Futuro do Presídio Regional é debatido por juízes e promotores

Reunião em videoconferência tratou da falta de vagas e construção de novo presídio

A atual situação do Presídio Regional de Araranguá que recebe detentos e alguns apenados de todos os municípios da Amesc se arrasta por anos. A lotação acima de sua capacidade - que é um pouco mais de 200 presos e opera com quase 400, e a interdição judicial que impede que mais deles sejam levados para lá até que o governo do Estado definitivamente amplie a estrutura ou construa nova unidade, são constantemente lembrados.

A última tentativa de entender e tentar solucionar o problema aconteceu numa reunião na semana passada entre juízes e promotores de Justiça das Comarcas do Vale através de uma videoconferência, que relembrou o que vem acontecendo com o presídio desde 2014, quando a situação se agravou.

A reunião foi presidida pela juíza, Thania Mara Luz, corregedora do Presídio Regional de Araranguá. Na oportunidade, o promotor, Pedro Lucas de Vargas, disse que o Ministério Público aguarda resposta do Governo do Estado sobre a

a construção de uma penitenciária nova. O prazo ainda está aberto. "As medidas que estamos tomando são paliativas. Somente com a construção de uma nova unidade prisional na região é que conseguiremos garantir que os apenados cumpram suas sanções de acordo com a legislação, e, principalmente, evitar que condenados deixem de cumprir suas penas por falta de vagas no sistema prisional, colocando em risco a sociedade", analisou o promotor.

A reunião contou ainda com a presença do Juiz Evandro Volmar Rizzo, da 2ª Vara da comarca de Sombrio; da Juíza Letícia Pavei Cachoeira, da 1ª Vara Criminal da comarca de Araranguá; do Juiz Marciano Donato, titular da Vara Única da comarca de Meleiro; dos representantes do Ministério Público das comarcas de Sombrio, Santa Rosa do Sul, Turvo, Meleiro e Araranguá, respectivamente Juliana Ramthun Frasson e Joel Zanelato; Paulo Henrique Lorenzetti da Silva; Cláudio Everson Gesser Guedes da Fonseca e Mateus Erdtmann; Cleber Lodetti de Oliveira; Ana Elisa Goulart Lorenzetti, Gabriel Ricardo Zanon Meyer e Pedro Lucas de Vargas, além do gerente do presídio, João Batista Boteon.

A atual situação do Presídio Regional de Araranguá que recebe detentos e alguns apenados de todos os municípios da Amesc se arrasta por anos. A lotação acima de sua capacidade – que é um pouco mais de 200 presos e opera com quase 400, e a interdição judicial que impede que mais deles sejam levados para lá até que o governo do Estado definitivamente amplie a estrutura ou construa nova unidade, são constantemente lembrados.

A última tentativa de entender e tentar solucionar o problema aconteceu numa reunião na semana passada entre juízes e promotores de Justiça das Comarcas do Vale através de uma videoconferência, que relembrou o que vem acontecendo com o presídio desde 2014, quando a situação se agravou.

A reunião foi presidida pela juíza, Thania Mara Luz, corregedora do Presídio Regional de Araranguá. Na oportunidade, o promotor, Pedro Lucas de Vargas, disse que o Ministério Público aguarda resposta do Governo do Estado sobre a

a construção de uma penitenciária nova. O prazo ainda está aberto. “As medidas que estamos tomando são paliativas. Somente com a construção de uma nova unidade prisional na região é que conseguiremos garantir que os apenados cumpram suas sanções de acordo com a legislação, e, principalmente, evitar que condenados deixem de cumprir suas penas por falta de vagas no sistema prisional, colocando em risco a sociedade”, analisou o promotor.

A reunião contou ainda com a presença do Juiz Evandro Volmar Rizzo, da 2ª Vara da comarca de Sombrio; da Juíza Letícia Pavei Cachoeira, da 1ª Vara Criminal da comarca de Araranguá; do Juiz Marciano Donato, titular da Vara Única da comarca de Meleiro; dos representantes do Ministério Público das comarcas de Sombrio, Santa Rosa do Sul, Turvo, Meleiro e Araranguá, respectivamente Juliana Ramthun Frasson e Joel Zanelato; Paulo Henrique Lorenzetti da Silva; Cláudio Everson Gesser Guedes da Fonseca e Mateus Erdtmann; Cleber Lodetti de Oliveira; Ana Elisa Goulart Lorenzetti, Gabriel Ricardo Zanon Meyer e Pedro Lucas de Vargas, além do gerente do presídio, João Batista Boteon.

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