FERIADO, DISTANCIAMENTO E ADEUS, BOND, TOM…

Neste ano perdemos tantas pessoas. Algumas próximas, outras nem tanto. Mas o simples saber desses passamentos mexem com a gente. A fugacidade da vida, da saúde, dos tempos, incomoda... e faz pensar.

O correto seria ficar em casa, proteger-se... mas correto pra quem? Quem está com a razão? Cada um tem a sua, seus temores, seus amores e seus 'nem tanto'! Porém acredito que se preservar seria a melhor alternativa.

Nas redes sociais vejo que só eu por questões de receio (e financeiras também) estou praticando o distanciamento. Tenho medo de contrair qualquer coisa e vitimar os que mais amo ou não poder mais estar com eles. Sou responsável diretamente por seis vidas e não posso me dar ao luxo de não pensar.

E a notícia do falecimento de Sean Connery, pra mim o único e verdadeiro 007, fez com que mais uma vez eu sentisse o que sempre sinto nesses momentos: parece que um parente distante que deu certo na vida se foi. A gente fica íntima, conhece a história deles, como conseguiram alcançar o estrelato, como demonstraram serem merecedores de tanta admiração... E a TV a cabo nos ajuda a curtir o luto revendo um de seus filmes, um dos da série do Indiana Jones: Indiana Jones e a Última Cruzada. Perfeito como o pai de Harrison Ford... que dupla!

E pra encerrar o domingo o falecimento do Louro José, o Tom Veiga. Nunca vi seu rosto, apenas agora quando da notícia de sua morte. E dei-me conta de quanto tempo ele estava sob as asas do louro: 20 anos! Vinte anos vivendo um mesmo personagem.

Quando assistia ao programa Mais Você, observava o papagaio e por uns instantes não imaginava ser um fantoche. Lembrava sempre dos antigos tempos da Vila Sésamo, do Ênio e do Beto, do Garibaldo... a genialidade dos artistas que fazem com que embarquemos na fantasia. Não é apenas um fantoche... ali tem vida sim. Não, opa, é fantoche sim...

O cinema perde uma grande astro, a TV um artista que nunca mostrou sua face, amigos perdem seus amores, vidas se vão... e percebemos como tudo passa rápido demais.

Daqui a pouco chega 2021 e 2020 serviu de ensaio de sobrevivência e perseverança. A água está no queixo, contudo... prossigamos. Prossigamos porque tudo é absurdamente passageiro.

Neste ano perdemos tantas pessoas. Algumas próximas, outras nem tanto. Mas o simples saber desses passamentos mexem com a gente. A fugacidade da vida, da saúde, dos tempos, incomoda… e faz pensar.

O correto seria ficar em casa, proteger-se… mas correto pra quem? Quem está com a razão? Cada um tem a sua, seus temores, seus amores e seus ‘nem tanto’! Porém acredito que se preservar seria a melhor alternativa.

Nas redes sociais vejo que só eu por questões de receio (e financeiras também) estou praticando o distanciamento. Tenho medo de contrair qualquer coisa e vitimar os que mais amo ou não poder mais estar com eles. Sou responsável diretamente por seis vidas e não posso me dar ao luxo de não pensar.

E a notícia do falecimento de Sean Connery, pra mim o único e verdadeiro 007, fez com que mais uma vez eu sentisse o que sempre sinto nesses momentos: parece que um parente distante que deu certo na vida se foi. A gente fica íntima, conhece a história deles, como conseguiram alcançar o estrelato, como demonstraram serem merecedores de tanta admiração… E a TV a cabo nos ajuda a curtir o luto revendo um de seus filmes, um dos da série do Indiana Jones: Indiana Jones e a Última Cruzada. Perfeito como o pai de Harrison Ford… que dupla!

E pra encerrar o domingo o falecimento do Louro José, o Tom Veiga. Nunca vi seu rosto, apenas agora quando da notícia de sua morte. E dei-me conta de quanto tempo ele estava sob as asas do louro: 20 anos! Vinte anos vivendo um mesmo personagem.

Quando assistia ao programa Mais Você, observava o papagaio e por uns instantes não imaginava ser um fantoche. Lembrava sempre dos antigos tempos da Vila Sésamo, do Ênio e do Beto, do Garibaldo… a genialidade dos artistas que fazem com que embarquemos na fantasia. Não é apenas um fantoche… ali tem vida sim. Não, opa, é fantoche sim…

O cinema perde uma grande astro, a TV um artista que nunca mostrou sua face, amigos perdem seus amores, vidas se vão… e percebemos como tudo passa rápido demais.

Daqui a pouco chega 2021 e 2020 serviu de ensaio de sobrevivência e perseverança. A água está no queixo, contudo… prossigamos. Prossigamos porque tudo é absurdamente passageiro.

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