil, vendidos por valores que variam entre R$ 450 e 1500. A negociação para adquirir o “cartão de crédito sem fatura” é realizada através do WhatsApp. Depois de convencer as vítimas de que o cartão não precisa ser pago como os cartões de crédito comuns, os criminosos exigem o valor combinado para realizar o envio. Após confirmarem o depósito da vítima, os “vendedores” bloqueiam o contato e param de responder.

Segundo o delegado Lucas Fernandes da Rosa, a orientação é “que esse tipo de conduta é criminosa e não existe cartão de crédito sem a exigência de pagamento de fatura e a inadimplência decorre em prejuízo de alguém. Devemos nos conscientizar que não só quem vende o cartão comete crime, mas também quem compra”, salienta.

Mensagem enviada pelos golpistas

A mensagem que circula nas redes sociais diz que os cartões não são clonados ou roubados, mas que se tratam de cartões de crédito com a função de movimentar contas de outras empresas. “Não dá problema pra você, 100% seguro e garantido! Já vai com senha para uso e o CPF do titular caso queira comprar pela Internet. Envio por Sedex ou motoboy dependendo da localização. Já mandamos desbloqueados, cartões originais tirados em nome de laranjas para estourar, ou seja, os titulares já sabem. É feito cartão para estourar no nome dele! Gastar”, diz uma delas.

Para ganhar a confiança das vítimas, no final da mensagem os vendedores pedem que o comprador consulte o CNPJ da empresa que está oferecendo os serviços. O CNPJ informado é de uma empresa real, localizada no Rio de Janeiro, que realiza empréstimos a partir do limite do cartão de crédito. O Portal W3 entrou em contato com a empresa para informar sobre o golpe que circula, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

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